Apple remove aplicativo do WikiLeaks da App Store

Um aplicativo não-oficial para iPhone e iPad que permitia aos usuÁrios visualizar conteúdo do WikiLeaks foi removido hoje da iTunes App Store, dois dias após sua entrada na loja de aplicativos da Apple.

A companhia de Steve Jobs costuma ser rigorosa com a aprovação de aplicativos e um pouco vaga a respeito de seus critérios. Logo, não se sabe se o fato tem alguma relação com as últimas controvérsias envolvendo o site e seu fundador e líder, Julian Assange.



Aparentemente, no entanto, o aplicativo cobrava US$1,99 por um conteúdo que estÁ disponível de graça na web, conforme o Slashgear. O site do WikiLeaks é conhecido por enfrentar polêmicas ao liberar ao público documentos secretos e, nos últimos dias, ganhou destaque ao começar a divulgar 250 mil telegramas das embaixadas americanas.

Depois, Assange foi preso acusado de crimes sexuais cometidos na Suécia, mas responde ao processo em liberdade após o pagamento de uma fiança equivalente a US$384 mil dólares. Com os incidentes, diversas empresas se preocuparam em desassociar sua imagem à do WikiLeaks. Foi o caso do PayPal, da Visa e do Mastercard, por exemplo, que deixaram de enviar pagamentos para o site e sofreram uma série de ataques virtuais.

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  • Redator: Risa Lemos Stoider

    Risa Lemos Stoider

    Formada em Jornalismo pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) e gamemaníaca desde os 4 anos de idade. Já experimentou consoles de várias gerações e atualmente mantém uma ainda modesta coleção. Aliando a prática jornalística com a paixão pela tecnologia e os games, colabora com a Adrenaline publicando notícias e artigos.

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