PC Baratinho para jogar Dying Light: nosso processador vai conseguir sobreviver aos zumbis?

Com o fim de um verdadeiro combo de excelentes jogos de 2015, agora enfim ganhamos tempo para revisitar outros games. Para desafio da vez pegamos Dying Light, um game lançado lá em janeiro e que chega com um desafio para nosso hardware.

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O jogo tem entre suas principais características cenários amplos e que trazem muito desafio ao processador, que pode ficar sobrecarregado com facilidade. Como podem ver abaixo nas especificações mínimas, estamos consideravelmente abaixo do que o desenvolvedor considera como o mínimo necessário para jogar:

Especificações mínimas:

-OS: Windows 7 64-bit / Windows 8 64-bit / Windows 8.1 64-bit
- Processador: Intel Core i5-2500 @3.3 GHz / AMD FX-8320 3.5 GHz
- Memória: 4 GB RAM DDR3
- HD 40 GB
- GPU: NVIDIA GeForce GTX 560 / AMD Radeon HD 6870 (1GB VRAM)


Para dar uma perspectiva, temos esses benchmarks abaixo de performance de processadores (o FX-8320 é pouca coisa abaixo do FX-8350) :

De placa de vídeo, estamos mais tranquilos: a nossa GTX 750Ti tem margem sobre a placa mínima, a GTX 560 (por falta de testes com ela, colocamos a um pouco mais potente GTX 560Ti no compartivo). Agora, para chegar ao recomendado, ainda tem muito chão. Isso fica notável na diferença entre a GTX 750Ti e a recomendada GTX 780.

 

Sem mais delongas, bora para os testes!

O resultado é a seguinte especificação no PC Baratinho para jogar Dying Light (pesquisa feita em 30/12):

Pentium - A8-5600 - AMD FX-6300 - R$ 459
- Asus M5A78L-M LX/BR - R$ 328
- PNY GeForce GTX 750Ti OC 2GB - R$ 679 - Análise da placa
- HD de 1TB Seagate Barracuda 1TB - R$ 329
2GB 4GB de memória RAM - R$ 160
- Fonte 350W -  R$ 144
- Tela, mouse e teclado reaproveitados de PCs velhos - R$ 0 

Custo total estimado: R$ 2.099

 

Apesar do sinal vermelho acionar de novo, o FX-6300 parece ter segurado "na ponta dos cascos" o game e conseguimos fluidez, mesmo com nosso processador se encaminhando para o seu limite. Assim como AC: Syndicate, temos aqui a CPU sendo o gargalo mais preocupante.

Felizmente foi possível jogar sem grandes upgrades. Porém foi preciso abrir mão de algumas configs: o antisserilhado está fora de cogitação, enquanto o campo de visão não pode ser muito extenso. Assim conseguimos um gameplay que em muitos momentos crava em 60FPS e fica de forma constante, com momentos de queda de frames próximo a chamas, por exemplo. A qualidade da imagem, apesar do serrilhado, não ficou ruim, graças as configurações intermediárias e a resolução FullHD. Em nossa config final, preferimos ligar o V-Sync, pois o tearing pode ser especialmente irritante (e até deixar tonto) nesses games em primeira pessoa com uma "pegada parkour".

Não vai embora não, antes de fechar o ano ainda tem mais um vídeo!

Com o ano chegando ao final, e com tantos episódios do PC Baratinho, é chegada a hora de arrematar esse ano que trouxe excelentes lançamentos (e outros com problemas). Preparem-se para um vídeo com o PC Baratinho do ano!

  • Redator: Diego Kerber

    Diego Kerber

    Formado em Jornalismo pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), Diego Kerber é aficionado por tecnologia desde os oito anos, quando ganhou seu primeiro computador, um 486 DX2. Fã de jogos, especialmente os de estratégia, Diego colabora com a Adrenaline na produção de notícias e artigos na coluna "Vida Digital".