Doom Eternal também vai ter ray tracing e devs prometem fazer "melhor que todo mundo"

Doom Eternal entrou pra lista dos jogos que anunciaram compatibilidade com ray tracing na última semana. Os desenvolvedores do game se reuniram com Jeff Gerstmann, do Giant Bomb, para conversar sobre o novo título e confirmaram a compatibilidade com a tecnologia. Mas não só isso, Marty Stratton prometeu que eles vão fazer "melhor que todo mundo".

Não só o game, a engine em si, a id Tech 7, é compatível com ray tracing, então dá pra esperar o recurso aparecendo também em futuros jogos feitos no mesmo motor gráfico. Eles comentam sobre o assunto mais ou menos a partir do minuto 36, para quem quiser pular direto pra essa parte.

Stratton, no entanto, destaca que RTX, como eles chamam o ray tracing nessa entrevista, não é a maior prioridade do time. Terminar o game e fazer ele rodar bem em múltiplas plataformas é o principal objetivo dos desenvolvedores no momento. Depois disso, vem a parceria com o Stadia, que é a segunda principal prioridade para o pessoal da iD Software. Só depois é que vem a implementação do ray tracing, segundo o executivo. O motivo para isso seria muito simples: público.

Segundo Stratton, ter o game pronto e rodando bem em todas as plataformas é o que garante atingir o maior número possível de jogadores. A parceria com o Stadia vai possibilitar alcançar um número novo de pessoas, que talvez não tenham hardware para rodar Doom Eternal ou que talvez assinem o serviço por outro motivos e aproveitem para jogar já que o game vai estar ali. Eles não enxergam o ray tracing como um recurso que ajudaria a atrair mais jogadores, apenas deixar o game mais bonito para quem joga. O recurso vai chegar com a promessa de ser a melhor implementação até agora, mas deve vir mais como um "enfeite" do que como um ponto de venda para o game.

Via: WCCFTech Fonte: Giant Bomb
  • Redator: João Gabriel Nogueira

    João Gabriel Nogueira

    João Gabriel Nogueira se formou em jornalismo pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) em 2015 e curte games desde muito antes. Começou com o Master System e o gosto pelos jogos eletrônicos trouxe o gosto pela tecnologia. Escrever notícias e análises de jogos, hardware e dispositivos móveis para o Adrenaline, além de trabalho é uma alegria e um aprendizado.