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camilo79

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ESTAMOS A 0 DIAS SEM MAMATA NESSE GOVERNO, NOSSO RECORDE É 0 DIAS, TAOKEY GADO!

SEM VIÉS IDEOLÓGICO, É ''CRARO''.

VAMOS FAZER A NOVA POLÍTICA!

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Governador de MG homenageia a si mesmo com medalha que prometeu extinguir para reduzir custos.




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País da piada pronta!




 
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Bolsonaro inclui projeto da década de 70 em lista de feitos do governo.

Presidente citou conjunto de medidas como sendo anunciadas ou realizadas por sua administração nas últimas semanas


Isso é para você ver a incompetência dos governos anteriores, todos por assim dizer já poderia pegar o serviço pela metade, mas nem se quer fizeram isso, mas o aí vem o governo atual e trabalha em cima dele para terminar completamente, aí então ter pergunto, quem merece o crédito por entregar a obra?

Isso é o mesmo que tua mulher ou mãe te pede para por um ponto de luz no terraço da sua casa aí você compra o bocal e a lampada, então você pegas a caixa desses item e deixa encostado no canto por anos pois ainda falta você comprar o resto do material, então eu vou aí e pego esse material que você comprou mas não instalou por preguiça e compro o resto (os fios e o interruptor) depois EU mesmo faço toda a instalação e entrego tudo pronto, então o crédito de por o ponto de luz para funcionar no teu terraço é teu ou meu?
 

wmh

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"Tem que se foder e acabou!..."

Quando o castigo vem a galope...

Lembra do esquerdinha da Quadrilha do PT (Orcrim), senador Rogério Carvalho que sabatinou a vida do Juiz Sérgio Moro ...

Memória abaixo...






Pois é ...



Senador petista que atacou Moro é o mais novo condenado por improbidade e tem direitos políticos cassados





Mais um petista condenado por má gestão do sagrado dinheiro da saúde.
O atual senador Rogério Carvalho na época em que foi Secretário de Saúde de Sergipe foi acusado de improbidade administrativa e acaba de ser condenado pela Justiça daquele estado.

Ele terá que ressarcir ao erário, prejuízos na monta de R$ 589.991,74 e teve os seus direitos políticos cassados por 5 anos.
A decisão diz que o senador praticou “atos ímprobos graves”.
Curiosamente, foi esse petista um dos mais destacados nos ataques ao ministro Sérgio Moro, quando este esteve na Comissão de Constituição e Justiça do Senado Federal para prestar esclarecimentos sobre as mensagens roubadas pelo gangster Verdevaldo.
O castigo veio a galope…

A esquerda mundial comunista socialista progressista globalista marxista gramscista e frankfurtiana fodendo com as mentes das crianças desde cedo usando o eco-terrorismo-apocaliptico para criar adultos doentes e maleáveis a fazer tudo (inclusive matar aquele que discorda e mostra o erro grave) em prol de um suposto bem coletivo (com vocês o revolucionário da natureza).


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Autoridades - Artigos

Psicologia da eco-ansiedade (Magyar Demokrata - 6 de setembro de 2019)

Criado: 19 de Setembro de 2019 - 18h25


István Kovács

Agora estamos com problemas mesmo! O pulmão da Terra está queimando, vamos todos morrer, sufocar, porque o irresponsável presidente brasileiro está devastando a floresta! Nas últimas semanas as notícias não tratavam de outro assunto, e qualquer utilizador digno de Facebook não postava sobre outro tema, a não ser os incêndios da floresta e os animais agonizantes. E claro, sobre o inimigo principal Bolsonaro e seus aliados: Trump e Orbán.

Os incêndios da Amazônia se tornaram histeria global, e o presidente brasileiro o próprio Satanás, quem, aos olhos dos cosmopolitas iluminados, ultrapassa até o presidente americano na lista das pessoas a serem liquidadas. Ao mesmo tempo, pouco a pouco começaram a surgir textos baseados em fatos reais, mas em geral estes não conseguiram quebrar a armadura da “eco-ansiedade”.

Tenho que registrar que eu não sou nem engenheiro florestal nem especialista do ecossistema da Amazônia, por isso qualquer coisa que escrevo não passa de opinião laica. Ao mesmo tempo, tive o trabalho de, pelo menos, tentar me informar sobre os fatos relevantes, e durante este tempo descobri que aqueles que causam a histeria global deixaram de fazer a mesma pesquisa. Para eles o essencial é compartilhar imagens sobre a floresta queimando e demonstrar assim como o meio ambiente lhes importa. Assim fizeram várias pessoas famosas, de Leonardo DiCaprio a Maradona, de Cristiano Ronaldo a políticos progressistas como Emmanuel Macron e Justin Trudeau. O fato de que as imagens mostram incêndios de 20-30 anos atrás ou que nem foram tiradas no Brasil já não interessou a ninguém...

Se alguém ousa a perguntar quão grave é exatamente o problema, essa pessoa passa a ser rotulado de cético, conservador, fascista, fã de Orbán e Trump, e passa a não ter lugar na sociedade civil. Se alguém, por acaso, tiver a cortesia de falar com a pessoa que faz as perguntas, a resposta é sempre baseada em um único dado: neste ano houve um aumento de 83% dos incêndios em relação ao ano passado. Está bem, mas como fica esta porcentagem em uma média de 50 anos? Para tal pergunta já não existe resposta e para ser franco nem há muitos dados a serem encontrados. De acordo com a fonte mais autêntica que encontrei até 21 de agosto deste ano, foram registrados quase cem mil incêndios na região. Terrível, não é? Principalmente se somarmos que no ano anterior, na mesma época, foram registrados menos que cinquenta e quatro mil. Realmente teremos problema – foi o que pensei com razão. E então durante as minhas pesquisas posteriores descobri que o ano de 2018 foi particularmente bom no aspecto dos incêndios florestais, mas, por exemplo, em 2016, na mesma época foram registrados cento e seis mil incêndios, ou seja, um número maior que agora. Depois encontrei a pesquisa referente feita pela NASA, segundo a qual os incêndios florestais da Amazônia deste ano estão abaixo da média. Contudo, o mais importante foi quando descobri: na África as florestas estão queimando em uma área muito maior, mesmo atualmente e, no entanto isso não é abordado pela mídia.

As pessoas gostam de ter medo, ou pelo menos gostam de demonstrar nas mídias sociais que têm pavor. E foi construída uma indústria global com base nisso. Aqueles que agora se mostram preocupados pela Amazônia são exatamente os mesmos que mudaram suas fotos de perfil para tricolor francês na época do ataque ao clube Bataclan. Até o lema é o mesmo: “Pray for Paris/ Pray for Amazonia.” Vocês acham que houve pelo menos uma pessoa que realmente rezou, ou estas são apenas palavras que soam bem?

A verdade é que, semelhante ao ocorrido no Bataclan, os incêndios na Amazônia são acontecimentos terríveis. Porém, como já aconteceram ataques mais graves que os do Bataclan, a atual situação brasileira também não é única. E é muito mais complexa ao que parece de primeira vista. Os fazendeiros não destroem a floresta porque são inerentemente maus como seu líder Bolsonaro, ou porque seu único objetivo de vida é destruir o planeta, mas sim para terem terra para cultivo. O mundo já viu algo parecido, inclusive em certa época foi costumeiro até na Europa.

Naturalmente nós, aqui na parte mais desenvolvida do mundo, vivendo em prosperidade nunca vista, julgamos facilmente os fazendeiros brasileiros, mas se levarmos em conta que um terço dos brasileiros vive em extrema pobreza tal que nem conseguimos imaginar, a situação passa longe de ser tão simples. Esperamos deles que de fato permaneçam na pobreza e protejam a floresta para as gerações futuras. Já pensaram o quão importante as futuras gerações seriam se tratando primeiro de não ter o que dar de comer para os próprios filhos? Estou curioso para saber quando aqueles cujo maior problema atual é a floresta amazônica fizeram algo pela proteção do próprio meio ambiente? Quando foi a última vez que compraram produto húngaro no lugar de produto estrangeiro barato? Quando escolheram pela última vez o transporte público para chegar ao trabalho em vez dos próprios carros? Culpar os outros nas mídias sociais e ter medo sai de graça, é claro, e não requer nenhum esforço. E se o indivíduo ainda doar alguns mil florins para qualquer organização de caridade, então realmente já fez tudo o que estava ao seu alcance. E de fato fez?

Será possível que o constante temor e o fetichismo de certos aspectos da proteção ao meio ambiente seja uma espécie de substituto religioso ao homem metropolitano sem raízes? Pois a adoração e o respeito dos jovens urbanos de sociedades desenvolvidas por oceanos e florestas nunca vistas é muito semelhante ao fanatismo religioso tão negado por eles, do outro lado. A base da religião é a fé e não os fatos. O dogma da imaculada concepção é aceito sem questionar por mais de um bilhão de católicos, – inclusive pelo autor destas linhas – embora trate-se de uma tese dificilmente justificável por fatos. No caso da Amazônia temos fatos, mas isso não interessa a ninguém, porque se acredita que os incêndios atuais possam ameaçar as suas vidas e até as de seus netos. Falta apenas uma coisa: a verdadeira sacralidade. Na ausência dela, o objeto do nosso fanatismo não passa de ídolo.

Para um cristão a proteção ambiental é uma tarefa real, dada por Deus. O senhor do mundo criado é o homem: o Criador confiou aos seus cuidados as florestas tropicais, os oceanos, bem como todos os outros cantos da Terra e todas as suas criaturas. E o que significa ser um bom senhor? É uma difícil questão. De qualquer forma certamente não significa colocar toda vida na terra ao mesmo nível da vida humana, e lamentar mais a morte de um bichinho fofo do que a do mais terrível criminoso. E obviamente não significa que a destruição gratuita da natureza seja aceitável por qualquer motivo. A questão verdadeiramente difícil é: a derrubada das florestas tropicais é justificável se a este preço pudermos alimentar nossa família. Este é o real e sério dilema moral, digno de diálogo significativo.

Os “eco-ansiosos” profissionais não chegam, porém, até este ponto. Mas por que chegariam? A sua visão de mundo está completa. Existem os maus, aqueles que não compreendem a grandeza deles. Não compreendem por serem limitados e do interior. São os que elegem os Trumps, os Orbáns, e os Bolsonaros. E o que dizer que nos países chamados de desenvolvidos ainda existem áreas verdes íntegras porque as pessoas cuidam e cultivam estas terras? Isso não interessa, o que importa são as florestas tropicais e os oceanos. E que todas as celebridades pensam da mesma maneira, e certamente celebridades não erram.

E onde estão aqueles que geram verdadeiramente a histeria? Aqueles políticos que realmente têm conhecimento dos fatos, mas não dão a mínima para tais? Aqueles que julgam Bolsonaro o principal inimigo, e se calam quando a floresta queima no Canadá de Trudeau? A verdade é que para eles a proteção ambiental não passa de instrumento. Não é um fenômeno novo, desde Joschka Fischer a Cohn-Bendit uma geração inteira de políticos comunistas se converteu a verde para se manter no poder. Agora também não está diferente: aqueles que ontem consideravam a migração o maior problema da civilização, hoje já passam para a “onda verde”. Para eles tanto faz. Estão perdendo lentamente a guerra de comunicação referente à migração, por isso tendem escolher um novo campo de batalha. O que interessa a eles é encontrar uma razão para interferir nos assuntos internos de estados soberanos, e o resto simplesmente não importa.

Eis o verdadeiro problema. E como o problema da migração não vai se resolver por passe de mágica, ainda por um longo tempo devemos contar com fenômenos parecidos aos da Amazônia. Então, todos nós devemos fazer a nossa parte pela proteção do nosso mundo criado. Não incitando histeria ou com curtidas na mídia social, mas sim com ações reais com verdadeiros efeitos.

O autor é diretor estratégico do Centro de Direitos Fundamentais

Leia a matéria completa aqui:
 
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wmh

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Aula dada em 2010 pelo grande mestre PhD Carlos Molion:

 

kamalh

Fundador e CEO da ESNER Corp.
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Situação atual boa não esta, porem esta 10000000% melhor do que com os governos anteriores, criticar o Zema por alguns erros pontuais é fácil, mas olhar para trás e olhar o erro sistemático de Pimentel, Anastásia, Aécio e etc, parece ser bem difícil para alguns

Aquele tipico discurso "Ain, vou votar no bandido pq o fulano não foi perfeito e errou."


Porém como mineiro digo que o que Zema fez em 9 meses, os seus antecessores não fizeram em 20 anos, por mim ele poderia dar 10 medalhas a si mesmo e andar de helicóptero todo dia.
 

yage

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Situação atual boa não esta, porem esta 10000000% melhor do que com os governos anteriores, criticar o Zema por alguns erros pontuais é fácil, mas olhar para trás e olhar o erro sistemático de Pimentel, Anastásia, Aécio e etc, parece ser bem difícil para alguns

Aquele tipico discurso "Ain, vou votar no bandido pq o fulano não foi perfeito e errou."


Porém como mineiro digo que o que Zema fez em 9 meses, os seus antecessores não fizeram em 20 anos, por mim ele poderia dar 10 medalhas a si mesmo e andar de helicóptero todo dia.
Eles não tem noção de como Pimentel destruiu a economia e endividou o estado ainda mais.
 

brender

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Não conter desmatamento na Amazônia é "suicídio", alerta especialista brasileiro na ONU

https://noticias.uol.com.br/ultimas-noticias/afp/2019/09/22/nao-conter-desmatamento-na-amazonia-e-suicidio-alerta-especialista-brasileiro-na-onu.htm


A Amazônia está se tornando uma savana e não combater completamente o desmatamento "será um suicídio", alertou o cientista brasileiro Carlos Nobre no domingo na ONU, um dos especialistas em florestas tropicais mais respeitados do mundo.

"Há indícios de que o processo de savanização começou" em mais da metade da floresta, disse Nobre, pesquisador do Instituto de Estudos Avançados da Universidade Federal de São Paulo, em entrevista à AFP na véspera da cúpula climática na ONU.

"Dá para reverter? Acho que dá. Mas se o desmatamento continuar, se não tiver controle, temos um enorme risco de perder boa parte da Amazônia. Seria suicídio", afirmou.

Nobre, 68 anos, disse que a capacidade da Amazônia de absorver carbono ainda é positiva "mas está em declínio".

Ele também disse que a estação seca está ficando mais longa em 60% da Amazônia e que há uma tendência maior na mortalidade de árvores que precisam de mais umidade.

- "Potência da biodiversidade" -"Todos esses fatores são sinais precursores de um ponto de ruptura, por isso é importante alcançar o desmatamento zero. Não vale mais a pena falar sobre desmatamento legal ou ilegal, deve ser zero e uma grande área de floresta deve ser restaurada", opinou.

Segundo dados oficiais, o desmatamento da Amazônia brasileira praticamente dobrou entre janeiro e agosto, passando de 3.336,7 km2 no período de 2018 para 6.404,4 km2 neste ano, o equivalente a 640.000 campos de futebol.

Se a savana chegar a ocupar de 50% a 60% do Brasil, o processo será "irreversível", alertou Nobre no evento "Amazônia Possível", celebrado na ONU a fim de promover um novo modelo de desenvolvimento empresarial que respeite a biodiversidade. Recuperar a floresta levaria séculos ou um milênio.

"É agora que nós precisamos mudar. Não temos mais tempo a perder", advertiu.

Nobre lembrou que dois hectares da Amazônia contêm mais espécies do que em toda a Europa, e que somente uma árvore amazônica tem mais espécies de formigas do que vários países europeus.

"Queremos nos tornar uma potência militar, mas o maior potencial do Brasil é ser uma potência ambiental, da biodiversidade", afirmou.

O Brasil, com 60% da Amazônia, se comprometeu no Acordo de Paris, assinado em 2015, a restaurar 12 milhões de hectares de floresta.

- "Ecosuicida" -Durante o diálogo "Amazônia Possível", dois jovens protestaram quando o ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, discursou.

Os jovens, que usavam lenços no rosto, nos quais se liam as palavras "Eco" e "Suicídio", e acenaram uma placa com a inscrição "Salles", protestaram silenciosamente contra a política ambiental do governo brasileiro, cético em relação às mudanças climáticas e que reverteu várias medidas de proteção. ambiental.

O Brasil tenta convencer o mundo de que a situação na Amazônia está sob controle, mas o desmatamento disparou, assim como os incêndios florestais, gerando a uma crise internacional em agosto.

O secretário-geral da ONU e líderes de países como França, Alemanha, Colômbia, Chile, realizarão uma reunião para discutir a situação na Amazônia na segunda-feira, antes do início da cúpula climática da ONU. O presidente Jair Bolsonaro não comparecerá.

O chanceler Ernesto Araujo negou recentemente em Washington a existência de uma emergência climática e disse que alguns países procuram restringir a soberania do Brasil promovendo o "climatismo".

Para Nobre, "a pressão internacional é essencial" para conter o desmatamento. "Rigor com produtos que vêm da Amazônia, não comprar nada que não tenha certificado, tudo isso é importante", frisou.

Nobre ressalta que o governo precisa ter tolerância zero com o desmatamento - que é 90% ilegal-, e que a indústria do agronegócio - também em grande parte responsável ao desmatar para vender madeira, para plantar cultivos ou para o pasto de gado - deve mudar seu modelo econômico.

Nobre ilustra seu argumento com valores. Ele afirma que o cultivo de cacau, açaí e castanha na Amazônia ocupa somente 4.000 km2 e gera 7 bilhões de reais, enquanto a atividade pecuária e o cultivo de soja em cinco estados amazônicos brasileiros ocupa 240.000 km2 e gera 14 bilhões de reais. "Esses números são muito importantes. Esse potencial existe".

"Falta valor agregado, desenvolver, reindustrializar o país", aponta. Para o especialista, as bioindústrias têm o potencial de gerar desenvolvimento econômico respeitando o meio ambiente e tirando milhões de habitantes da Amazônia da pobreza.
 

p.s.y.c.h.o

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Deamon

What is real?
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Alguém do RJ me explica, foram 400 fuzis apreendidos ao custo de 1236 mortes de inocentes nas favelas do RJ...tipo a polícia fez um massacre num hospital, 30 colégios e 12 creches pela favela para chegarem a esse número? pois é muita gente inocente morrendo por lá...

Uma pena que não tem campanha do desarmamento na favela e pelos próprios bandidos, daria até slogan "abandone seu fuzil e salve o PS2 do rapaz".
 
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Bondbyte

Tirando tudo que tá errado, tá tudo certo
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Alguém do RJ me explica, foram 400 fuzis apreendidos ao custo de 1236 mortes de inocentes nas favelas do RJ...tipo a polícia fez um massacre num hospital, 30 colégios e 12 creches pela favela para chegarem a esse número? pois é muita gente inocente morrendo por lá...

Uma pena que não tem campanha do desarmamento na favela e pelos próprios bandidos, daria até slogan "abandone seu fuzil e salve o PS2 do rapaz".
A polícia fez?
:jornal:
 

BetoValdo

queridinho do maumau
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Alguém do RJ me explica, foram 400 fuzis apreendidos ao custo de 1236 mortes de inocentes nas favelas do RJ...tipo a polícia fez um massacre num hospital, 30 colégios e 12 creches pela favela para chegarem a esse número? pois é muita gente inocente morrendo por lá...

Uma pena que não tem campanha do desarmamento na favela e pelos próprios bandidos, daria até slogan "abandone seu fuzil e salve o PS2 do rapaz".

na real tinham que fazer um toque de recolher pra fora nas favelas do Rio. cercavam as favelas e mandava todo mundo descer com o RG, iam inspecionar um por um que saísse e quem ficasse claramente seria bandido...

é só pegar os inocentes remanejar eles para outro local e quem ficasse com medo da policia ia ser preso ou morto, não existe solução simples e facil, tem que ser algo que mobilize muitas pessoas.

e eu não sou contra as drogas, por mim que liberasse tudo, o problema que traficante mata e rouba porque faz parte da profissão do cara.
 
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JohannesBR

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Meu deus... isso aí é estudante de direito em 2019. :facepalm:
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na real tinham que fazer um toque de recolher pra fora nas favelas do Rio. cercavam as favelas e mandava todo mundo descer com o RG, iam inspecionar um por um que saísse e quem ficasse claramente seria bandido...

é só pegar os inocentes remanejar eles para outro local e quem ficasse com medo da policia ia ser preso ou morto, não existe solução simples e facil, tem que ser algo que mobilize muitas pessoas.

e eu não sou contra as drogas, por mim que liberasse tudo, o problema que traficante mata e rouba porque faz parte da profissão do cara.
RG se falsifica com facilidade hoje em dia e não teria polícia nem exército pra tanta favela. Se fosse fácil assim era só colocar ponto de checagem na entrada de cada favela. Nego jamais passaria por lá sem ser revistado, mas o RJ já virou um favelão há décadas.
 
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Henry M.

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Xiiiiii

A cabecinha dos esquerdopatas vai explodir, confirmado q índios irão com Bolsonaro a ONU para discursar e falar umas verdades, hahahahahaha



Na reportagem da falha de sp:
Associação indígena diz q isso é desrespeito, kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk


Esquerdopatas desesperados!!
Esquerdopatas querem q índios tenham direitos, mas levar eles pra discursar na ONU não vale, só pode se for em invasão do MST, auehauehuaheuaheuah
:bwahaha: :bwahaha: :bwahaha: :bwahaha: :bwahaha: :bwahaha: :bwahaha: :bwahaha: :bwahaha:


----

PQP, esse governo é muito bom!!!

Com dias contados as guerras das "maquininhas"!!

A partir de 2020, vamos transferir na hora do próprio celular direto pra conta da empresa!
Funcionando 24hs por dia, 7 dias por semana!
Assim nenhum empresário fica refém de pagar juros abusivos e parcelas pra utilizar o serviço das máquinas.

Mas em breve veremos os esquerdopatas defendendo os bancos, dizendo q o governo está destruindo as instituições financeiras.
Esquerda defendendo bancos, já estou até imaginando, kkkkkkkkkkkkkkkk



Tem como ler reportagem do Globo sem ser assinante?
 

Deamon

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Irony, Irony Everywhere...

Tem como ler reportagem do Globo sem ser assinante?
Extensão Java Switcher resolve:


 

Henry M.

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Valeu!
 

Wagx

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Nabuc

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Que isso? A culpa é do Witzel, do Bozo, do Moro, da PM, de todo mundo menos dos traficantes que são tudo sangue bão. Legaliza já. PAIZ! :genio: :genio: :genio:

Caralho olha o nível da doença, meu querido sua diarreia mental tá de parabéns
 

jcjcosta

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A esquerda mundial comunista socialista progressista globalista marxista gramscista e frankfurtiana fodendo com as mentes das crianças desde cedo usando o eco-terrorismo-apocaliptico para criar adultos doentes e maleáveis a fazer tudo (inclusive matar aquele que discorda e mostra o erro grave) em prol de um suposto bem coletivo (com vocês o revolucionário da natureza).


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Psicologia da eco-ansiedade (Magyar Demokrata - 6 de setembro de 2019)

Criado: 19 de Setembro de 2019 - 18h25


István Kovács

Agora estamos com problemas mesmo! O pulmão da Terra está queimando, vamos todos morrer, sufocar, porque o irresponsável presidente brasileiro está devastando a floresta! Nas últimas semanas as notícias não tratavam de outro assunto, e qualquer utilizador digno de Facebook não postava sobre outro tema, a não ser os incêndios da floresta e os animais agonizantes. E claro, sobre o inimigo principal Bolsonaro e seus aliados: Trump e Orbán.

Os incêndios da Amazônia se tornaram histeria global, e o presidente brasileiro o próprio Satanás, quem, aos olhos dos cosmopolitas iluminados, ultrapassa até o presidente americano na lista das pessoas a serem liquidadas. Ao mesmo tempo, pouco a pouco começaram a surgir textos baseados em fatos reais, mas em geral estes não conseguiram quebrar a armadura da “eco-ansiedade”.

Tenho que registrar que eu não sou nem engenheiro florestal nem especialista do ecossistema da Amazônia, por isso qualquer coisa que escrevo não passa de opinião laica. Ao mesmo tempo, tive o trabalho de, pelo menos, tentar me informar sobre os fatos relevantes, e durante este tempo descobri que aqueles que causam a histeria global deixaram de fazer a mesma pesquisa. Para eles o essencial é compartilhar imagens sobre a floresta queimando e demonstrar assim como o meio ambiente lhes importa. Assim fizeram várias pessoas famosas, de Leonardo DiCaprio a Maradona, de Cristiano Ronaldo a políticos progressistas como Emmanuel Macron e Justin Trudeau. O fato de que as imagens mostram incêndios de 20-30 anos atrás ou que nem foram tiradas no Brasil já não interessou a ninguém...

Se alguém ousa a perguntar quão grave é exatamente o problema, essa pessoa passa a ser rotulado de cético, conservador, fascista, fã de Orbán e Trump, e passa a não ter lugar na sociedade civil. Se alguém, por acaso, tiver a cortesia de falar com a pessoa que faz as perguntas, a resposta é sempre baseada em um único dado: neste ano houve um aumento de 83% dos incêndios em relação ao ano passado. Está bem, mas como fica esta porcentagem em uma média de 50 anos? Para tal pergunta já não existe resposta e para ser franco nem há muitos dados a serem encontrados. De acordo com a fonte mais autêntica que encontrei até 21 de agosto deste ano, foram registrados quase cem mil incêndios na região. Terrível, não é? Principalmente se somarmos que no ano anterior, na mesma época, foram registrados menos que cinquenta e quatro mil. Realmente teremos problema – foi o que pensei com razão. E então durante as minhas pesquisas posteriores descobri que o ano de 2018 foi particularmente bom no aspecto dos incêndios florestais, mas, por exemplo, em 2016, na mesma época foram registrados cento e seis mil incêndios, ou seja, um número maior que agora. Depois encontrei a pesquisa referente feita pela NASA, segundo a qual os incêndios florestais da Amazônia deste ano estão abaixo da média. Contudo, o mais importante foi quando descobri: na África as florestas estão queimando em uma área muito maior, mesmo atualmente e, no entanto isso não é abordado pela mídia.

As pessoas gostam de ter medo, ou pelo menos gostam de demonstrar nas mídias sociais que têm pavor. E foi construída uma indústria global com base nisso. Aqueles que agora se mostram preocupados pela Amazônia são exatamente os mesmos que mudaram suas fotos de perfil para tricolor francês na época do ataque ao clube Bataclan. Até o lema é o mesmo: “Pray for Paris/ Pray for Amazonia.” Vocês acham que houve pelo menos uma pessoa que realmente rezou, ou estas são apenas palavras que soam bem?

A verdade é que, semelhante ao ocorrido no Bataclan, os incêndios na Amazônia são acontecimentos terríveis. Porém, como já aconteceram ataques mais graves que os do Bataclan, a atual situação brasileira também não é única. E é muito mais complexa ao que parece de primeira vista. Os fazendeiros não destroem a floresta porque são inerentemente maus como seu líder Bolsonaro, ou porque seu único objetivo de vida é destruir o planeta, mas sim para terem terra para cultivo. O mundo já viu algo parecido, inclusive em certa época foi costumeiro até na Europa.

Naturalmente nós, aqui na parte mais desenvolvida do mundo, vivendo em prosperidade nunca vista, julgamos facilmente os fazendeiros brasileiros, mas se levarmos em conta que um terço dos brasileiros vive em extrema pobreza tal que nem conseguimos imaginar, a situação passa longe de ser tão simples. Esperamos deles que de fato permaneçam na pobreza e protejam a floresta para as gerações futuras. Já pensaram o quão importante as futuras gerações seriam se tratando primeiro de não ter o que dar de comer para os próprios filhos? Estou curioso para saber quando aqueles cujo maior problema atual é a floresta amazônica fizeram algo pela proteção do próprio meio ambiente? Quando foi a última vez que compraram produto húngaro no lugar de produto estrangeiro barato? Quando escolheram pela última vez o transporte público para chegar ao trabalho em vez dos próprios carros? Culpar os outros nas mídias sociais e ter medo sai de graça, é claro, e não requer nenhum esforço. E se o indivíduo ainda doar alguns mil florins para qualquer organização de caridade, então realmente já fez tudo o que estava ao seu alcance. E de fato fez?

Será possível que o constante temor e o fetichismo de certos aspectos da proteção ao meio ambiente seja uma espécie de substituto religioso ao homem metropolitano sem raízes? Pois a adoração e o respeito dos jovens urbanos de sociedades desenvolvidas por oceanos e florestas nunca vistas é muito semelhante ao fanatismo religioso tão negado por eles, do outro lado. A base da religião é a fé e não os fatos. O dogma da imaculada concepção é aceito sem questionar por mais de um bilhão de católicos, – inclusive pelo autor destas linhas – embora trate-se de uma tese dificilmente justificável por fatos. No caso da Amazônia temos fatos, mas isso não interessa a ninguém, porque se acredita que os incêndios atuais possam ameaçar as suas vidas e até as de seus netos. Falta apenas uma coisa: a verdadeira sacralidade. Na ausência dela, o objeto do nosso fanatismo não passa de ídolo.

Para um cristão a proteção ambiental é uma tarefa real, dada por Deus. O senhor do mundo criado é o homem: o Criador confiou aos seus cuidados as florestas tropicais, os oceanos, bem como todos os outros cantos da Terra e todas as suas criaturas. E o que significa ser um bom senhor? É uma difícil questão. De qualquer forma certamente não significa colocar toda vida na terra ao mesmo nível da vida humana, e lamentar mais a morte de um bichinho fofo do que a do mais terrível criminoso. E obviamente não significa que a destruição gratuita da natureza seja aceitável por qualquer motivo. A questão verdadeiramente difícil é: a derrubada das florestas tropicais é justificável se a este preço pudermos alimentar nossa família. Este é o real e sério dilema moral, digno de diálogo significativo.

Os “eco-ansiosos” profissionais não chegam, porém, até este ponto. Mas por que chegariam? A sua visão de mundo está completa. Existem os maus, aqueles que não compreendem a grandeza deles. Não compreendem por serem limitados e do interior. São os que elegem os Trumps, os Orbáns, e os Bolsonaros. E o que dizer que nos países chamados de desenvolvidos ainda existem áreas verdes íntegras porque as pessoas cuidam e cultivam estas terras? Isso não interessa, o que importa são as florestas tropicais e os oceanos. E que todas as celebridades pensam da mesma maneira, e certamente celebridades não erram.

E onde estão aqueles que geram verdadeiramente a histeria? Aqueles políticos que realmente têm conhecimento dos fatos, mas não dão a mínima para tais? Aqueles que julgam Bolsonaro o principal inimigo, e se calam quando a floresta queima no Canadá de Trudeau? A verdade é que para eles a proteção ambiental não passa de instrumento. Não é um fenômeno novo, desde Joschka Fischer a Cohn-Bendit uma geração inteira de políticos comunistas se converteu a verde para se manter no poder. Agora também não está diferente: aqueles que ontem consideravam a migração o maior problema da civilização, hoje já passam para a “onda verde”. Para eles tanto faz. Estão perdendo lentamente a guerra de comunicação referente à migração, por isso tendem escolher um novo campo de batalha. O que interessa a eles é encontrar uma razão para interferir nos assuntos internos de estados soberanos, e o resto simplesmente não importa.

Eis o verdadeiro problema. E como o problema da migração não vai se resolver por passe de mágica, ainda por um longo tempo devemos contar com fenômenos parecidos aos da Amazônia. Então, todos nós devemos fazer a nossa parte pela proteção do nosso mundo criado. Não incitando histeria ou com curtidas na mídia social, mas sim com ações reais com verdadeiros efeitos.

O autor é diretor estratégico do Centro de Direitos Fundamentais

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Só nesse país que a gente tem que dá o "direto" ao cara de ser burro ou bandido ...

Principalmente, segundo a mídia ...
 
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