SKULLY AR-1 é o "capacete inteligente" com informações na viseira, visão traseira e GPS

Por hora, dispositivo vestível tem sido praticamente um sinônimo de pulseira ou relógio, mas isto não significa que só esta peça do vestuÁrio pode ganhar funções extras. Uma campanha no Indiegogo estÁ levantando fundos para a criação do SKULLY AR-1, um capacete inteligente capaz de mostrar informações diretamente na viseira.

O AR-1 é capaz de exibir dados como velocidade e navegação dentro do campo de visão sem impedir o motociclista de ver a estrada de forma clara. O capacete possui conexão com o celular via Bluetooth, e assim passa a ser capaz de conectar na internet para buscar informações de navegação e executar músicas do aparelho, por exemplo.

O funcionamento do HUD do AR-1 não é muito diferente da tecnologia empregada no Google Glass:  a imagem é exibida em uma pequena tela integrada ao capacete. Diferente do gadget da Google, que coloca esta tela no topo do campo de visão, o AR-1 possui sua interface na lateral inferior. De acordo com os desenvolvedores, o capacete possui autonomia de 9 horas de uso contínuo, e é recarregado através de uma conexão microUSB.

Outra função do capacete da Skully é a visão traseira para quando você for dar ré com a moto (brincadeira). Com um campo de visão de 180 graus, a pequena lente posicionada na parte de trÁs do capacete não apenas mostra o que estÁ atrÁs, como também elimina pontos-cego do piloto, além de evitar a necessidade de virar a cabeça e perder o foco no trajeto, em algumas manobras.

Para os interessados no "smarthelmet", o AR1 estÁ em pré-venda por aqui, com entrega global. O valor começa por US$ 1.399, então vai preparando a carteira. Você não deve ser o único interessado: com meta de arrecadar 250 mil dólares para o desenvolvimento do capacete, a campanha no Indiegogo jÁ levantou mais de quatro vezes isto.

  • Redator: Diego Kerber

    Diego Kerber

    Formado em Jornalismo pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), Diego Kerber é aficionado por tecnologia desde os oito anos, quando ganhou seu primeiro computador, um 486 DX2. Fã de jogos, especialmente os de estratégia, Diego colabora com a Adrenaline na produção de notícias e artigos na coluna "Vida Digital".

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