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BGS 2018: Jogamos Sekiro: Shadows Die Twice! Confira nossas impressões do game

BGS 2018: Jogamos Sekiro: Shadows Die Twice! Confira nossas impressões do game

11/10/2018 10:41 | | @joao_gan | Reportar erro

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O primeiro jogo que tivemos a chance de experimentar na BGS 2018 foi Sekiro: Shadows Die Twice, o que dá pra chamar de "bom começo" para o evento porque, spoiler: o jogo está bom demais. O novo título da From Software está aberto ao público no estande da Activision e a primeira coisa que a maioria dos jogadores mais veteranos vai notar é que o game é bem diferente de Dark Souls.

Sekiro é bem diferente de Dark Souls

Para começar, o jogo nem tem uma barra de estamina. Foi até engraçado no início, até me acostumar, em que eu ficava hesitando para atacar esperando uma barra de estamina que não existe encher. O jogo é muito mais ágil, acelerado, mas isso não significa que tenha abandonado o planejamento ou se tornado um button masher. Você só vai precisar pensar e, principalmente, reagir mais rápido. Até porque o parry se tornou uma mecânica central para o game. Defesas perfeitas ajudam a desarmar o inimigo para possibilitar danos críticos. 

Além da movimentação muito mais ágil, em que o personagem pula, escala e abusa de sua cordinha para alcançar pontos de vantagem, temos também bastante foco na furtividade, o famoso stealth. Em Sekiro você ataca inimigos desprevenidos para um dano crítico que mata os mais fracos e arranca uma boa quantidade de vida dos mais fortes. Para isso agora temos um botão de agachar e a possibilidade de se esconder ficando rente a paredes ou abaixando entre folhagens, que a tela escurece para avisar que você está escondido. Outro recurso implementado aqui, que distancia este game ainda mais de Dark Souls, é que agora há um ícone avisando quando algum inimigo está vendo seu personagem, algo muito comum em jogos de furtividade e que torna muito raro que lhe peguem desprevenido, algo que era quase um símbolo de outros jogos da From Software.

Outra diferença crucial aqui é que é possível ressuscitar uma vez. Você pode voltar para o combate uma vez, com metade da vida, mas não só isso, matando inimigos você enche de novo seu selo de ressurreição, o que pode permitir ressuscitar até mais de uma vez antes do próximo checkpoint se ele for especialmente distante e você estiver jogando bem. Uma medida para tornar o game um pouco menos punitivo e, provavelmente, alcançar um público maior.

Infelizmente na demo da BGS não temos acesso ao inventário do jogo, então não dá pra saber muito sobre equipamentos e itens. Na build que joguei era possível trocar entre três armas diferentes do braço mecânico: shurikens, um machado para ataques fortes e uma borrifada de fogo, que se tornou minha preferida. 

Mas o game ainda é da From Software

Sekiro é, sim, bem diferente de Dark Souls, mas ainda dá pra ver que é da From Software. O combate, apesar de muito mais rápido, continua completamente estratégico e suas falhas são punidas severamente, com os inimigos causando quantidades impressionantes de dano. Claro que a mecânica de ressurreição vai facilitar a vida neste jogo, mas não pense que virou passeio. Os inimigos são rápidos, variados e violentos e aquela experiência de dar seu melhor, se superar e vencer o desafio com certeza está neste que vai se mostrar mais um excelente título da From Software.


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