
Como funciona o cibercrime brasileiro
autor: risastoider
Ùnion, CEF, Itaú, Real, Banrisul, nespa, BB, hs, brb, rural, bnc e também bnp, Bradesco e Credicard, o melhor é Nossa Caixa."

A cara-de-pau é tanta que a música foi colocada no Youtube. Aos curiosos de plantão: infelizmente, já foi retirada do ar. Mas não fiquem tristes. Há muitas outras por lá, fazendo apologia a diversos crimes parecidos.
Como isso é possível? Graças à impunidade. No Brasil, não há leis específicas para os crimes de Internet. Explicamos um pouco sobre isso no nosso especial sobre segurança digital durante a Copa do Mundo: o crime passa a existir só quando uma pessoa mal-intencionada usa os dados que obteve pela Internet, com meios ilícitos, na vida offline. Ou seja, criar um malware, distribuí-lo ou aplicar phishing não tem punição prevista na legislação do país.
Para continuar multiplicando dinheiro e enaltecendo suas façanhas publicamente na web sem ser pego pela polícia, obviamente foi preciso desenvolver um bocado de artimanhas. E isso deu origem a um perfil de cibercriminoso tipicamente brasileiro. Isso foi esmiuçado durante a conferência ibero-americana da Kaspersky, realizada em Cancun, no México, entre os dias 25 e 27 de agosto. Nossa equipe esteve lá e conta para você, nas próximas páginas, como está configurado o cenário do cibercrime no Brasil e nos demais países latinos.

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