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categoria : segurança / ataques |
05.09.2011 / 14h21
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Vazam os vazamentos do Wikileaks
O Wikileaks sofreu com aquilo que é sua especialidade: divulgar informações confidenciais. Todo os arquivos secretos do grupo liderado por Assange estão circulando pela internet, sem edições.
Assange e Leigh trocam acusações de quem foi o responsável pelo vazamento
categoria : segurança / privacidade |
10.01.2011 / 10h26
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EUA força Twitter a liberar dados sobre pessoas ligadas ao Wikileaks
O governo dos EUA intimou o Twitter a liberar dados pessoais sobre pessoas ligadas ao Wikileaks.
A Corte Distrital do estado da Virginia, local onde foi feita a intimação, aponta que as informações requeridas incluem nomes de usuário, endereços, registros de conexão, números de telefone e detalhes de pagamento.

Dentre os nomes estão o fundador do Wikileaks, Julian Assange e uma parlamentar Islandesa.
O governo dos EUA está examinando possíveis acusações contra Assange, após o vazamento de 250 mil documentos diplomáticos. Fontes indicam que o Departamento de Justiça dos EUA deve tentar indiciá-lo por crime de conspiração por "roubar" documentos junto com o analista de inteligência do exército dos EUA, Bradley Manning.
Manning está enfrentando corte marcial e ficará até 52 anos na prisão por mandar ao Wikileaks os documentos diplomáticos, registros de incidentes no Afeganistão e no Iraque e um vídeo militar confidencial.
De acordo com a intimação, o governo dos EUA conseguiu evidências de que as informações solicitadas são relevantes para o andamento das investigações.
Foram dados três dias para o Twitter responder a intimação. O site também foi orientado para não revelar nenhuma informação sobre a sua intimação ou sobre a existência da investigação.
A mesma corte, porém, removeu as restrições na última quarta-feira e autorizou o Twitter a informar os seus usuários sobre a intimação.
Além de Assange e da parlamentar islandesa Birgitta Jonsdottir, o hacker holandês Rop Gonggrijp e o programador norte americano Jacop Appelbaum também tiveram seus dados revelados. Todos eles teriam trabalhado com o Wikileaks.
Julian Assange condenou a intimação no último sábado, dizendo que "se o governo iraniano tentasse coercitivamente obter esta informação sobre jornalistas e ativistas de nações estrangeiras, grupos de direitos humanos ao redor do mundo iriam se manifestar.
O advogado de Assange, Mark Stephens, disse que o governo dos EUA está tentando intimidar as pessoas. "É uma pena que o departamento de justiça tenha parado de jogar com a justiça e tenha passado a jogar com a política", ele disse à BBC News.
Os representantes do Twitter se recusaram a comentar as declarações de Assange e seu advogado. "Para ajudar nossos usuários a proteger seus direitos, nossa política é notificar os usuários sobre medidas legais e governamentais que requeiram suas informações, exceto quando somos impedidos por lei de fazê-lo", alegaram.
A parlamentar islandesa Birgitta Jonsdottir é autora da lei conhecida como Icelandic Modern Media Initiativa, que fez do país um paraíso para o jornalismo investigativo e liberdade de expressão.
Ela é acusada de ter participado na elaboração do vídeo Collateral Murders, que mostra um helicóptero Apache dos EUA atirando em civis no Iraque em 2007.
categoria : segurança / geral |
20.12.2010 / 11h24
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Scotland Yard investiga grupo hacker Anonymous
A polícia metropolitana de Londres, conhecida como Scotland Yard, anunciou que está investigando o grupo Anonymous por conduzir ataques distribuídos de negação de serviço (DDoS) contra sites de diversas empresas.
O grupo ganhou destaque nas últimas semanas, após atacar companhias que deixaram de apoiar o WikiLeaks, como a Visa, o Mastercard e o Paypal.
categoria : segurança / ataques |
10.12.2010 / 10h24
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Adolescente é preso por atacar sites contrários ao WikiLeaks
Os boicotes da chamada “Operation Payback”, onda de ataques distribuídos de negação de serviço (DDoS) contra sites que se mostraram contrários ao WikiLeaks, renderam a primeira detenção, na Holanda.
Um jovem de 16 anos foi preso ontem suspeito de colaborar com os ataques, que são atribuídos ao grupo Anonymous. O rapaz irá se apresentar ao juiz ainda hoje, em Roterdã.
categoria : segurança / ataques |
29.11.2010 / 14h42
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Documentos dos EUA ligam China ao ataque ao Google
A lista de mais de 250 mil mensagens secretas do Departamento de Estado dos Estados Unidos, que começou a ser divulgada no último domingo pelo WikiLeaks, inclui um documento que liga o Politburo chinês (órgão executivo chefiado pelo Partido Comunista) aos ataques ao Google de dezembro de 2009.

A Embaixada Americana em Pequim teria sido avisada por um contato chinês não identificado de que o Politburo "dirigiu a invasão aos sistemas do Google", de acordo com notícia publicada no New York Times, que citava um dos documentos vazados pelo WikiLeaks.
"O ataque ao google foi parte de uma campanha coordenada comandada por membros do governo, especialistas privados em segurança e criminosos virtuais recrutados pelo governo chinês. Eles invadiram computadores do governo americano e de seus aliados, do Dalai Lama e de empresas americanas desde 2002" de acordo com o relato do New York Times.
Especialistas em segurança já haviam apontado ligações entre o ataque aos servidores a uma universidade usada pelo exército chinês. Tanto o Google quanto o Departamento de Estado dos EUA apontaram a probabilidade da China estar por trás dos ataques logo que eles ocorreram, mas na época ninguém conseguiu provas de que eles haviam sido patrocinados pelo estado.
Google foi uma das mais de 30 empresas alvejadas no que se chamou de ataque Aurora. A empresa disse que o principal alvo dos hackers seriam contas do Gmail de ativistas de direitos humanos e que o objetivo aparentemente não havia sido cumprido.
Horas após o Google detectar o ataque, o Departamento de Estado dos EUA se pronunciou apontando a seriedade dos ataques e pedindo explicações ao governo chinês.
As informações sobre o ataque fazem parte do chamado Cablegate que inclui mais de 2700 documentos da embaixada dos EUA no Brasil. Por enquanto os documentos foram liberados apenas para alguns grandes jornais, como o Le Monde (França), o The Guardian (Inglaterra) e o The New York Times (EUA).
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