O papo é POLÍTICA - Estamos de olho! / Estamos de olho? / Estamos de olho...

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Tirando tudo que tá errado, tá tudo certo
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Aos que são a favor do Bolsonaro, acreditam na inocência do senador Flávio Bolsonaro?
Sério, sem ironia.
Vou responder sem problema algum.
Sou a favor da política de governo, e por extensão a Bolsonaro.
Há indícios de irregularidades e seu comportamento indica culpa no cartório.
Se provados os crimes, que perca o mandato e responda na justiça por este crimes.
E se o Bolsonaro sacrificar o plano de combate à corrupção para começar a fazer conchavos pra livrar o filho, que venha o Mourão em seu lugar e Sérgio Mouro em 2022.
 

sorveti

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Vou responder sem problema algum.
Sou a favor da política de governo, e por extensão a Bolsonaro.
Há indícios de irregularidades e seu comportamento indica culpa no cartório.
Se provados os crimes, que perca o mandato e responda na justiça por este crimes.
E se o Bolsonaro sacrificar o plano de combate à corrupção para começar a fazer conchavos pra livrar o filho, que venha o Mourão em seu lugar e Sérgio Mouro em 2022.
Acho q isso ai resume bem o que a maioria da direita pensa (mesmo sentindo aflição com mourão na presidência kkk). Minha opinião pessoal é que o Flávio tem sim algo podre... Resta saber se o Bolso esta a compactuar com isso, mas creio que não.
 

BetoValdo

queridinho do maumau
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Vou responder sem problema algum.
Sou a favor da política de governo, e por extensão a Bolsonaro.
Há indícios de irregularidades e seu comportamento indica culpa no cartório.
Se provados os crimes, que perca o mandato e responda na justiça por este crimes.
E se o Bolsonaro sacrificar o plano de combate à corrupção para começar a fazer conchavos pra livrar o filho, que venha o Mourão em seu lugar e Sérgio Mouro em 2022.
estou por fora, o que os filhos do bolsonaro fizeram de ilicitos ?

pelo que vi aqui é sobre venda e compra de imoveis... todos declarados, todos feito com dinheiro digital pelo banco, que é a coisa mais facil de ser rastreado no mundo.

tem muita gente que compra imovel de pessoas que estão com divida até o c$ e essas pessoas só querem que uma outra assuma a divida e nada mais, creio que pode ser um dos fatores para isso.
Brasil é record de pessoas que se endividam para comprar carro/casa, não pagam o Carne e tem que passar a divida a um preço baixissimo....

Eu pensei que a corrupção dos bolsonaristas fosse alguma empresa que pegou empréstimo no Banco Estatal, aplicou no Tesouro e depois deu calote no Banco Estatal, pratica tão comum quanto andar pra frente nos ultimos 20 anos...
O Flavio não se envolveu com estatal, não pegou empréstimo em banco estatal, não esta devendo pra ninguém. O Crime dele foi comprar imovel e revender mais caro ?? WTF, se é assim tem que prender 10% da população brasileira que faz o mesmo todos os anos.
 
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renatope

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Aos que são a favor do Bolsonaro, acreditam na inocência do senador Flávio Bolsonaro?
Sério, sem ironia.
A resposta pra isso é simples, o Bolsonaro mesmo falou muitas vezes na campanha.
Tem que se fudê mesmo e acabô, talkei?
E se ele não mantiver a posição de ser contra qualquer tipo de corrupção e lutar para acabar com ela, o mesmo vale pra ele.
 

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estou por fora, o que os filhos do bolsonaro fizeram de ilicitos ?

pelo que vi aqui é sobre venda e compra de imoveis... todos declarados, todos feito com dinheiro digital pelo banco, que é a coisa mais facil de ser rastreado no mundo.

tem muita gente que compra imovel de pessoas que estão com divida até o c$ e essas pessoas só querem que uma outra assuma a divida e nada mais, creio que pode ser um dos fatores para isso.
Brasil é record de pessoas que se endividam para comprar carro/casa, não pagam o Carne e tem que passar a divida a um preço baixissimo....

Eu pensei que a corrupção dos bolsonaristas fosse alguma empresa que pegou empréstimo no Banco Estatal, aplicou no Tesouro e depois deu calote no Banco Estatal, pratica tão comum quanto andar pra frente nos ultimos 20 anos...
O Flavio não se envolveu com estatal, não pegou empréstimo em banco estatal, não esta devendo pra ninguém. O Crime dele foi comprar imovel e revender mais caro ?? WTF, se é assim tem que prender 10% da população brasileira que faz o mesmo todos os anos.
O suposto crime dele é o da rachadinha, quando os assessores repassam parte dos seus salários aos políticos que os empregam.
Prática comuníssima no Brasil, mas que não deixa de ser errada.
Este é o seu crime. Nada de corrupção escrachada, nem caixa 2, nem enriquecimento ilícito.
Mas sabe, né? Para a imprensa, esquerdistas e isentões tudo que puder manchar o Bolsonaro tá valendo.
 

BetoValdo

queridinho do maumau
Banido
O suposto crime dele é o da rachadinha, quando os assessores repassam parte dos seus salários aos políticos que os empregam.
Prática comuníssima no Brasil, mas que não deixa de ser errada.
Este é o seu crime. Nada de corrupção escrachada, nem caixa 2, nem enriquecimento ilícito.
Mas sabe, né? Para a imprensa, esquerdistas e isentões tudo que puder manchar o Bolsonaro tá valendo.
isso eu acho um absurdo, tantas coisas piores acontecendo com diversos politicos ai.

esse treco de sigilo privilegiado também é outra coisa sem noção alguma.

se for pra investigar 1 politico por causa disso, que investigue todos uai, essa pratica é sim muito comum, mas a midia só da atenção a poucos...
 

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isso eu acho um absurdo, tantas coisas piores acontecendo com diversos politicos ai.

esse treco de sigilo privilegiado também é outra coisa sem noção alguma.

se for pra investigar 1 politico por causa disso, que investigue todos uai, essa pratica é sim muito comum, mas a midia só da atenção a poucos...
Praticamente todos os políticos têm seus pecados envolvendo coisa errada.
Se for pra cassar político por estes deslizes não haveria um município de 1000 habitantes que teria a câmara com 100% dos vereadores.
 
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JohannesBR

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Praticamente todos os políticos têm seus pecados envolvendo coisa errada.
Se for pra cassar político por estes deslizes não haveria um município de 1000 habitantes que teria a câmara com 100% dos vereadores.
Isso não importa. O cara foi eleito com um discurso claro de combate à corrupção. Se ele não está disposto a cortar na própria carne então não merece os votos que recebeu.

Pior é que o Mourão não seria muito diferente, só lembrar do filho privilegiado no BB. Ao menos Mourão seria menos bostejador e disposto a ficar dando tiro no próprio pé toda semana.
 

brender

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Documentos e áudios inéditos mostram plano de Bolsonaro para povoar Amazônia contra chineses, ONGs e Igreja Católica

Completo: https://theintercept.com/2019/09/19/plano-bolsonaro-paranoia-amazonia/

O governo de Jair Bolsonaro está discutindo, desde fevereiro, o maior plano de ocupação e desenvolvimento da Amazônia desde a ditadura militar. Gestado pela Secretaria de Assuntos Estratégicos, com coordenação de um coronel reformado, o projeto Barão de Rio Branco retoma o antigo sonho militar de povoar a Amazônia, com o pretexto de desenvolver a região e proteger a fronteira norte do país.

Documentos inéditos obtidos pelo Intercept detalham o plano, que prevê o incentivo a grandes empreendimentos que atraiam população não indígena de outras partes do país para se estabelecer na Amazônia e aumentar a participação da região norte no Produto Interno Bruto do país.

Completo: https://theintercept.com/document/2019/09/12/plano-de-desenvolvimento-da-amazonia/





1
INDUSTRIALIZAÇÃO DE MINÉRIOS AMAZÔNICOS


O documento mostra que o governo vê como “riquezas” os minérios, o potencial hidrelétrico e as terras cultiváveis do planalto da Guiana, que ficam entre o Amapá, Roraima e o norte do Pará e do Amazonas. “Tudo praticamente inexplorado”, “distante do centro do Brasil”, “e de costa (sic) para as riquezas do norte”, diz um slide.

2
OS CHINESES NO SURINAME


Na visão da gestão Bolsonaro, a população tradicional — indígenas e quilombolas — é um empecilho à presença do estado no local. Segundo o projeto, a “situação econômica do Brasil” e os paradigmas do “indigenismo”, do “quilombolismo” e do “ambientalismo” eram entraves do passado. O “novo paradigma”, com o governo Bolsonaro, com o “liberalismo” e o “conservadorismo”, traz “nova esperança para a Pátria”. “Brasil acima de tudo”, diz o slide, repetindo o slogan de campanha do ex-deputado.

Em um áudio gravado durante a reunião e enviado ao Intercept por uma fonte que pediu para não ser identificada, o General Santa Rosa afirmou que o Brasil precisa agir para garantir a soberania na fronteira com o Suriname, país que recebe investimento e imigrantes chineses. Segundo ele, a China tem resolvido conflitos em fronteiras promovendo políticas de imigração em massa para regiões problemáticas ou que são consideradas estratégicas, como a Sibéria, o Nepal e o Suriname. “Na fronteira oeste da Sibéria tem mais chinês hoje do que cossaco. A Rússia está acordando para um problema de segurança nacional muito sério. Nós temos que acordar aqui antes que o problema ocorra”, disse, na gravação.




Perguntei a Mauricio Santoro, professor de relações internacionais na Universidade Estadual do Rio de Janeiro, se a preocupação encontra respaldo na realidade. Ele explicou que a China não tem uma política de imigração de seus cidadãos. Pelo contrário: o país está tentando atrair de volta o pessoal técnico e científico que vive no Ocidente.

Na Rússia, de fato há uma presença crescente de imigrantes chineses, em terras em que os dois países disputaram nos séculos 17 e 18 e ainda despertam preocupação do lado russo. No Suriname — país muito pequeno, com 500 mil habitantes — também houve uma onda de imigração chinesa que acompanhou os investimentos do país oriental. “Nos últimos anos a China tem investido bastante no país, que tem reservas minerais significativas, e aumentado sua influência por meio de ajuda internacional e empréstimos ao governo local”, diz Santoro. Mas também há imigração de brasileiros para lá, sobretudo, segundo o pesquisador, para explorar oportunidades nos garimpos ou na construção civil.

“Os militares tendem a ver a presença de estrangeiros na Amazônia, sobretudo de países de fora da América do Sul, como um problema e um risco à segurança nacional. Isso diz mais sobre a visão de mundo das Forças Armadas brasileiras do que sobre os objetivos de outras nações na região”, argumentou Santoro.

Para proteger as fronteiras, os militares planejam também desenvolver a região – sem explicar como ou a que custo ambiental, social e financeiro. “Tem que aumentar a renda, a contribuição da Amazônia para o PIB do Brasil, que hoje não passa de 5,4% numa região riquíssima. Nós temos que chegar a 50%, pelo menos, para equilibrar o restante do país”, disse na gravação o homem que aparenta falar em nome do governo Bolsonaro.

Na verdade, hoje o PIB gerado pela Amazônia Legal corresponde a 8,6% do total do Brasil — fatia que vem aumentando. Para se chegar ao valor proposto, a Amazônia precisaria gerar uma riqueza quase duas vezes maior à de São Paulo, estado mais rico do Brasil, hoje responsável por 31% do PIB.

3
UMA ANTIGA OBSESSÃO DOS MILITARES

Não é a primeira vez que as Forças Armadas traçam um plano de defesa da Amazônia — e nem que ignoram a população indígena que vive no local. O Exército tem uma preocupação antiga com as fronteiras do norte.

“Havia um aspecto da doutrina que dizia que o Brasil não podia ter espaços vazios porque seriam ameaças à segurança nacional”, me disse João Alberto Martins Filho, que pesquisa as Forças Armadas há três décadas. “O conceito era de que era necessário vivificar as regiões com baixa ocupação populacional, e isso se transformou em política de estado”.

Durante a construção da BR-174, a Manaus-Boa Vista, por exemplo, o Exército realizava “demonstrações de força” com metralhadoras, granadas e dinamites contra os indígenas Waimiri-Atroari. A ideia era mostrar que os militares eram muito mais fortes do que eles.

O embate não ficou só no campo da demonstração: milhares de indígenas foram massacrados. Em 1972, havia cerca de 3 mil Waimiri-Atroari. Em 1983, eram 350.

“Os militares ignoravam completamente a existência da população indígena”, diz Martins Filho. Estima-se que mais de 8 mil indígenas tenham sido mortos durante o regime — eles eram vítimas de envenenamento, pistolagem, confronto com militares, fazendeiros e de doenças trazidas pelos brancos durante a colonização e as grandes obras, principalmente rodovias.

Com o fim da guerra fria, o contexto geopolítico mudou, e a preocupação dos militares passou a ser os EUA. Entre os anos 1980 e 1990, começou a surgir na comunidade internacional uma discussão sobre se o Brasil estava falhando em proteger a Amazônia.

Os quartéis passaram a temer que os americanos invadissem a floresta sob a justificativa de proteger o meio ambiente global.

Hoje, o Exército acredita que há uma “grande estratégia indireta” de anulação do estado brasileiro na Amazônia. A tese tomaria o lugar do medo de uma invasão militar, popular na caserna durante a ditadura. Há um temor antigo, por exemplo, de que os Yanomami brasileiros se juntem com os venezuelanos na criação da nação Yanomami.

4
DA CRISE À OPORTUNIDADE


O governo queria que o projeto Rio Branco fosse viabilizado por um decreto em um prazo de 100 dias a partir de janeiro, mas isso não aconteceu.
 

Viniciusv10

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Documentos e áudios inéditos mostram plano de Bolsonaro para povoar Amazônia contra chineses, ONGs e Igreja Católica

Completo: https://theintercept.com/2019/09/19/plano-bolsonaro-paranoia-amazonia/

O governo de Jair Bolsonaro está discutindo, desde fevereiro, o maior plano de ocupação e desenvolvimento da Amazônia desde a ditadura militar. Gestado pela Secretaria de Assuntos Estratégicos, com coordenação de um coronel reformado, o projeto Barão de Rio Branco retoma o antigo sonho militar de povoar a Amazônia, com o pretexto de desenvolver a região e proteger a fronteira norte do país.

Documentos inéditos obtidos pelo Intercept detalham o plano, que prevê o incentivo a grandes empreendimentos que atraiam população não indígena de outras partes do país para se estabelecer na Amazônia e aumentar a participação da região norte no Produto Interno Bruto do país.

Completo: https://theintercept.com/document/2019/09/12/plano-de-desenvolvimento-da-amazonia/





1
INDUSTRIALIZAÇÃO DE MINÉRIOS AMAZÔNICOS


O documento mostra que o governo vê como “riquezas” os minérios, o potencial hidrelétrico e as terras cultiváveis do planalto da Guiana, que ficam entre o Amapá, Roraima e o norte do Pará e do Amazonas. “Tudo praticamente inexplorado”, “distante do centro do Brasil”, “e de costa (sic) para as riquezas do norte”, diz um slide.

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OS CHINESES NO SURINAME


Na visão da gestão Bolsonaro, a população tradicional — indígenas e quilombolas — é um empecilho à presença do estado no local. Segundo o projeto, a “situação econômica do Brasil” e os paradigmas do “indigenismo”, do “quilombolismo” e do “ambientalismo” eram entraves do passado. O “novo paradigma”, com o governo Bolsonaro, com o “liberalismo” e o “conservadorismo”, traz “nova esperança para a Pátria”. “Brasil acima de tudo”, diz o slide, repetindo o slogan de campanha do ex-deputado.

Em um áudio gravado durante a reunião e enviado ao Intercept por uma fonte que pediu para não ser identificada, o General Santa Rosa afirmou que o Brasil precisa agir para garantir a soberania na fronteira com o Suriname, país que recebe investimento e imigrantes chineses. Segundo ele, a China tem resolvido conflitos em fronteiras promovendo políticas de imigração em massa para regiões problemáticas ou que são consideradas estratégicas, como a Sibéria, o Nepal e o Suriname. “Na fronteira oeste da Sibéria tem mais chinês hoje do que cossaco. A Rússia está acordando para um problema de segurança nacional muito sério. Nós temos que acordar aqui antes que o problema ocorra”, disse, na gravação.




Perguntei a Mauricio Santoro, professor de relações internacionais na Universidade Estadual do Rio de Janeiro, se a preocupação encontra respaldo na realidade. Ele explicou que a China não tem uma política de imigração de seus cidadãos. Pelo contrário: o país está tentando atrair de volta o pessoal técnico e científico que vive no Ocidente.

Na Rússia, de fato há uma presença crescente de imigrantes chineses, em terras em que os dois países disputaram nos séculos 17 e 18 e ainda despertam preocupação do lado russo. No Suriname — país muito pequeno, com 500 mil habitantes — também houve uma onda de imigração chinesa que acompanhou os investimentos do país oriental. “Nos últimos anos a China tem investido bastante no país, que tem reservas minerais significativas, e aumentado sua influência por meio de ajuda internacional e empréstimos ao governo local”, diz Santoro. Mas também há imigração de brasileiros para lá, sobretudo, segundo o pesquisador, para explorar oportunidades nos garimpos ou na construção civil.

“Os militares tendem a ver a presença de estrangeiros na Amazônia, sobretudo de países de fora da América do Sul, como um problema e um risco à segurança nacional. Isso diz mais sobre a visão de mundo das Forças Armadas brasileiras do que sobre os objetivos de outras nações na região”, argumentou Santoro.

Para proteger as fronteiras, os militares planejam também desenvolver a região – sem explicar como ou a que custo ambiental, social e financeiro. “Tem que aumentar a renda, a contribuição da Amazônia para o PIB do Brasil, que hoje não passa de 5,4% numa região riquíssima. Nós temos que chegar a 50%, pelo menos, para equilibrar o restante do país”, disse na gravação o homem que aparenta falar em nome do governo Bolsonaro.

Na verdade, hoje o PIB gerado pela Amazônia Legal corresponde a 8,6% do total do Brasil — fatia que vem aumentando. Para se chegar ao valor proposto, a Amazônia precisaria gerar uma riqueza quase duas vezes maior à de São Paulo, estado mais rico do Brasil, hoje responsável por 31% do PIB.

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UMA ANTIGA OBSESSÃO DOS MILITARES


Não é a primeira vez que as Forças Armadas traçam um plano de defesa da Amazônia — e nem que ignoram a população indígena que vive no local. O Exército tem uma preocupação antiga com as fronteiras do norte.

“Havia um aspecto da doutrina que dizia que o Brasil não podia ter espaços vazios porque seriam ameaças à segurança nacional”, me disse João Alberto Martins Filho, que pesquisa as Forças Armadas há três décadas. “O conceito era de que era necessário vivificar as regiões com baixa ocupação populacional, e isso se transformou em política de estado”.

Durante a construção da BR-174, a Manaus-Boa Vista, por exemplo, o Exército realizava “demonstrações de força” com metralhadoras, granadas e dinamites contra os indígenas Waimiri-Atroari. A ideia era mostrar que os militares eram muito mais fortes do que eles.

O embate não ficou só no campo da demonstração: milhares de indígenas foram massacrados. Em 1972, havia cerca de 3 mil Waimiri-Atroari. Em 1983, eram 350.

“Os militares ignoravam completamente a existência da população indígena”, diz Martins Filho. Estima-se que mais de 8 mil indígenas tenham sido mortos durante o regime — eles eram vítimas de envenenamento, pistolagem, confronto com militares, fazendeiros e de doenças trazidas pelos brancos durante a colonização e as grandes obras, principalmente rodovias.

Com o fim da guerra fria, o contexto geopolítico mudou, e a preocupação dos militares passou a ser os EUA. Entre os anos 1980 e 1990, começou a surgir na comunidade internacional uma discussão sobre se o Brasil estava falhando em proteger a Amazônia.

Os quartéis passaram a temer que os americanos invadissem a floresta sob a justificativa de proteger o meio ambiente global.

Hoje, o Exército acredita que há uma “grande estratégia indireta” de anulação do estado brasileiro na Amazônia. A tese tomaria o lugar do medo de uma invasão militar, popular na caserna durante a ditadura. Há um temor antigo, por exemplo, de que os Yanomami brasileiros se juntem com os venezuelanos na criação da nação Yanomami.

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DA CRISE À OPORTUNIDADE


O governo queria que o projeto Rio Branco fosse viabilizado por um decreto em um prazo de 100 dias a partir de janeiro, mas isso não aconteceu.
Que legal. Tomara que de certo mesmo.
Iria dar um boom na economia e desenvolvimento do Brasil. 'Aquilo' lá só está sendo protegido sem utilidade nenhum, diante a tamanha potencialidade que se tem na Amazônia.
 
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brender

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Huawei e China Mobile: aliança chinesa de olho na compra da Oi e na expansão do 5G
As duas gigantes asiáticas se aproximam da tele em crise, num movimento que antecipa efeitos da guerra comercial

https://oglobo.globo.com/economia/https://oglobo.globo.com/economia/huawei-china-mobile-alianca-chinesa-de-olho-na-compra-da-oi-na-expansao-do-5g-23964210

SÃO PAULO - Duas gigantes chinesas — Huawei e China Mobile — unem esforços para entrar na disputa pela Oi, a maior operadora de telefonia fixa do país que está em recuperação judicial desde 2016. Elas têm a perspectiva de um salto no volume de negócios quando o país começar a instalar redes de telefonia móvel da quinta geração (5G).

E este movimento se une ao lobby da Huawei para demarcar território e evitar que a guerra comercial travada entre as duas maiores potências globais afete seus negócios no Brasil.

Uma maior presença chinesa no setor é parte da estratégia comercial da Huawei, que já enfrenta restrições em países como Austrália, Nova Zelândia e Estados Unidos, acusada de espionagem com seus produtos. Uma aquisição da Oi resolveria também um grande nó empresarial brasileiro: a segunda maior recuperação judicial no país. E para a China Mobile, seria a chance de entrar no mercado brasileiro.

Há dois anos, a China Mobile já havia manifestado interesse pela Oi e chegou até a fazer uma due diligence (amplo levantamento de dados que engloba a avaliação de oportunidades, perspectivas para o negócio e riscos da operação). O negócio, no entanto, não foi adiante.

Estratégia: Oi: acionistas estudam vender operações da empresa em fatias

Entre os entraves, os chineses citavam precondições como a aprovação da nova Lei Geral de Telecomunicações, o novo Plano Geral de Metas de Universalização e regras mais claras sobre créditos tributários. Com aspectos regulatórios já resolvidos e incentivada pela Huawei, a China Mobile volta à carga.

Xadrez geopolítico

Para a Huawei, fornecedora de telecomunicações da Oi e das rivais, o que está em jogo é a garantia de fornecimento de material para as redes de 5G. A Oi conta com uma rede de fibra óptica de 360 mil quilômetros, a maior do país, um ativo atraente diante da perspectiva de instalação do 5G.

Além disso, a aproximação marca mais uma etapa do xadrez geopolítico deflagrado pela guerra comercial. Os chineses tentam evitar que seus produtos se tornem alvo de qualquer tipo de restrição no país, considerada um risco diante da proximidade do presidente Jair Bolsonaro do governo de Donald Trump.

Uma das saídas seria evitar que a Oi fique nas mãos de uma empresa americana. A lógica é que, se a Huawei aumentar sua presença no Brasil por meio da maior operadora de telefonia fixa do país, ela pode se tornar grande demais para sofrer restrições.

Na lista de empresas que já manifestaram interesse pela Oi constam não só a TIM e a Telefônica, como a AT&T. Uma vitória da americana multiplicaria os riscos para a Huawei. A Oi já é uma das grandes compradoras de insumos da chinesa, e as duas têm um projeto piloto de 5G em conjunto em Búzios, no Rio.


Não está clara, no entanto, qual seria a modelagem do negócio, ou seja, ainda não se sabe se as empresas atuariam em parceria ( joint venture ) ou se trabalhariam juntas no financiamento da operação ou se fechariam apenas um acordo para fornecimento de insumos.

O anúncio de uma fábrica de US$ 800 milhões (R$ 3,2 bilhões) da Huawei para fabricação de celulares no Estado de São Paulo faria parte da estratégia chinesa de mostrar às autoridades brasileiras real disposição de entrar e investir no mercado local. A Huawei é a segunda maior fabricante de celulares do mundo, atrás apenas da Samsung e à frente da Apple. Este projeto, previsto para começar no ano que vem, ampliaria ainda mais os laços da empresa com o Brasil.

Os americanos acusam a Huawei e a também chinesa ZTE de utilizarem seus equipamentos para obter dados dos clientes, em um caso de espionagem negado pelas empresas asiáticas, que rebatem Washington, afirmando que há interesses protecionistas na restrição às companhias.

Lobby chinês
A gigante chinesa de tecnologia tem feito um forte lobby para mostrar que é confiável. No momento, cinco senadores brasileiros estão visitando a China para conhecer o país e a fábrica da Huawei.

— A empresa chinesa, juntamente com suecas e finlandesas, pode fornecer a tecnologia 5G de ponta a ponta. Visitamos a empresa e vimos que eles estão dispostos a nos oferecer uma parceria, com transferência de tecnologia — afirmou o senador Irajá Abreu (PSD-TO), que participa da viagem promovida por Pequim.

O senador Rogério Carvalho (PT-SE), que também compõe a comitiva, comparou o episódio aos caças suecos Gripen, da Saab:

— O Brasil tem que saber como explorar as opções. Poderemos ter com a China, na questão do 5G, uma transferência de tecnologia similar à que estamos tendo com os caças suecos.

Para especialistas, a lei brasileira garante boas regras de confiabilidade de dados e interconectividade entre companhias. A avaliação é que as companhias chinesas poderiam ser punidas caso de fato cometessem aqui as infrações das quais são acusadas nos EUA. Além disso, avaliam que há espaço para a entrada de novas empresas:

— O que queremos é que o leilão de 5G seja o mais rápido possível, para o país não ficar para trás. Não se trata apenas de ver vídeos ou jogos em uma velocidade superior, mas sim de criar um novo ambiente de negócios com a tecnologia, inclusive com a internet das coisas — explicou ao GLOBO Thiago Camargo, presidente do Movimento Brasil Digital.

Enquanto o Brasil não realiza o leilão, a guerra pelo fornecimento de tecnologia 5G se acirra. A Huawei informou, na semana passada, ter fechado 50 contratos pelo mundo, superando os 48 contratos da Nokia, que até então liderava esse movimento. Em terceiro lugar está a Ericsson, com 24 contratos.

Os interesses em jogo:

A gigante chinesa Huawei

A empresa ultrapassou Nokia e Ericsson no fornecimento de tecnologia 5G no mundo. O Brasil é mercado importante para a asiática, e o lobby para evitar sanções aqui passa pelo anúncio de fábrica em São Paulo e até viagens de senadores à China. A associação com a China Mobile é fundamental nessa estratégia.

A americana AT&T

A gigante americana, segundo fontes do mercado, avalia a possibilidade de entrar com força no mercado brasileiro de celulares. O impasse sobre o futuro da Oi pode representar uma oportunidade para a companhia, que se beneficiaria também da aproximação entre os governos de Brasil e EUA.

A ‘supertele’ em crise

A “supertele” brasileira, que ganhou fôlego durante os governos petistas, entrou em recuperação judicial em 2016, com dívidas estimadas à época em R$ 65 bilhões. É a maior operadora de telefonia fixa do país, com presença também na telefonia móvel e banda larga.

O mercado espera a realização do primeiro leilão de 5G em 2020, mas a Agência Nacional de Telecomunicações ainda não divulgou o edital. Entre as primeiras aplicações do 5G no país, espera-se a ampliação da rede de banda larga fixa sem fio, além da chamada “internet das coisas”.
 
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Bondbyte

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Eu quero mais é que a China e a Huawei venham mesmo pro Brasil.
Não tenho medo de estarem me espionando.
:challenge:

A menos que acessos ao adrenaline constituem riscos à segurança chinesa e vídils do xaviervideos de faveladas dançando funk sejam ameaças a paz mundial.
:br:
 

jcjcosta

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Quando o castigo vem a galope...

Lembra do esquerdinha da Quadrilha do PT (Orcrim), senador Rogério Carvalho que sabatinou a vida do Juiz Sérgio Moro ...

Memória abaixo...






Pois é ...



Senador petista que atacou Moro é o mais novo condenado por improbidade e tem direitos políticos cassados





Mais um petista condenado por má gestão do sagrado dinheiro da saúde.
O atual senador Rogério Carvalho na época em que foi Secretário de Saúde de Sergipe foi acusado de improbidade administrativa e acaba de ser condenado pela Justiça daquele estado.

Ele terá que ressarcir ao erário, prejuízos na monta de R$ 589.991,74 e teve os seus direitos políticos cassados por 5 anos.
A decisão diz que o senador praticou “atos ímprobos graves”.
Curiosamente, foi esse petista um dos mais destacados nos ataques ao ministro Sérgio Moro, quando este esteve na Comissão de Constituição e Justiça do Senado Federal para prestar esclarecimentos sobre as mensagens roubadas pelo gangster Verdevaldo.
O castigo veio a galope…

 

shin

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O suposto crime dele é o da rachadinha, quando os assessores repassam parte dos seus salários aos políticos que os empregam.
Prática comuníssima no Brasil, mas que não deixa de ser errada.
Este é o seu crime. Nada de corrupção escrachada, nem caixa 2, nem enriquecimento ilícito.
Mas sabe, né? Para a imprensa, esquerdistas e isentões tudo que puder manchar o Bolsonaro tá valendo.
No caso do Flávio, o que se tem de indícios até agora é rachadinha do Queiroz com seus parentes. Não se encontrou ainda vínculo do Queiroz repassando para o Flávio.

Diferente do David Miranda, em que esse sim já se encontrou repasse de funcionário do gabinete dele para o próprio quando era vereador.
 

Bondbyte

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No caso do Flávio, o que se tem de indícios até agora é rachadinha do Queiroz com seus parentes. Não se encontrou ainda vínculo do Queiroz repassando para o Flávio.

Diferente do David Miranda, em que esse sim já se encontrou repasse de funcionário do gabinete dele para o próprio quando era vereador.
Exato.
Mas como o caso é muito nebuloso, vou ficar na hipótese de que ele tem culpa no cartório, principalmente devido o fato dele estar sempre contra as medidas que visam o combate à corrupção.
 

lNeml

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O suposto crime dele é o da rachadinha, quando os assessores repassam parte dos seus salários aos políticos que os empregam.
Prática comuníssima no Brasil, mas que não deixa de ser errada.
Este é o seu crime. Nada de corrupção escrachada, nem caixa 2, nem enriquecimento ilícito.
Mas sabe, né? Para a imprensa, esquerdistas e isentões tudo que puder manchar o Bolsonaro tá valendo.
O melhor é ver defendendo. Super honesto vc contratar alguém e pegar metade do salário. Honrosa tal situação. Servir o "mitinho" e rachar o salário.
 

JohannesBR

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Alguém saiu espalhando a mensagem "O islã está certo quanto às mulheres" em Winchester nos EUA.
Os SJW e esquerdoidos estão com o cérebro em curto por lá. :sefu: :sefu: :sefu:


A melhor arma contra esses fanáticos sjw e esquerdopatas é fazer eles provarem do próprio veneno e contradições imbecis.
 

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XY win!
Podem XXorar mulieres.
 

winderson

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Alguém saiu espalhando a mensagem "O islã está certo quanto às mulheres" em Winchester nos EUA.
Os SJW e esquerdoidos estão com o cérebro em curto por lá. :sefu: :sefu: :sefu:


A melhor arma contra esses fanáticos sjw e esquerdopatas é fazer eles provarem do próprio veneno e contradições imbecis.
:bwahaha: :bwahaha: :bwahaha: :bwahaha: :bwahaha:

Jogada de gênio.


XY win!
Podem XXorar mulieres.
Ruim é que muita mulher que passou a vida treinando vai sofrer por causa de meia dúzia de maluca que defenda essa estupidez generalizada comprovadamente desbancada de ideologia de gênero. Próximas olimpíadas vai ter bola saindo do shortinho :facepalm:
 

MeTaLL

Já foi pra academia hoje?
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Aos que são a favor do Bolsonaro, acreditam na inocência do senador Flávio Bolsonaro?
Sério, sem ironia.
claro que não e está evidente a atuacao do executivo para tentar proteger o filho, fora a falta de apoio na cpi da lava toga está claro que o flavio tem coisa, pode ser pequena não é coisa de bilhoes mas é corrupcao igual ao lula e merece cadeia também. Direita nao tem um culto a personalidade como a esquerda então já sabe bandido nao tem vez.
 

camilo79

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Sei que pouca gente aqui vai se interessar, mas


O editor executivo, Demori, e o deputy editor, Santi, do The Intercept Brasil estiveram numa faculdade essa semana para falar da Vaza-Jato e do The Intercept Brasil. Foi transmitido. Tem informação inédita ali.

Eis:

CLICA AQUI

:vinho:
 

JohannesBR

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“Macron, o maior poluidor da Terra”
SALVARMundo 21.09.19 16:48

Terminou em confusão a manifestação ecologista hoje em Paris, convocada pelo Greenpeace, que a interrompeu por causa da ação de black blocs.
Mais de 150 pessoas foram detidas.

Uma faixa dizia: “Macron, o maior poluidor da Terra”.
Sim, em Paris.
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Esse pessoal do Greenpeace deve ser tudo da extrema direita. :genio:
 

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