Créditos: Imagimob

Intel diminui distância para a líder Nvidia no mercado de chips edge AI

Fabricante de GPUs ainda se destaca do resto com 39% de fatia de mercado

A firma especializada em pesquisas de mercado ABI Research divulgou um novo estudo sobre o segmento de chipsets de edge AI, peças de hardware que permitem processar dados de inteligência artificial no próprio aparelho. Enquanto a Nvidia segue líder nessa área com 39% de fatia de mercado, a rival Intel está se aproximando com seus produtos Xeon, Mobileye e Movidius Myriad.

"O mercado de chipsets edge AI é altamente competitivo. Os casos de uso se tornaram cada vez mais complexos e diversos, com novos players emergindo do horizonte quase todos os meses. Os principais players têm uma forte herança na construção de escala global para os seus chips, mesmo em ambientes altamente fragmentados. Portanto, é crucial para os vendedores, especialmente os novatos, que tenham uma proposta de valor clara, um amplo stack de software e forte suporte do ecossistema de parceiros e da comunidade de desenvolvedores".
Lian Jye Su, principal analista da ABI Research

Enquanto isso, empresas do ramo de FPGA como Xilinx, Quicklogic e Lattice Semiconductors também estão apertando a concorrência ao criar soluções atraentes para aplicações industriais de inteligência artificial. Além disso, a Nvidia perde mercado pela sua distância do ramo de smartphones, onde Qualcomm Huawei e Apple vão ganhando força.

"Em face dos diferentes casos de uso, a Nvidia escolhe lançar chipsets de GPU com diferentes capacidades computacionais e de consumo. Em combinação com o seu grande ecossistema de desenvolvedores e parcerias com instituições acadêmicas e de pesquisa, a vendedora de chips desenvolveu um forte apoio na indústria de edge AI".
Lian Jye Su, principal analista da ABI Research

Via: TechPowerUp
  • Redator: Carlos Felipe Estrella

    Carlos Felipe Estrella

    Apaixonado por games desde os 6 anos de idade, quando ganhou um Playstation, época em que também se divertia com o Super Nintendo dos outros. Em 2005 migrou para o PC, e aí começou a se interessar por tecnologia também. Apesar disso, nunca conseguiu largar a preferência por jogos de corrida e de esporte, principalmente os de futebol. Estuda jornalismo na Universidade Federal de Santa Catarina.

Os lançamentos problemáticos de games tem feito você evitar pré-compras?