SSD Team Group MP34 tem bom desempenho, durabilidade e preço

Com certeza um dos melhores SSD nessa faixa de preço
Por Fabio Feyh 29/09/2019 16:05 | atualizado 29/09/2019 16:08 comentários Reportar erro

Dando sequência nas várias análises de SSDs M.2 NVMe, agora é a vez do Team Group MP34, modelo que tem se destacado pelo bom desempenho com preço competitivo, ao menos quando falamos de cenário internacional, com o modelo de 1TB custando na casa de $110 dólares e o modelo de 512GB exatos $65 dólares.

Essa linha de SSDs da Team Group tem mudanças consideráveis no desempenho dependendo a capacidade, logo é importante ficar atento nesse detalhe. O modelo de 1TB tem tempos sequencias de leitura/escrita de 3.000/2.600 MB/s, já o modelo de 512GB tem 3.000/1.700 MB/s e o de 256GB tem 2.700/850 MB/s respectivamente. Nós iremos analisar o modelo de 512GB, que apesar do "corte" na escrita, ainda pode ser considerado uma opção interessante por seu preço atrativo associado as velocidades altas quando comparado aos modelos concorrentes, como Kingston A2000 que custa $79 na versão de 500GB e possui tempos de leitura/escrita de 2.200/2.000 MB/s, assim como o WD Blue SN500 de 500GB que sai por $65 também, mas tem tempos de leitura/escrita de 1.700/1.450MB/s. Outro detalhe é que o MP34 tem TBW de 800.000, bem alto comparado ao SN500 de 500GB que possui "apenas" 300.000.

Especificações técnicas acima da concorrência na mesma faixa de preço

Entre os modelos com melhor custo vs benefício atualmente quando se trata de SSD NVMe M.2 está a linha Intel 660p, mas o MP34 pode ser um forte concorrente.

Site oficial dos SSDs Team Group MP34
Artigo sobre tecnologias e diferença de SSDs e HDs


Especificações

A tabela abaixo mostra as principais características técnicas dos três modelos da linha MP34, como destacamos na introdução, com mudanças consideráveis entre as diferentes capacidades. O modelo de 1TB tem os melhores tempos de leitura e escrita, além do TBW que já era esperado. Mesmo com um "corte" considerável nas velocidades comparado ao modelo de maior capacidade, a versão de 512GB que estamos analisando tem especificações acima de modelos concorrentes na mesma faixa de preço.

O modelo de 256GB é o que possuiu os maiores cortes nas especificações, mas também continua sendo um bom modelo para ficar de olho, com TBW acima da média dos modelos de mesma capacidade, apesar da garantia inferior por parte da Team Group.

Confira o artigo sobre SSDs no Mundo Conectado

Não analisamos nenhum outro modelo com especificações tão boas nessa faixa de preço

Toda a linha utiliza memórias do tipo 3D TLC, adotado inclusive em linhas de alto desempenho como Seagate FireCure 510 e WD SN750. O motivo pelo qual essas memórias são amplamente utilizadas é conseguir entregar bons resultados por preços mais atrativos comparado com MLC, mais rápidas, mas mais caras. Também tem exite modelos com bons resultados utilizando memórias QLC, teoricamente inferiores, um exemplo é a Intel com a série 660p, engana-se quem acredita que SSDs com memórias QLC são lentos e de baixa durabilidade, pode ter, mas não é normal.


Comparativo

Abaixo tabela comparativa entre o SSD analisado com alguns outros modelos do mercado:

Comparativo


Team Group MP34 NVMe SSD

WD Blue SN500 NVMe SSD

Intel Serie 660p NVMe SSD

Crucial P1 M.2 NVMe SSD

Preços

Preço no lançamentoU$ 65,00 R$ 330,00 R$ 850,00 U$ 100,00
Preço atualizadoU$ 65,00 R$ 330,00 R$ 685,00 U$ 100,00

Características

Capacidade256GB, 512GB(cadastrada), 1TB 250GB (cadastrada), 500GB 512GB, 1TB(cadastrada), 2TB 500GB, 1TB(cadastrada), 2TB
InterfacePCIe 3.0 x4 - NVMe 1.3 PCIe 3.0 x2 - NVMe 1.3 PCIe 3.0 x4 - NVMe 1.3 PCIe 3.0 x4 - NVMe 1.3
Tipo de ConexãoM.2 2280 M.2 2280 M.2 2280 M.2 2280
ControladorPhison E12 WD SMI 2263 SMI 2263
Tipo das memóriasToshiba BiCS3 TLC NAND SanDisk 64-layer 3D TLC 3D2 QLC Micron 64L 3D QLC
Leitura Sequencial3000 MB/s1700 MB/s1800 MB/s2000 MB/s
Escrita Sequencial1700 MB/s1300 MB/s1800 MB/s1700 MB/s
Leitura Aleatória190.000 IOPS210.000 IOPS150.000 IOPS170.000 IOPS
Escrita Aleatória160.000 IOPS170.000 IOPS220.000 IOPS240.000 IOPS
Classificação de resistência800 TBW150 TBW200 TBW200 TBW
Garantia3 anos 5 anos 5 anos 5 anos
Site oficialLinkLinkLinkLink


Memórias SLC, MLC, TLC e QLC

As memórias instaladas no SSD são importantes, pois elas afetam a velocidade e o tempo de vida dos dados armazenados.

Atualmente, temos quatro tipos comuns de memórias NAND utilizadas em SSDs, sendo as memórias TLC e QLC as mais recentes e, especialmente essa última, que tem possibilitado a popularização dos SSDs por permitir a indústria colocar modelos com alta capacidade no mercado, a preços mais competitivos.

SLC (Single-Level Cell): as primeiras memórias armazenando um único bit de dados por célula, sendo uma memória muito rápida e de alta duração. Porém, por não ser muito densa em quantidade de dados, é uma solução mais cara.

MLC (Multi-Layer Cell): surgiram em seguida como uma alternativa mais densa visando um preço mais atrativo, porém são mais lentas. Como alternativa para os SSDs continuarem com desempenho, algumas empresas adicionam pequenos cache em memórias SLC atuando como buffers de gravação. As memórias MLC estão caindo em desuso com a chegada das TLC, por questão de preço.

Mesmo as memórias QLC oferecem garantia de 5 anos.

TLC (Triple-Level Cell): estão presentes em uma série de SSDs. Conseguem ser ainda mais densas e com preços mais atrativos, mas pecam novamente na velocidade. Para se tornarem opções que justifiquem seu uso, precisam de buffers a fim de trazer ganhos práticos sobre os HDs. Esse tipo de memória para quem usa o computador em situações rotineiras como aplicações de trabalho e navegar na internet é suficiente. Não é uma solução recomendada apenas se o uso for para aplicações profissionais com grande trafego de dados (as soluções MLC são as mais recomendadas para esse perfil de usuário).

QLC (Quad-Level Cell): são as memórias mais recentes lançadas na indústria. O conceito sempre segue a mesma lógica: maior densidade para armazenar mais dados em menor espaço físico a fim de tornar o preço por MB menor, sempre tentando entregar um desempenho satisfatório através de alguma solução que contorne a perda de desempenho, quase sempre com cache dinâmico via SLC. Os modelos com alta capacidade mais baratos do mercado tem usado esse tipo de memória atualmente e tendem a ganhar cada vez mais espaço, porque entregam o benefício de um SSD com preço mais atrativo dos que as demais soluções.

Empresas como WD e Toshiba já trabalham em uma nova geração de memórias NAND chamada PLC, seguindo o mesmo conceito das memórias acima, mais densas e consequentemente mais lentas, provavelmente novamente usando memórias cache dinâmico SLC para acelerar, e no final ficando mais baratas que as QLC.


Tecnologias NVMe, SATA, PCIe 3.0 e 4.0

NVMe
Os SSDs mais recentes usam muito o termo NVMe no nome, materiais de marketing, caixas etc., porque esse é o protocolo utilizado pelos modelos mais. Essa "tecnologia", combinada com outras características técnicas, possibilita que os SSDs alcancem velocidades de leitura e escrita bem mais rápidas que protocolos anteriores, como o SATA. Resumidamente, se você quer um produto com tecnologia mais recente e naturalmente mais rápido, ele deve ser baseado em NVMe. Mas, tem um porém: computadores mais antigos (e não estou falando de modelos de 5 ou 6 anos atrás, mas até mesmo de 1 ou 2 anos) podem não suportar essa tecnologia, então é importante verificar antes se a sua placa-mãe ou notebook tem o suporte para esse padrão. Lembro ainda que SSDs NVMe podem ser baseados em dois tipos de formatos: M.2 (esses bem pequenos e finos) ou através de uma placa dedicada PCI-Express (modelo Corsair Neutron NX500 de nossos testes).

PCIe 3.0 e 4.0
Outra especificação importante em SSDs mais recentes é a velocidade do barramento PCI-Express, a grosso modo a "estrada" por onde os dados trafegam. Até o primeiro semestre de 2019, os modelos mais rápidos eram baseados em PCIe 3.0, mas esse ano, com o lançamento dos processadores Ryzen 3000 e placas-mãe com chipset X570 da AMD, tivemos a chegada do PCIe 4.0, que já em seus primeiros modelos alcançam velocidades de 5.000 MB/s.

Para resumir, quanto mais rápido for o barramento PCI-Express, maior será a velocidade de trafego disponível, mas para isso além do barramento o produto conectado também precisa ter suporte a tecnologia.


O que é TBW?

TBW, leia-se "terabytes gravados", é a medida utilizada para gerar uma estimativa de tempo de vida do SSD. Quanto maior o TBW, mais quantidade de dados gravados ele vai suportar. Em estimativas médias e genéricas, um SSD com 150TBW pode durar cerca de 10 anos quando se trata de leitura/gravação.

Dados médios: 100TBW = gravação de 50GB+ por dia durante 5 anos

Esse dado depende e varia bastante entre modelos e marcas de SSDs, além de ser diretamente relacionado ao tipo de memória utilizada (ex.: TLC ou QLC), então é importante ficar de olho para ver se ele atende o que você busca. Um SSD com 100TBW permitirá gravar, em média, pouco mais de 50GB por dia durante 5 anos, o que é mais do que suficiente para usuários comuns. Outro detalhe é que é comum drives de capacidade maior possuírem TBW mais alto, já que a tendência de quem busca maior capacidade é trabalhar com maior número de dados.

Os aplicativos fornecidos pelo fabricante normalmente informam como está o estado atual do TBW do SSD, mas existem outros software que fazem isso independente da marca, dando vários detalhes dos drives do sistema. Um desse softwares é o CrystalDiskMark, que pode ser baixado clicando aqui.


Fotos

O SSD analisado é baseado em formato M.2 de tamanho 2280 (22 mm de largura e 80mm de comprimento) com visual semelhante a maioria dos modelos nesse formato, apenas o PCB com o chio do controlador, memórias e um selo protetor sobre parte dos componentes informando detalhes sobre o drive

Nas fotos abaixo colocamos o MP34 junto com um WD SN750 e um SN500.


Sistema utilizado

Antes dos testes, configuração do sistema utilizado, além de uma foto do SSD instalado na plataforma de testes. Optamos por esse conector por ser uma posição tradicional e que está disponível em muitos modelos, inclusive em Mini-ITX, sendo assim é um cenário mais comum para tomar como base o teste de temperatura.

Máquina utilizada nos testes
- Mainboard Gigabyte X570 AORUS Master [análise]
- Processador AMD Ryzen 9 3900X [análise]
- Placa de vídeo NVIDIA GeForce RTX 2080[análise]
- Memórias G.Skill TridentZ RGB 16GB (2x8GB) [site oficial]
- SSD Gigabyte AORUS PCIe 4.0 1TB [site oficial]
- Fonte Thermaltake Toughpower 850W Gold [site oficial]

O SISTEMA NÃO RODA NENHUM ANTI VÍRUS OU
APLICATIVO QUE POSSA INTERFERIR NOS TESTES

Sistema Operacional e Drivers
- Windows 10 Pro 64 Bits

Aplicativos/Games:
- AS SSD Benchmark 2.x
- ATTO Benchmark 4.x
- Battlefield V (DX12)
- BootRacer 7.x
- CrystalDiskMark 6.x
- DiskBench


Firmware

Abaixo algumas imagens do aplicativo da Team Group para gerenciar seus SSDs. Para download da versão mais atual clique aqui.

Como a maioria dos aplicativos semelhantes, ele é responsável pelo gerenciamento do SSD, passando detalhes do SSD e até uma opção para migrar os dados entre diferentes drives.

Abaixo, tela do Crystal Disk Info com alguns detalhes técnicos do SSD analisado, em seguida gráficos comparativos.


Temperatura

Lembram que em reviews de SSD baseados em conexão Sata que os mesmos praticamente não geram calor, com o SSD aumentando pouco a temperatura quando em uso forçado? Em SSDs de conexão M.2 isso pode mudar bastante, não sendo nenhum absurdo que modelos alcancem 60º, 70º quando em operação, apesar dos modelos mais recentes ficarem com temperaturas abaixo de 60º graus em média.

A temperatura vai depender do controlador, memórias e especialmente onde o SSD ficará instalado, se direto na mainboard ou em uma placa dedicada vertical, se embaixo de uma placa de vídeo ou sobre um dissipador.

Trocar a conexão M.2 do drive na placa-mãe
pode resultar em mudança superior a 10º

É importante destacar que em nossos testes não utilizamos nenhum dissipador ou solução que possa interferir a favor do SSD no quesito temperatura se isso não vier com o SSD, visando ter um cenário real para quem compra. Das três conexões M.2 existente na mainboard que utilizamos, colocamos ele na conexão acima da placa de vídeo e próxima ao processar, por se tratar de um local comum em vários modelos que trazem apenas uma conexão, inclusive placas em formato Mini-ITX.


Testes sintéticos

AS SSD Benchmark
Começamos nossos testes com o AS SSD Benchmark, software específico para testes de drives SSD, HD etc.

O aplicativo faz uma série de testes em diversas situações de leitura e escrita e, no final, gera uma pontuação com a média entre todos os testes. Confiram abaixo:

ATTO Disk Benchmark
Outro famoso aplicativo para teste de desempenho de unidades de armazenamento é o ATTO. Vejam abaixo o comportamento dos modelos comparados:

OFFTOPIC: Abaixo o gráfico de número 11.000 utilizado em um conteúdo no Adrenaline

CrystalDiskMark
Com o aplicativo CrystalDiskMark versão 6, outro muito famoso para testes de drives, optamos por utilizar dois resultados indicados pelos próprios desenvolvedores, o teste "SeqQ32T1" e p "4KiB Q32T1". Abaixo, os scores em modo leitura e escrita:


Testes práticos

Carregando um game (Battlefield V)
Outro teste interessante é o carregamento de um game. Para isso, utilizamos o Battlefield V com teste em cima do mesmo mapa que utilizamos em boa parte de nossas reviews de placas de vídeo. O conceito do teste foi simples: medir o tempo que levou da hora que clicamos até a hora em que o gameplay começa, porém executamos o teste e depois novamente carregamos o mesmo mapa na sequencia para ver como é o comportamento após o sistema já ter o mapa "pre carregado" na memória.

A segunda vez que se carrega um mesmo mapa
demora o mesmo tempo em um SSD ou em um HD

Tempo de BOOT (Windows 10 Pro 64 bits)
Com o software BootRacer, medimos o tempo necessário para inicializar o sistema operacional, um dos principais atrativos de drives SSD.

O teste consiste no melhor resultado após três boots seguidos do sistema, considerando o tempo total até finalizar na área de trabalho com o score informado pelo aplicativo, por isso é mais lento do que o boot até mostrar a tela da área de trabalho.


Cópia de arquivo - SSD NVMe
Abaixo, os testes de desempenho em cópia utilizando um SSD padrão NVMe de alto desempenho para enviar e também receber, sendo assim tiramos o fator limitador de velocidade de um drive mais lento como aconteceria com um HD padrão Sata3, já que o SSD utilizado, um Gigabyte AORUS PCIe 4.0, tem velocidade de leitura de até 5.000 MB/s e escrita de 4.400MB/s.

O teste utiliza o aplicativo DiskBench para o processo.

Para o cenário ideal em cópia ambos os drives precisam ser rápidos

Drive analisado para SSD Gigabyte AORUS PCIe 4.0 NVMe M.2 1TB (leitura)
Neste teste copiamos os arquivos do drive analisado para um SSD NVMe de alto desempenho. Este seria o teste de leitura, já que ele não escreve nada no drive analisado.

Gigabyte AORUS PCIe 4.0 NVMe M.2 1TB para drive analisado (escrita)
Invertendo o processo, agora copiamos os arquivos do AORUD Gen4 para o drive analisado, consistindo em um teste prático de escrita, já que os dados estão sendo gravados no drive. 


Conclusão

O atual cenário de SSDs em formato M.2 consiste em uma grande variedade, com velocidades e preços bem distintos. Existe modelos com tecnologia SATA, os mais lentos, e os novos NVMe, mais rápidos como esse modelo MP34 da Team Group. Quem possui um sistema cm suporte aos SSDs NVMe e procura um modelo com boas velocidades e preço atrativo, vai gostar dessa linha, já que ela tem desempenho muito bom próximo aos modelos de segmento de alto desempenho, durabilidade também acima da média, mas com preço brigando com os modelos mais baratos.

Entre as melhores opções do mercado para quem quer velocidade, mas não gastar nos topo de linha

O modelo de 512GB que testamos se destaca por ter velocidade sequencial de leitura/escrita de 3.000/1.700 MB/s, são números muitos bons comparados aos modelos concorrentes na mesma faixa de preço, como o WD Blue de 500GB que custa exatamente o mesmo valor, mas tem tempo de leitura/escrita de 1.700/1.450MB/s, uma diferença considerável especialmente na leitura. Quando falamos em TBW, que é uma medida para durabilidade de gravação de dados, o MP34 analisado suporta 800TBW, já o Blue SNB500 "apenas" 300TBW, é uma diferença bastante alta, apesar da garantia de 5 anos no modelo da WD e 3 anos no da Team Group.

Rápido, durável e com preço bom

Considerando os testes e especificações, aliado ao seu preço competitivo em cenário internacional, certamente os modelos da linha MP34 estão entre as melhores escolhas para quem busca um SSD de bom desempenho, próximo dos modelos topo de linha, mas pretende gastar com os modelos mais caros. Na grande maioria das situações, vemos pouca diferença prática entre um modelos considerados bons e ótimos, sendo assim um modelo como esse analisado se torna uma opção ainda mais atrativa pelo que é cobrado.

Em cenário internacional o modelo de 500GB custa $65 dólares, preço que o coloca m briga com modelos como WD Blue SN500 e Intel 660p por exemplo. No Brasil ele deve começar a aparecer nas próximas semanas, ai sim veremos como deve se posicionar por aqui para saber se ele continua sendo uma opção tão atrativa e que lhe rende o selo de modelo recomendado.

  • Redator: Fabio Feyh

    Fabio Feyh

    Fábio Feyh é sócio-fundador do Adrenaline e Mundo Conectado, e entre outras atribuições, analisa e escreve sobre hardwares e gadgets. No Adrenaline é responsável por análises e artigos de processadores, placas de vídeo, placas-mãe, ssds, memórias, coolers entre outros componentes.