ANÁLISE: Intel Core i7-2600K

ANÁLISE: Intel Core i7-2600K
Depois de fazer uma rÁpida apresentação do Kit Especial Sandy Bridge dal Intel, a Adrenaline apresenta agora uma anÁlise mais apurada do Core i7 2600K, versão TOP da nova geração de processadores Sandy Bridge.

Ao todo serão lançados 29 modelos sob as chancelas Core i3, i5, e i7 – divididos em versões para desktops e portÁteis – reforçando a importância da nova geração para as pretensões da Intel.

Para quem ainda não sabe, o Sandy Bridge conta com uma série de novidades, dentre as quais uma nova micro-arquitetura mais refinada em 32nm, além de ser o primeiro chip a integrar no mesmo die, processador, controlador de memória e GPU (mais conhecida como APU) – aumentando assim a eficiência no consumo de energia, bem como das inter-conexões.

A nova família de processadores da Intel conta ainda com o suporte às tecnologias proprietÁrias Insider, Quick Sync Video, InTru 3D Technology, Clear Video HD e uma nova versão do recurso Intel Wireless Display (WiDi), que agora adiciona a resolução de 1080p HD e proteção de conteúdo para aqueles que desejam reproduzir conteúdo HD Premium do notebook em suas TVs.


Voltado para o segmento de alto desempenho, o Core i7 2600K é um verdadeiro sonho de consumo para os overclockers e tweakers de plantão, uma vez que seus multiplicadores vêm totalmente destravados de fÁbrica.

Trata-se de um "diferencial" bastante apreciado pelo mercado consumidor, uma vez que este tem a clara sensação de estar adquirindo um produto que vale muito mais do que o seu preço real, ou seja, com excepcional custo x benefício. Foi seguindo este filosofia que a Intel desenvolveu recentemente alguns modelos especiais, reconhecidos por trazer o sufixo "K" em seu nome. A iniciativa foi tida por muitos como uma clara resposta à linha Black Series da AMD, também composta por processadores sem "impedimentos" aos overclocks mais arrojados.

O grande "segredo" da linha "K", que permite a essas CPUs aceitarem um alto potencial para o overclock, estÁ no seu processo da fabricação. Tais peças foram as que obtiveram os melhores índices de aproveitamento em sua produção (termo conhecido como yields wafers). Desse modo, bastou apenas a Intel retirar a "trava" para que estes aceitem altíssimas frequências de operações.
Outro grande destaque na geração Sandy Bridge estÁ no chip grÁfico (Intel HD 2000 e 3000). De acordo com a Intel, a nova GPU é capaz de prover uma performance até 2 vezes maior do que os Core ix 600/500 (Clarkdale).

Por falar em desempenho, como forma de garantir fôlego extra, a Intel aprimorou as tecnologias Turbo Boost e Hyper-threading nos Sandy Bridges. Segundo a companhia, a nova geração é até 60% mais veloz que os atuais processadores quad cores para laptops.

{break::Arquitetura Sandy Bridge} Em 2007, a Intel revelou ao mundo o seu modelo de atualização tecnológica, chamado "Tick-Tock", como demonstração da dedicação que a companhia tem em continuar a manter-se no topo da inovação no que diz respeito ao refinamento do processo de fabricação de seus processadores.

O período "Tick" é marcado pela migração para uma nova litografia de uma arquitetura pré-existente (como por exemplo, ao migrar dos 65nm para 45nm e depois para 32nm, e assim sucessivamente), enquanto que a fase "Tock" é conhecida pelo desenvolvimento de uma nova microarquitetura de processadores, mantendo o atual processo de fabricação.

(Modelo Tick-Tock)

O grande salto da Intel aconteceu em 2008, quando a companhia saiu da macro arquitetura Core (Merom/Penryn) para a Nehalem, com o advento dos Core i7 (codinome Bloomfield), que representaram a próxima etapa da tecnologia de núcleos múltiplos para a companhia, maximizando de forma inteligente o desempenho para atender à crescente carga de trabalho dos usuÁrios. Com projeto totalmente novo para beneficiar-se do processo high-k de 45nm, os Nehalems liberaram desempenho de processamento paralelo, habilitado por uma controladora de memória integrada e pela tecnologia Intel QuickPath, proporcionando interconexões de alta velocidade para cada núcleo de processamento.

Em seguida, a companhia introduziu uma espécie de segunda geração da microarquitetura Nehalem, chamada Westmere, trazendo como grande novidade uma plataforma global de menor custo para o usuÁrio, com a introdução de um novo padrão de pinagem para as CPUs, o LGA 1156, além dos chipsets P55/P57.

Seguindo a sua estratégia, eis que em 2011, a Intel apresenta a micro arquitetura SNB, composta inicialmente pelos processadores Sandy Bridge com litografia em 32nm (fase Tock), para que no futuro (cogita-se em final de 2011- início de 2012) lance as CPUs Ivy Bridges (fase Tick), trazendo como grande diferencial, um processo de fabricação mais refinado (22nm), possibilitando assim a produção de processadores com clocks ainda maiores (provavelmente na casa dos 4Ghz), além de opções com mais núcleos/threads (8/16 e  12/24).

Por se tratar de uma CPU pertencente à fase Tock, o Sandy Bridge é, portanto um produto que traz algumas novidades em relação a geração anterior. A principal mudança na arquitetura talvez seja o fato do processador possuir em seu die, uma unidade de processamento grÁfico. Trata-se do conceito chamado de APU (Accelerated Processing Unit, ou Unidade de Processamento Acelerado), do qual iremos abordar um pouco mais adiante, na seção sobre o Intel HD Graphics 3000.

(Die Sandy Bridge)

Outra grande novidade estÁ no modo das execuções/predisposições das tarefas a serem processadas. Os núcleos de processamento primÁrio da geração Sandy Bridge contam com melhorias para aumentar o desempenho e a eficiência, como é o caso do cache UOP decodificado, que permite que a parte principal da descodificação tradicional desligue-se quando não seja requisitado. Apesar de parecer algo sem relevância, esta "simples" novidade além de reduzir o consumo de energia, diminui ainda a latência e sustenta uma maior largura de banda para o UOP. Além disso, o preditor de ramificação (branch predictor) também vê melhora no desempenho global e na eficiência energética.

Como forma de melhorar o paralelismo de nível de instrução, a Intel utilizou um novo Arquivo de Registro Físico no SNB, ao invés do Arquivo Reformado centralizado que mantém uma única cópia de cada pedaço de dados e que não necessita de movimento ou embaralhamento após o cÁlculo. Isto permite que o processador tenha um aumento no tamanho do buffer de cerca de 33%, além de ser uma peça chave para o conjunto de instruções  Advanced Vector Extensions  (AVX).

O recurso AVX da Intel amplia as instruções de ponto flutuantes SSE definidas para 256 bits e inclui novas operações para aumentar a vetorização de dados. Isso permite que a segunda geração dos processadores Intel Core ix potencialmente dobre as operações de ponto flutuante por segundo, mantendo o consumo de energia e de uma forma não-destrutiva para os conjuntos de implementações de instruções anteriores.

Um novo cluster de memória na arquitetura Sandy Bridge provê três acessos de dados (duas solicitações de leitura e um pedido de armazenamento) por ciclo, em contraste aos dois por ciclo da geração anterior. Este novo cluster de memória é uma das condições obrigatórias para manter as instruções AVX supridas com dados para processamento.

O agente de sistema da arquitetura Sandy Bridge mantém a funcionalidade do "uncore" presente na geração Nehalem, mas também acrescenta e melhora em muitos os seus aspectos. Esta parte do processador é responsÁvel pela controladora de memória, a integração PCI Express, o gerenciamento de energia, o último nível da memória cache e pela completamente nova interconexão ring bus.

A nova interconexão baseada no ring bus é utilizada para comunicação entre os núcleos do processador, o processador grÁfico, o cache L3 e o domínio do agente do sistema. A nova interconexão é composta de quatro anéis/rings: um de 32 bytes de dados, um de pedido, um de reconhecimento e um para bisbilhotar. O ring bus é totalmente estratificado e roda com relação à freqüência do núcleo e da tensão, significando que a largura de banda pode ser dimensionada assim como o número de núcleos são.

HÁ inúmeras vantagens na utilização de uma arquitetura ring bus (barramento em anel) nos processadores Sandy Bridge. A primeira delas é o espaço, uma vez que o barramento utiliza uma pequena Área do die do processador. O enorme fio de roteamento é executado sobre o último nível de cache (LLC). O anel é capaz de sempre escolher o caminho mais curto entre dois pontos de entrada como forma de minimizar a latência entre as comunicações a arbitragem distribuída, com o protocolo do ring tratando de toda a coerência, da sistematização e das interfaces.

A memória cache presente no LLC (ou seja, o de nível L3) é a interface entre o núcleo/grÁfico/mídia e ring, bem como entre o controlador de cache e o anel. HÁ um canal de cache completo em cada compartimento, mantendo assim a coerência e ordenação para os endereços que são mapeados para ele.

O LLC é compartilhado entre os núcleos do processador, GPU e blocos de mídia, embora o driver de grÁfico é que irÁ controlar quais fluxos são coerente e que serão armazenados em cache, uma vez  se trata da aplicação que mais necessita de largura de banda. Qualquer agente no barramento anel tem a capacidade de acessar qualquer e todos os dados na LLC, independente de quem realmente alocou a linha para começar.

{break::Principais Tecnologias}

O Sandy Bridge não possui apenas mais "músculos" que a geração passada. Além de mais força, a nova família de processadores tem um "cérebro" aprimorado, ou seja, novos recursos e funcionalidades. Seguem abaixo os principais tecnologias e funções:

- Intel Hyper-Threading

O Hyper-Threading Technology (mais conhecido como HT Technology) permite que cada núcleo físico execute múltiplos threads dinamicamente, ou seja, "simula" núcleos lógicos. Desta forma, um processador com x núcleos comporta-se virtualmente como outro de 2x núcleos.

Essa capacidade é, atualmente, essencial em ambientes de softwares multi-threaded, pois ajudam a melhorar a resposta global do sistema e aumentam, assim, a experiência do usuÁrio.

Alguns dos programas que se beneficiam do recurso são: Adobe Premiere Elements 8, Microsoft Office Excel e Microsoft Windows Live Movie Maker.

- Turbo Boost Technology 2.0

A versão 2.0 do Turbo Boost Technology estÁ agora mais dinâmico e inteligente, aprimorando ainda mais a tecnologia da Intel de overclock automÁtico. De forma simples, o Turbo Boost 2.0 oferece maior desempenho quando hÁ espaço disponível para o processador. Essa tecnologia aumenta dinamicamente a frequência dos núcleos ativos se a CPU estiver operando abaixo da potência nominal corrente e dos limites da especificação da temperatura.

A frequência mÁxima do Turbo Boost Technology é dependente do número de núcleos ativos. A duração em que o processador utiliza a tecnologia depende do volume de trabalho e ambiente operacional, proporcionando o tempo, local e potência exata que o usuÁrio necessita.

Como novidade, a tecnologia pode alterar vÁrias etapas e níveis "por núcleo" nas freqüências de operação. Dependendo da carga de trabalho da CPU, um ou mais núcleos do processador serÁ executado acima da sua especificação padrão. O Turbo Boost 2.0 permitirÁ que a CPU exceda o valor do TDP, quando o resto da plataforma estÁ relativamente tranqüila. O ganho na freqüência deverÁ ser de até 37% por um curto período de tempo, enquanto que na maior parte do cenÁrio deverÁ ficar na casa dos 20%. Para os overclockers serÁ interessante saber que cada núcleo do processador pode ser turbinado de forma independente.

Outro destaque é que agora GPU passa se beneficiar da tecnologia. Assim, quando o sistema percebe que o usuÁrio necessita de mais "poder de fogo" da unidade grÁfica, o Turbo Boost aumenta o clock da GPU, e se for o caso, reduz a freqüência de operação do processador até chegar em sua velocidade padrão.

Alguns dos softwares que se beneficiam desta tecnologia são o iTunes da Apple, Microsoft Windows Live Photo Gallery, Adobe Premiere Elements e Adobe Photoshop Lightroom.

- Controladora de Memória Integrada

A controladora integrada oferece uma impressionante performance na leitura/escrita na memória, através de algoritmos eficientes de aceleração, baixa latência e maior largura de banda de memória.

- Smart Cache

O Smart Cache permite a alocação dinâmica e eficiente da memória cache para corresponder às necessidades de cada núcleo. Assim, o total da memória cache não fica restrito a um núcleo dedicado, mas sim compartilhado entre todos os núcleos. Com base nas necessidades de cada um, a memória cache é alocada dinamicamente.

Aplicativos como o Microsoft Excel, que precisam importar uma grande quantidade de dados em cache para funcionar, estão entre os que mais se beneficiam dessa funcionalidade.

- Advanced Encryption Standard New Instructions (AESNI)

A AESNI, na verdade, não chega a ser uma nova tecnologia, mas sim um conjunto de seis novas instruções que oferecem suporte completo para os algoritmos de segurança AES (Advanced Encryption Standard ou Padrão de Criptografia Avançada) via hardware.

Essas instruções aceleram a criptografia e decifragem dos dados, utilizando algoritmos AES. Como o AES é implantado em vÁrios protocolos, as novas instruções serão valiosas para uma ampla gama de aplicações, oferecendo um aumento no desempenho em comparação a implementações via software. Além de melhorar a performance, as instruções AESNI fornecem importantes benefícios de segurança, reduzindo ataques de hackers.

UtilitÁrios como o WinZip 14, que utiliza criptografia/descriptografia enquanto comprime/descomprime um arquivo, serão grandes beneficiados pelas novas instruções.

- Intel Virtualization Technology (Intel VT-x) e Intel Virtualization Technology for Directed I/O (Intel VT-d)

Ambas tecnologias permitem que uma plataforma de hardware funcione como múltiplas plataformas "virtuais". Para as empresas, a Intel VT-x e a VT-d oferecem uma maior capacidade de gerenciamento, limitando o tempo de inatividade e mantendo a produtividade do trabalhador através do isolamento das atividades computacionais em partições separadas.

- Intel Trusted Execution Technology (Intel TXT)

Trata-se de um conjunto de extensões de hardware altamente versÁtil para processadores e chipsets da Intel que, com software adequado, melhora a capacidade de segurança da plataforma.

A linha Sandy Bridge trouxe ainda:

• Intel Quick Sync Video – Promete acelerar em até 17x o processo de codificação/decodificação de vídeos em relação aos IGPs das gerações passadas, uma vez que estas são realizadas via hardware, e parceria com gigantes do setor, como CyberLink, Corel e ArcSoft, habilitando assim a aceleração na conversão de formatos como H.264 e MPEG-2;

• Intel InTru 3D / Clear Video HD
– PermitirÁ rodar conteúdos em alta definição e em 3D estereoscópico pela TV via HDMI 1.4;

• WiDi 2.0 – Com a atualização do recurso, a Intel permite agora a transmissão sem fio de streaming full HD para TV.

• Intel Insider – Permite que os usuÁrios comprem e aluguem os mais recentes filmes em alta definição (HD) 1080p para seus PCs. Além disso, a tecnologia possibilita aos consumidores o download de filmes antes da data de lançamento.

{break::O Core i7-2600K}

Conforme adiantado no início desta review, o Core i7-2600K é o processador Sandy Bridge mais potente até o momento lançado pela Intel. Contudo, é provÁvel que a companhia lance versões mais poderosas a medida em que os meses foram passando, ainda mais que dentre em breve os novos Core ix terão pela frente um pÁreo duro: os AMD Bulldozer.

Segue abaixo um resumo com as principais características do processador Intel Core i7-2600K:

• Processamento Quad Core: Utiliza quatro núcleos independentes de processamento na mesma frequência em um único pacote físico;

• Frequência Base do Processador: 3.4 GHz;

• Frequência da Tecnologia Intel Turbo Boost: Aumenta dinamicamente a frequência do processador para até 3.8 GHz quando os aplicativos demandam mais desempenho. Velocidade quando você precisa, ou eficiência no consumo de energia quando a rapidez não é tão necessÁria;

• Tecnologia Intel Hyper-Threading: oito threads fornecem maior capacidade de processamento para um melhor desempenho multitarefa e em aplicativos paralelizados. Faz mais, com menos tempo de espera;

• Intel Smart Cache: 8MB de cache L3 compartilhado permite um acesso mais rÁpido aos seus dados ao habilitar a alocação dinâmica e eficiente do cache para suprir as necessidades de cada núcleo, reduzindo significativamente a latência dos dados usados com frequência e melhorando o desempenho do sistema;

• Controlador de Memória Integrado: Oferece suporte para dois canais de memória DDR3-1333 com dois DIMMs por canal. O controlador de memória integrado oferece melhor desempenho de leitura/gravação por meio de algoritmos eficientes pré-carregados, menor latência e maior largura de banda para a memória.

O Core i7 2600K possui 995 milhões de transistores. Destes, 114 milhões são reservados para a GPU, também chamada pela Intel de Processador GrÁfico. Assim, cada núcleo da CPU conta com 55 milhões de transistores. A título comparativo, enquanto que a versão quad core do SNB tem 216mm2 de Área de die, um Nehalem/Bloomfield tem 263mm2, com 713 milhões de transistores. É claro que essa otimização na relação entre quantidade de transistores por mm2 é em grande parte explicada pela evolução no processo de fabricação.

O Sandy Bridge trouxe uma grande mudança na arquitetura, comparÁvel ao que a geração Conroe trouxe na época. Embora fisicamente a mudança não seja tão perceptível assim, internamente o SNB dispõe de um redesenho completo no mecanismo de execução Out of Order (fora de ordem), um front-end mais eficiente (graças ao cache μop decodificado) e um barramento anel (ring bus) com uma largura de banda muito maior. Somando-se a estes itens, o cache L3 com menor latência e controladora de memória mais veloz, os usuÁrios poderão observar uma melhora no desempenho em aplicações jÁ existentes e em jogos na ordem de 10 a 50%.

Mas afinal, qual o significado por trÁs do esquema de nomenclatura da geração Sandy Bridge?


Enquanto que nas gerações anteriores Nehalem e Westmere a Intel utilizava apenas 3 dígitos para batizar seus processadores, os novos Core ix possuem quatro. Este quarto dígito a mais serve apenas para indicar que se trata de uma CPU de segunda geração. Desta forma, todos os processadores da geração Sandy Bridge terão o numeral "2" na frente dos outros 3 dígitos, estes sim, servindo para diferenciar as famílias e modelos.

Pode haver ainda, a presença de um sufixo – na verdade uma letra – para indicar que se trata de versões especiais de seus "irmãos" tradicionais. Assim, a letra "K" indica que o processador em questão tem os multiplicadores destravados (aceitando assim um alto potencial para overclock). HÁ ainda os modelos com "S" e "T", indicando que tratam-se de versões de baixo consumo, respectivamente com TDP de 65W e 45/35W.

{break::Cooler DBX-A} A Intel equipou o Core i7 260K com um sistema de refrigeração extremamente robusto, chamado DBX-A, que visualmente falando, é bastante semelhante ao DBX-B presente no Gulftown (Core i7-980 EE).

Trata-se de uma iniciativa bastante acertada por parte da Intel, uma vez que a linha K fora concebido para explorar o mÁximo em termos de overclock. Desta forma, nada melhor do que equipar o processador com um cooler bastante robusto e eficiente, do tipo torre, muito parecido com os sistemas de refrigeração especiais vendidos separadamente no mercado.


(DBX-A)

Conforme jÁ destacado, o DBX-A possui um design do tipo "Torre", em que a ventoinha fica perpendicular ao dissipador de calor. Trata-se da posição ideal, pois permite o deslocamento do ar para a parte de cima do gabinete, especialmente se este possuir uma abertura na parte superior, facilitando a circulação e dissipação do calor.

Com 14cm de altura, 7cm de largura e 10cm de comprimento, o sistema de refrigeração pesa acima dos 550 gramas e tem uma ventoinha Nidec de 100mm com um elegante LED na cor azul.

Além disso, o sistema de refrigeração é composto por uma base de cobre, de onde se projetam 3 heatpipes (também de cobre), que se ligam a uma "grade de dissipação" composta por inúmeras aletas de alumínio. Apesar disso, o sistema não é do tipo H.D.T (Heatpipe Direct Touch), ou seja, os heatpipes são ligados à base através de solda e não uma única peça.


Curiosamente, as pÁs da FAN foram projetadas de tal forma a empurrar o ar não apenas ao dissipador de calor. Devido ao seu ângulo, um grande fluxo de ar é jogado para os outros componentes da placa-mãe, como os MOSFETs.

Outro detalhe que chama atenção no DBX-A é a chave seletora (Q-P) da rotação de trabalho da ventoinha, que pode operar a 800 RPMs, garantindo assim um funcionamento praticamente imperceptível ao ouvido humano (20DBA). É possível, ainda, configurar a FAN para rotacionar a todo vapor, chegando a 1.800 RPMs para garantir refrigeração para condições extremas. Ainda assim, o equipamento mantém um bom nível de ruído, abaixo dos 35DBA.

A grande diferença entre o DBX-A e o DBX-B estÁ na quantidade de heatpipes. Enquanto que o cooler dos six-core Gulftown possui 4 canalizadores de dissipação térmica, o sistema de refrigeração do Core i7 2600K tem 3. A outra diferença estÁ no sistema de montagem, própria para o socket LGA1155, ante ao LGA1366 do DBX-B.

Vale ressaltar que o DBX-A possui fôlego extra, caso o usuÁrio opte por um overclock mais agressivo. De quebra, a Intel certificou que o cooler é pÁreo para condições bem adversas, como por exemplo, resistir a uma pressão igual a 50 vezes a força da gravidade, o que na prÁtica, equivale a uma queda de cerca de um metro de altura.

A instalação do cooler é bem simples. Tudo que o usuÁrio necessita fazer é colocar os brackets de montagem sob a placa-mãe, alinhar com os furos do soquete, colocar o DBX-A no processador, empurrar para baixo os parafusos e apertar.

Update:
Vale ressaltar que, aparentemente, o cooler DBX-A não consta em todos os processadores Core i7 2600K. Na verdade, tudo indica que as versões "padrões" para o usuÁrio contam com o cooler tradicional da linha Core ix, ficando o DBX-A para os modelos especiais para a mídia especializada.

{break::Intel HD Graphics 3000}

Conforme mencionado no início deste review, um dos grandes destaques da geração Sandy Bridge diz respeito ao fato desta contar com uma unidade de processamento grÁfico verdadeiramente integrado ao die do processador. Diferentemente do Clarkdale (como é o caso do Core i5-661), onde a GPU estÁ presente no chip de silício, mas em um die próprio e, portanto em separado ao do processador, a nova geração SNB traz GPU e CPU unidas em um mesmo die, conceito chamado de APU (Unidade de Processamento Acelerado).

Ao unificar CPU e GPU no mesmo die e graças ao novo ring bus, a unidade de processamento grÁfico pode agora compartilhar de toda a memória cache L3, aumentando assim o desempenho do vídeo integrado.

Um fato curioso é que a arquitetura grÁfica do Sandy Bridge (chamada pela Intel de GrÁfico de 6ª. Geração - Gen 6 Graphics) segue um conceito totalmente contrÁrio ao empregado no famigerado projeto Larrabee. Enquanto que este era (ou ainda é) focado no uso extensivo de hardware totalmente programÁvel (a exceção do hardware de textura), a GPU do Sandy Bridge faz uso extensivo de hardware de função fixa. O benefício disso estÁ na eficiência entre desempenho vs. consumo de energia vs. Área do die, em detrimento da flexibilidade.


O hardware de shader programÁvel é composto de unidades de execução, chamados pela Intel de EUs, ou CUDA Cores pela NVIDIA, ou ainda Stream Processors pela AMD. Cada EU poderÁ mandar duplamente instruções de colheita dos múltiplos threads. Os mapas ISA internos, um a um, com a maioria das instruções da API DirectX 10, resultam em uma arquitetura muito semelhante à CISC.

HÁ outras melhorias nas unidades de execução. O cÁlculo matemÁtico transcendental que é executado via hardware nas EUs, bem como o seu desempenho foram acelerados consideravelmente. De acordo com a Intel, as operações de seno e cosseno estão vÁrias ordens de grandeza mais rÁpido agora se comparado com o IGP da geração Westmere/Clarkdale.

Na GPU da geração anterior, o arquivo de registro era reparticionado quando surgia a necessidade. Se um thread necessitasse de menos registros, os registros restantes poderiam ser atribuídos a uma outra thread.

Embora essa abordagem tenha sido interessante para economizar Área de die, provou-se, no entanto, ser um gargalo para o desempenho. Em muitos casos os threads não poderiam ser trabalhados, pois não haviam registros disponíveis para uso. Antes da geração Intel HD Graphics, cada thread tinha uma média de 64 registros. Com as famílias Clarkdale/Arrandale, este número foi aumentado para 80 e agora com a geração Sandy Bridge, esse valor aumentou ainda mais, chegando ao patamar de 120 registros por thread, atenuando assim eventuais gargalos.

Olhando para o bloco de diagrama simplificado, é possível perceber que a GPU do SNB é de certa forma semelhante às modernas GPUs da AMD/NVIDIA, embora esteja mais focada no processamento de conteúdo multimídia em alta definição ao invés de lidar com uma enorme quantidade de trabalho com texturas.

Todas as EUs são programÁveis separadamente e lidam com largas execuções de 128 bits por cada ciclo de clock com um arquivo de registro de 4KB por thread. O resto do pipeline de renderização do processamento geométrico, de vértice, rasterização e assim por diante, se mantém idêntico aos Stream Processors das VGAs da AMD/NVIDIA. HÁ, porém, uma unidade de textura dedicada única, bem como um novo desenho de cache de instrução de nível médio, que supostamente serve para auxiliar com o desempenho global em uma variedade de aplicações.

Todas essas melhorias resultaram em um aumento de 100% na transferência da instrução por EU, em comparação aos IGPs dos processadores Clarkdale/Arrandale.

Feito uma introdução da nova arquitetura da unidade de processamento grÁfico, destaquemos agora as diferentes versões de GPU por modelo de processador.

A Intel equipou a segunda geração de processadores Core ix com dois tipos de GPU: o HD Graphics 3000 e o HD Graphics 2000. A grande diferença entre elas estÁ na quantidade de unidades de execução: 12 EUs para a 3000, e 6 EUs para a 2000.

Enquanto que os processadores para portÁteis são equipados com versões com 12 unidades de execução, as CPUs para desktops possuem tanto o HD Graphics 3000 quanto o HD Graphics 2000.

Como forma de agregar mais valor à linha especia K, a Intel resolveu equipar estes processadores com a versão top de sua GPU, ou seja, contendo 12 EUs. Portanto, as demais CPUs (até segunda ordem) possuem unidade de processamento grÁfico com 6 EUs.

Outra novidade (jÁ destacada nesta review) é o fato de que agora é possível turbinar não apenas a CPU, mas como também a GPU, através da tecnologia Turbo Boost 2.0. Desta modo, a unidade de processamento grÁfico do Sandy Bridge pode chegar a impressionantes 1.35Ghz, como é o caso do Core i7 2600K.

Apesar dos avanços, não foi dessa vez que a Intel resolveu "aderir" ao DirectX 11, uma vez que o Sandy Bridge conta com o suporte ao DirectX 10.1, ante ao 10 da geração anterior. CaberÁ a geração seguinte, o Ivy Bridge de 22nm, a honra de inaugurar o suporte à nova API grÁfica da Microsoft.

{break::Chipsets H67/P67}Com o lançamento da geração Sandy Bridge, a Intel desenvolveu duas linhas de chipsets da série 6 para o mercado doméstico: H e P, ambas compatíveis com a nova pinagem LGA 1155. Enquanto a H suporta a GPU on die dos novos processadores, a P é compatível estritamente com VGAs externas.

Junto com os novos Core ix LGA 1155, a Intel disponibilizou as versões P67 e H67, deixando a H61 para o segundo trimestre. Apesar de a P67 não conseguir "explorar" o vídeo integrado, tal chipset é capaz de suportar duas placas via PCIe x8. Além disso, com a P67, é possível destravar por completo os multiplicadores das memórias, ao passo que a H67 estÁ limitada ao padrão DDR3-1333.


(Diagrama do chipset H67)


(Diagrama do chipset P67)

Em relação ao PCI Express, a nova geração de chipsets da Intel turbinou a comunicação do barramento de 2,5GT/s para 5GT/s. Dessa forma, um único slot PCIe x1 suporta agora uma largura de banda de 500MB/s por direção, ou 1GB/s de forma bidirecional. Essa mudança foi fundamental, entre outras coisas, para o uso de controladoras externas de USB 3.0.

Tanto as versões H67 quanto P67 suportam 2 portas do SATA de 6Gbps e 4 do tipo de 3Gbps.

Abaixo, um resumo dos principais recursos presentes nos chipsets H67/P67:

• Suporte para a segunda geração da família de processadores Intel Core
Suporta a segunda geração da família de processadores Intel Core com a tecnologia Intel Turbo Boost 2.0, processador Intel Pentium e processador Intel Celeron. O chipset P67 Express também habilita os recursos de overclocking dos processadores Intel Core de segunda geração.

• Tecnologia de armazenamento Intel Rapid (Intel RST)
Com a adição de outros discos rígidos, a Intel RST fornece um acesso mais rÁpido a arquivos de foto digital, vídeo e dados com o RAID 0, 5 e 10 e maior proteção dos dados contra falhas de disco rígido com o RAID 1, 5 e 10. O suporte para SATA externo (eSATA) possibilita uma velocidade mÁxima da interface SATA fora do gabinete de até 3 Gb/s.

• Tecnologia Intel Rapid Recover (Intel RRT)
A mais nova tecnologia de proteção de dados da Intel fornece um ponto de recuperação que pode ser utilizado para recuperar rapidamente o sistema em caso de falha no disco rígido ou se os dados forem danificados. O clone pode, também, ser montado como um volume "somente leitura" para permitir a recuperação de arquivos individuais.

• Serial ATA (SATA) 6Gb/s
Interface de armazenamento em alta velocidade de próxima geração com apoio para taxas de transferência de até 6Gb/s para excelente acesso a dados com até duas portas SATA.

• Serial ATA (SATA) 3Gb/s
Interface de armazenamento de alta velocidade com suporte para até quatro portas SATA.

• Interface PCI Express 2.0
Oferece até 5 Gb/s para acesso rÁpido a dispositivos periféricos e redes com até oito portas PCI Express 2.0 x1, configurÁveis como x2 e x4 conforme os designs das motherboards.


{break::Fotos}Abaixo fotos das partes de cima e de baixo do Core i7 2600K.



{break::MÁquinas/Softwares utilizados}Utilizamos diversos processadores nos comparativos, tendo como destaque o fato de ter todos os processadores TOP do mercado. Abaixo lista completa e características dos demais hardwares/aplicativos utilizados.

MÁquinas utilizadas nos testes:
- Processadores Intel: Core i7 2600K, Core i7 980X, Core i7 875K e Core i5 2300
- Processadores AMD: Phenom II X6 1100T BE e Phenom II X4 965
- Memória: 4 GB DDR3
- Placa de vídeo: ATI Radeon HD 5570

Sistema Operacional e Drivers:
- Windows 7 64 Bits com Updates
- ATI Catalyst 10.12

Aplicativos/Games:
- WinRAR 3.93
- CineBENCH 11.5
- x264 HD Benchmark 3.19
- Sandra 2011 (16.75)
- AIDA 64
- Aliens vs Predator
- Far Cry 2
- Just Cause 2

CPU-Z
Abaixo temos a tela principal do CPU-Z, mostrando algumas características do processador.


{break::Winrar, CineBench, x264 HD}WinRAR
Começamos pelo benchmark do WinRAR, onde podemos ver o ótimo comportamento do 2600K, assumindo a segunda colocação atrÁs apenas do 980X.

{benchmark::1444}

CineBENCH 11.5
Com o teste de renderização de imagem do CineBENCH novamente o 2600K fica na segunda colocação, 23% atrÁs do 980X, 14% a frente do 1100T, terceiro colocado.

{benchmark::1445}

x264 HD Benchmark
Com o teste de conversão de vídeo em 720p temos duas situações, no primeiro teste existe uma diferença pequena entre os três primeiros da tabela, com o 2600K muito próximo do 980X.

JÁ no segundo teste o 980X se distancia, mas o 2600K continua na segunda colocação agora na frente do 1100T e não do 2300 como no primeiro teste.

{benchmark::1446}

{break::Sandra 2011, AIDA64}SiSoftware Sandra 2011
O resultado do Sandra mostra um avanço incrível do 2600K sobre o 875K, processador top para socket 1156. A performance do 2600K subiu em quase 40% sobre o 875K, valor considerÁvel.

{benchmark::1447}

AIDA64
Com o teste do AIDA64 o resultado foi um pouco abaixo, jÁ que o 2600K ficou pouco mais de 26% a frente do 875K, mas ainda assim é um resultado muito bom, ainda mais se levarmos em conta que o 875K estÁ a frente do 1100T, modelo concorrente da AMD.

{benchmark::1448}

{break::Aliens vs Predator, Just Cause 2}Aliens vs Predator
Agora os testes em cima de games, que muitos acham a parte mais importante.

Como jÁ mostrasmos em outras reviews, quem manda na performance de um game é muito mais a placa de vídeo do que o processador, o grÁfico abaixo mostra isso, jÁ que todos os processadores ficaram na casa de 62 FPS, com o 2600K no topo da tabela a frente do 1100T por 0,1FPS.

{benchmark::1449}

Far Cry 2
Com o game Far Cry 2 temos diferença maior entre os processadores, com vantagem para os modelos da Intel. Podemos ver que o 980X fica com o topo da tabela, seguido pelo 2600K e em seguida vem o 875K. Os processadores da AMD ficaram um pouco atrÁs, ambos abaixo de 100FPS.

{benchmark::1450}

OBS.: JÁ tinhamos devolvido o Core i5 2300, e não tinhamos feitos os testes com esse game.

Just Cause 2
Para finalizar, vamos ver o comportamento dos processadores em cima do game Just Cause 2.

Assim como aconteceu com o Aliens vs Predator, o 2600K foi o único processador da Intel a superar os modelos da AMD, se é que podemos dizer que existe diferença.

{benchmark::1451}

{break::Overclock}De tempos em tempos aparece um processador muito bom para overclock, diga-se de passagem as empresas nunca apostaram tanto nessa característica.

O Core i7 2600K estÁ entre esses modelos diferenciados, e que vai atrair muitos por se comportar muito bem nessa situação, primeiro por ser desbloqueado, motivo de levar a letra "K" no nome, e depois por aguentar altos clocks.

Utilizamos a mainboard Asus P8P67 Pro, e de forma simples e rÁpida chegamos a 4.3GHz, aumento de mais de 26% no clock, sendo que estamos utilizando um cooler BOX. Caso tivessemos com um cooler melhor, poderiamos ter subido mais sem medo, chegando a 4.6GHz sem problemas, apesar de ter muita gente com o processador trabalhando estÁvel em 4.7GHz(38% de aumento sobre o clock default), até um pouco mais.

WinRAR
Muitas das vezes o resultado de aumento do clock não reflete no mesmo ganho em performance, felizmente nesse caso tivemos um ganho, e muito bom diga-se de passagem, jÁ que o 2600K overclockado para 4.3GHz ultrapassou o 980X e chegou a incríveis 4.472 pontos, resultado excelente.

{benchmark::1452}

CineBENCH 11.5
Com o CineBENCH tivemos um ganho abaixo do apresentado pelo WinRAR, mas mesmo assim o 2600K quando overclockado melhorou sua performance em 20%, valor muito bom para um teste prÁtico.

{benchmark::1454}

x264 HD Benchmark
Com o teste de conversão de vídeo em HD temos duas situações, no primeiro teste o 2600K overclockado para 4.3GHz supera todo mundo e assume a ponta da tabela, ficando quase 17% a frente do 980X.

JÁ no segundo teste o ganho foi bem baixo comparado aos demais, pouco menos de 9%, muito aquém do esperado pelo overclock feito.

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Far Cry 2
Para finalizar, não poderiamos deixar de testar o processador em cima de um game, e para isso selecionamos o Far Cry 2, que apresentou as maiores diferenças entre os processadores.

Abaixo podemos ver que o 2600K quando overclockado fica praticamente com o mesmo score do 980X, mas com ganho de apenas 2.2%, muito pouco e que novamente mostra a pouca melhora em performance em games quando trocamos de processador, ou mesmo sobre overclock.

{benchmark::1456}

{break::Conclusão}O Core i7 2600K reafirmou a fama da linha "K" em se tratando de overclock. Sem forçar, chegamos a 4.3Ghz com o cooler original, com folga para alcançar patamares ainda mais elevados.

Herdando todo o "DNA" da nova geração Sandy Bridge, como é o caso das tecnologias Hyper-Threading, Turbo Boost 2.0 e Smart Cache, além dos recursos Quick Sync Video, InTru 3D / Clear Video HD, WiDi 2.0 e Intel Insider, o Core i7-2600k mostrou-se uma opção bastante interessante principalmente para quem lida com tarefas multimídias.

JÁ no quesito jogos, todos os processadores analisados tiveram um desempenho muito semelhante, ressaltando assim a importância de uma boa VGA para obter altos FPS.

Outro grande destaque da geração Sandy Bridge estÁ na sua GPU integrado à CPU. Embora não esteja a altura de um produto top de linha, como é o caso do Core i7-2600K, o Intel HD Graphics 3000/2000 supre necessidades específicas de boa parte dos usuÁrios, como a codificação / decodificação de vídeos e streaming multimídias. Além dos jogos casuais, a segunda geração Core ix é ainda indicada como opção para HTPCs, principalmente os modelos de baixo consumo.

Desta forma, a nova geração Sandy Bridge mantém a "tradição" da linha Core ix, ao disponibilizar um novo patamar de desempenho, mantendo um valor acessível para o consumidor. Mesmo o seu modelo TOP, o Core i7 2600K pode ser encontrado por cerca de US$ 315, valor considerado excepcional pelo o que o processador demonstrou em nossos testes, chegando junto muitas vezes do topo poderoso Core i7 980 EE de 6 núcleos, que custa US$ 999.


PRÓS
• Multiplicadores destravados;
• Alto poder de overclock;
• Ótima performance em tarefas multimídias e de uso geral;
• Litografia refinada em 32nm;
• GPU integrada ao die do processador;
• Cooler com ótima capacidade de refrigeração.
CONTRAS
• Custo da plataforma acima da concorrência em se tratando de jogos.
Assuntos
  • Redator: Fabio Feyh

    Fabio Feyh

    Fábio Feyh é sócio-fundador do Adrenaline e Mundo Conectado, e entre outras atribuições, analisa e escreve sobre hardwares e gadgets. No Adrenaline é responsável por análises e artigos de processadores, placas de vídeo, placas-mãe, ssds, memórias, coolers entre outros componentes.

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