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pc categoria : pc | 02.10.2009 / 03h17

75 Games de PC para Jogar antes de Morrer [Parte 2]

autor: redacao

Por Mauro Barreto e Filipe Braga (Subzero)

Chegamos então à segunda parte de nosso especial de 75 games de PC para se jogar antes de morrer, mas, na verdade, esta é a última parte da seleção feita pela Redação Adrenaline, listando os jogos de 31 a 60 (lembrando que não se trata de uma ordem de "melhor para o menos melhor", mas sim uma ordem completamente aleatória).

A última parte desta seleção fica por conta de vocês, leitores, que podem deixar suas sugestões de melhores games para PC nos comentários. Os 15 jogos mais citados neste post e no anterior (contendo a primeira parte da lista, que você pode ler aqui) serão os escolhidos para compor a última parte deste especial (leia aqui).  

Vamos então aos jogos! 

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31. Half-Life 

É impossível não citar Half-Life, o primeiro produzido pelo que hoje é uma das gigantes do desenvolvimento de games: a Valve. Em 1998, uma época em que o gênero de tiro em primeira pessoa era sinônimo da divertida fanfarronice sanguinária de jogos como Doom e Duke Nukem, surge Half-Life levando o FPS a um patamar mais sério, digamos assim.

Em um enredo de filme de ficção científica, você comanda o Dr. Gordon Freeman, que deve lutar contra o caos em meio à invasão de seres de uma dimensão paralela chamada Xen. O interessante é que Freeman não diz uma única palavra durante todo o jogo, mesmo interagindo com outros personagens.

O sistema de jogabilidade inovador e mecânica do jogo fizeram de Half-Life o modelo perfeito para um “mod” de muito sucesso. É claro que estou falando de Counter-Strike, que até hoje está presente em lan-houses do mundo todo.

32. Max Payne

Max Payne! Bullet time! O efeito especial que ficou famoso nos cinemas graças a Matrix chegou aos games graças a Max Payne. Desviar de balas em câmera-lenta é algo muito divertido que foi adotado por diversos games desde seu lançamento, em 2001.

Em Max Payne, temos a típica história do policial bad ass em busca de vingança. Trabalha na cidade de Nova York, sua família é morta por criminosos, ele precisa colocar todo mundo atrás das grades – ou debaixo da terra – e blá blá blá. Mas, ora bolas, por isso mesmo é um game tão divertido e que figura como um clássico!

33. Bioshock

Um dos games mais recentes da lista, lançado em 2007, Bioshock é uma prova de que um game também pode ter uma excelente e envolvente história. Em uma mistura de suspense com ficção científica, o jogo faz você investigar o passado de uma cidade submarina onde escabrosas experiências eram realizadas.

Sucesso de público e crítica, Bioshock mescla elementos de FPS e exploração, tudo em um clima muito sinistro com inimigos medonhos e inesquecíveis, como as Little Sisters e o Big Daddy. Uma sequência já está a caminho, e promete grandes surpresas, além de que já se espera um filme baseado no game.

34. Fallout 3

Fallout, uma das famosas franquias da Bethesda, teve início em 1997. Com enredo futurista pós-apocalíptico, os primeiros jogos foram um marco. Mas, em 2008, tivemos o mais recente capítulo da série: Fallout 3, utilizando uma versão atualizada da engine gráfica Oblivion.

Com gráficos de última geração e utilizando dos elementos que tornaram a franquia famosa, como batalha baseada em pontos de ação, Fallout 3 é um jogaço. Muita violência em riqueza de detalhes e novas funções – como controle de NPCs - fazem deste jogo um título digno do nome que leva.

35. Commandos: Behind Enemy Lines

Commandos é na verdade uma saga de 4 games, iniciado em 1998 pela Pyro Studios juntamente com a Eidos Interactive.

Behind Enemy Lines foi o primeiro da série, sendo considerado por muitos como o melhor de todos, ainda mais por ter sido bastante inovador em sua época.

Diferentemente da grande maioria dos outros jogos de estratégia, Commandos não está focado na construção de tropas ou extração de recursos, mas sim na exata coordenação e gerenciamento das poucas unidades pré-estabelecidas com o intuito de alcançar seus objetivos. E foi justamente esta quebra de paradigma que deu a Commandos, tanta notoriedade por parte do público e crítica. 

36 - 40

36. MechWarrior 2: 31st Century Combat

Originalmente lançado para o sistema operacional MS-DOS em 1995 pela Activision, MechWarrior 2: 31st Century Combat é o segundo game (de um total de 4) da franquia de simulador de robôs futuristas que ainda causa uma sensação de nostalgia entre os jogadores com mais de 25 anos de idade.

Ambientado em um mundo futurista chamado BattleTech, MechWarrior 2: 31st Century Combat combina elementos de simulação e estratégia/tática, em que o jogador assume o controle de máquinas de combates onde disputam combates de titãs.

Para deleite dos fãs da série, um quinto episódio foi recentemente anunciado, prometendo reviver os tempos de glória da franquia.

37. IndyCar Racing

IndyCar Racing chegou em 1993 para o sistema operacional MS-DOS com um grande desafio: substituir a altura o então respeitável Indianapolis 500 lançado em 1990.

A produtura Papyrus Design Group acertou em cheio com o game, que trazia melhorias na jogabilidade e gráficos de cair o queixo para a época.

Além do jogo em si, outro divertimento era poder assistir o replay de sua performance em diversas câmeras.

38. The Sims

Odiado por alguns, mas amado por muito mais pessoas, The Sims – goste você ou não – revolucionou os games para PC, tanto que seu sucesso o transportou a outras plataformas, como os consoles. Um jogo em que não há história e nem missões ou mesmo inimigos. 

Tudo o jogador tem que fazer é controlar (ou pelo menos tentar) a vida de um personagem qualquer, criado a partir de opções de customização. Mande-o tomar banho, fazer compras, passear com o cachorro, dormir, reformar a casa... Enfim, é como brincar de fazer as tarefas do dia-a-dia. 

O que parece uma idéia boba levou milhões de pessoas que nunca deram bola para os games se tornarem os chamados “jogadores casuais”, enquanto outros ficaram realmente viciados na franquia adquirindo todos os pacotes de expansão lançados desde o primeiro título, no ano 2000.

39. GTA San Andreas

A série Grand Theft Auto já era um sucesso desde seu primeiro game, lançado em 1997, em que você simplesmente roubava carros em uma visão aérea de um cenário 2D. A passagem para o 3D trouxe títulos memoráveis, como GTA 3 e Vice City, mas foi com San Andreas que a coisa se tornou literalmente GRANDE!

San Andreas, dessa vez, não era simplesmente o nome de uma cidade onde você praticava seus crimes e arruma confusão. Simplesmente esse era o nome de um estado (fictício) inteiro. Ou seja, você começava como um bandidinho da vizinhança, roubando bicicletas e trocando tiros com inimigos locais, para terminar em uma cópia de Las Vegas, pilotando aviões e tanques de guerra (mesmo que na base dos cheats).

Um clássico que traçou novos padrões para o gênero de “exploração livre”, do qual a série sempre foi referência. É por motivos como esse que a expectativa do público é grande antes de cada novo jogo lançado da franquia GTA.

40. Grim Fandango

Inovador! Esta poderia ser muito bem uma boa palavra para resumir Grim Fandango. Lançado em 1998 pela LucasArts, o game é um adventure que mistura elementos do folclore mexicano com cinema noir (como Casablanca e Chinatown), recheado de músicas que combinam temas mariachis com jazz de primeira qualidade.

Além de um enredo bastante inusitado (o  jogador assume o papel de um agente de viagem do mundo dos mortos, em que este tem que levar seus “clientes” para o “repouso final”), Grim Fandango conta com gráficos de primeiríssima qualidade para a sua época (misto de cenários 2D pré-renderizados e colorizados em 16 bits com personagens poligonais 3D), diálogos inteligentes, sensor de humor sagaz beirando ao humor negro e charadas bastantes desafiadoras.

41 - 45

41. Police Quest: SWAT 2

SWAT 2 chegou em 1998 trazendo uma jogabilidade pouco explorada até então nos jogos eletrônicos, em um estilo chamado de RTT (tático em tempo real) que combina elementos de estratégia e muita ação.

O jogador poderia escolher em fazer parte do time dos bandidos ou da divisão de elite da polícia norte americana, tendo como pano de fundo cenários extremamente detalhados e realistas que incluem desde as ruas mais imundas de Los Angeles à árida paisagem do deserto do Mojave.

Um dos grandes destaques de Police Quest: SWAT 2 é que cada ação tomada durante a partida tem reflexos diretos no desenrolar do game, influenciando o resultado da missão.

42. Star Wars: X-Wing vs. TIE Fighter

Terceiro jogo da série X-Wing, baseado na saga de Guerra nas Estrelas, Star Wars: X-Wing vs. TIE Fighter, mais conhecido simplesmente por XvT, foi um dos títulos mais aguardados do ano de 1997.
Distribuído pela LucasArts, o game é um simulador combates de naves espaciais onde põe frente a frente dois dos personagens antagônicos (ainda que sejam inanimados) mais célebres de Hollywood: os caças inter-estrelares X-Wing (Aliança Rebelde) e Tie Fighter (Império).

O game é ambientado no sistema Andora, perto do qual aconteceu a Batalha da Estrela da Morte no filme O Retorno de Jedi.  

A tensão ricamente presente no game, bem como uma ótima trilha sonora e gráficos de primeira qualidade para a época, resultaram em um dos jogos da franquia de Star Wars mais festejados e reconhecidos de todos os tempos.

43. Descent

Lançado no início de 1995 pela Parallax Software, Descent é um misto de combate de naves especiais com shooter em primeira pessoa, que trouxe uma perspectiva sem precedentes em termos de jogabilidade para a época.

Os jogadores ficaram maravilhados (e literalmente perdidos!) com o sistema de deslocamento em 360 graus, mais conhecido como 6DOF (6 graus de liberdade), onde era possível movimentar-se em todas as direções possíveis e imagináveis, ao ponto de em certos momentos, a nave ficar de cabeça para baixo em relação ao ambiente.

44. Flight Simulator

Uma das franquias de games mais antigas de que se tem notícia (se não a mais antiga), Flight Simulator nasceu em 1980, com gráficos obviamente toscos mas que representaram o mais próximo de uma simulação que se tinha para a época. Tudo saído da mente do programador Bruce Artwick.

Depois do sucesso dos três primeiros games para plataformas como Amiga, Commodore 64, Apple II e Atari 800, a Microsoft comprou a licença do game em 1982, passando a renomear a série como “Microsoft Flight Simulator”. Desde então, cada versão apresenta melhores gráficos e simulação de vôo mais detalhada.

Se você sonha em ser piloto de avião, mas não sabe por onde começar, pode dar suas primeiras “batidas de asa” utilizando um jogo da série, sem perigo de acontecer alguma catástrofe.

45. 688 (i) Hunter Killer

688(I) Hunter/Killer pode ser considerado uma verdadeira obra prima em se tratando de simulador de guerra naval.

Lançado em 1997 pela Sonalysts Inc. juntamente com a Electronic Arts, o game tem em seu nome, uma referência à classe de submarinos Los Angeles da marinha dos EUA, também conhecido por 688 (i)nterceptor.

Trata-se do simulador mais realístico de submarino já desenvolvido. O comandante, melhor dizendo, jogador, deverá gerenciar os principais sistemas da embarcação, tais como o sonar e o sistema de controle de armas.

46 - 50

46. Unreal

Antes de tudo, Unreal é o game responsável pela estréia da engine de mesmo nome, utilizada depois como base para diversos títulos. A engine Unreal 1 começou a ser desenvolvida três anos antes do lançamento do jogo, na garagem de seu criador, Tim Sweeney.

Agora vamos falar um pouco sobre o game: Trata-se de um FPS, protagonizado por uma heroína, a Prisioneira 849, que deve lutar contra monstros espaciais que escapa de uma nave-prisão após um pouso acidental. Quer saber mais que isso? Então jogue-o!

Unreal, lançado em 1998 pela Infogrames, representou uma melhoria significativa para os gráficos dos FPS na época, e sua engine chegou a se tornar rival da Tech 2, desenvolvida pela id Software - gigante do ramo dos FPS.

47. Prince of Persia

Na minha infância de início dos anos 90, eu, Mauro, ficava maravilhado com o nível de fluidez da animação do Prince of Persia original. Quanto realismo! Parecia uma pessoa de verdade correndo e pulando pra lá e pra cá presa dentro do monitor. 

Esse efeito era proporcionado pela tecnologia de rotoscopia, que filmava pessoas quadro-a-quadro e as colocava no game como em um desenho animado. Mas, além disso, a “física” (termo que ninguém ainda usava popularmente na época) era bastante precisa, o que tornava sua jogabilidade outro grande atrativo.

Novas versões com melhores gráficos, história mais detalhadas e recursos avançados foram surgindo no decorrer da evolução das plataformas, mas nenhuma supera o status de clássico do original, lançado em 1989, que merece ser jogado uma vez ou outra pelo fator nostalgia.

48. Duke Nukem 3D

Sexo, miolos explodindo e um protagonista muito rock n’ roll: Essa era a fórmula de sucesso de Duke Nukem 3D, que levou ao estrelato seu protagonista – personagem que antes estrelou alguns caricatos jogos no estilo plataforma em 2D.

Mas aqui a coisa era diferente. Ao lado de Doom e Quake, Duke Nukem 3D definiu o gênero FPS, se diferenciando dos demais pelo senso de humor de seu protagonista e pelos elementos nonsense que se encontrava pelos cenários, como mulheres fazendo strip-tease muito tranquilas em meio a um genocídio de humanos promovido por alienígenas.

Infelizmente, uma sequência oficial produzida pela 3D Realms (empresa responsável pelo título) até hoje ainda é esperada. Enquanto isso, vez ou outra surgem versões produzidas por empresas terceiras, para diversas plataformas, porém sem o mesmo carisma do original, lançado em 1996.

49. Tomb Raider

O que Duke Nukem é para o FPS, Lara Croft é para a ação em terceira pessoa. Lançado no mesmo ano, Tomb Raider deixava vidrados os marmanjos que controlavam a arqueóloga de shorts apertados em meio a cavernas e templos em ruínas, em busca de artefatos raros ou... Na verdade ninguém ligava muito para os objetivos dela.

Desenvolvido pela Core Design e publicado pela Eidos Interactive, Tomb Raider obteve sucesso extremo, emplacando inúmeras sequências até hoje, cada uma mostrando uma Lara Croft mais realista – e mais gostosa – do que a anterior.

O sucesso da franquia tornou Lara Croft o verdadeiro ícone britânico dos videogames, sendo interpretada pela mega-estrela Angelina Jolie em dois filmes para o cinema, e diversas modelos de todas as nacionalidades possíveis em eventos e fotos de divulgação, incluindo a Ellen Roche no Brasil. Alguém aí lembra?

50. Lotus Esprit Turbo Challenge

A Magnetic Fields lançou em 1992 para o sistema operacional MS-DOS, um dos games mais viciantes de todos os tempos: Lotus Esprit Turbo Challenge.

Embora tenha sido o terceiro da série, o jogo foi o primeiro a entrar no mundo dos computadores. Distribuído em um disquete de 3 ½ polegadas (1.44MB), o game precisava de pelo menos um PC AT 286 para rodar.

O jogador poderia escolher três opções de carros: Lotus Esprit S4, Lotus Elan e o conceito M200. Com uma música empolgante, jogabilidade simples e a possibilidade de disputar corridas com um colega (tela dividida ao meio), Lotus Esprit Turbo Challenge foi sem dúvida um dos memoráveis games já produzidos até hoje.

51 - 55

51. Myst

A Cyan Worlds lançou em 1993 um verdadeiro Best-seller dos jogos eletrônicos com o adventure Myst.

Criado pelos irmãos Rand e Robyn Miller, o game arrebatou multidões pela sua história envolvente e cheia de mistérios e enigmas, bem como pelos primorosos gráficos.

Em Myst (nome da ilha no game), o jogador faz uma verdadeira saga por diversos mundos através de livros especiais (portais), nos quais o enredo se desenrola.

52. Soldier of Fortune

Considerado um dos FPS mais sanguinários de todos os tempos, Soldier of Fortune foi lançado em 2000 pela Raven Software, sendo bastante aceito pelos gamemaníacos.

Um dos grandes atrativos do jogo era a tecnologia GHOUL desenvolvida originalmente para Quake II, em que era possível desmembrar partes do corpo dos oponentes, bem como “estraçalhar” suas cabeças.

Como o nome sugere, o jogador assume o papel de um mercenário que tem como objetivo caçar terroristas ao redor do mundo.

53. MDK

MDK despertou o interesse da comunidade gamemaníaca antes mesmo de ser lançado pela Shiny Entertaiment em 1997. Na época, todos se perguntavam o motivo do estranho nome do game, que depois descobriu-se que era a abreviatura para Murder, Death, Kill (3 palavras do inglês para morte).

O game, um shooter em terceira pessoa, pode ser classificado como “ame-o ou deixe-o”, pelo simples fato de ser motivo de paixão ou ódio, a depender de cada um. Contudo, a receptividade foi estrondosa na época, e parte pela jogabilidade bastante fácil e suave, seu estilo psicodélico, certa dose de humor, além de seu enredo fora do comum, onde haviam situações completamente imprevisíveis.

54. Command & Conquer

O primeiro de uma série de 12 jogos, Command & Conquer foi lançado em 1995 – época em que muitos jogos ainda rodavam no ambiente MS DOS, como era seu caso. Aclamado por jogadores e crítica, C&C é considerado revolucionário pelo seu sistema de batalha em tempo real, que influenciou outros jogos de estratégia lançados a seguir.

Também conhecido pelo título alternativo “Tiberian Dawn”, o game conta a história de uma batalha de poder, tudo em disputa de uma substância alienígena com propriedades misteriosas. Escolha seu lado da guerra (GDI ou NOD) e entre nas campanhas de seu time até sair vitorioso (ou não).

O game foi relançado como freeware pela sua produtora, Electronic Arts, em comemoração ao seu 12º aniversário.

55. Doom

Monstros, demônios e outros inimigos grotescos surgindo em meio a labirintos sombrios. Você descrever algumas dezenas de games assim hoje em dia, certo? Mas esse conceito não era tão comum em 1993, quando a id Software de Carmack e Romero lançaram Doom.

O gênero de ação em primeira pessoa nunca mais foi o mesmo. O que havia começado a se popularizar com Wolfenstein 3D se tornou ainda mais difundido com a chegada de Doom. O game, que nasceu nos computadores, foi transportado até para o Super Nintendo, fazendo milagre para reproduzir os gráficos em 3D (avançadíssimos para a época).

56 - 60

56. Carmageddon

Este jogo, lançado em 1997 levantou polêmica no mundo todo por sua premissa inusitada: Atropelar pedestres e provocar batidas em outros carros, tudo isso com direito a power-ups insanos, como uma bola de espinhos para o seu carro, explosivos e até mesmo drogas para deixar o piloto doidão.

Carmageddon é nada mais do que uma corrida clandestina com um corredor mais bizarro do que o outro, todos se encaixando no estereótipo de delinquente. Rendeu uma sequência, com gráficos um pouco melhores e novos recursos, e chegou a ser banido pela Justiça Brasileira.

57. FIFA 98: Road to World Cup

Lançado em junho de 2007 pela Electronic Arts, FIFA 98: Road to World Cup (mais conhecido simplesmente por FIFA 98), foi de longe, o game da série (iniciado em 1993 com FIFA International Soccer) que fez mais sucesso entre o publico e crítica.

Conforme o nome sugere, o jogo é inspirado na fatídica (pelo menos para nós brasileiros) Copa do Mundo de 1998 e que teve como grandes novidades, o uso de uma nova e mais moderna engine gráfica 3D, bem como melhorias substanciais na jogabilidade, IA e uso de trilha sonora nas telas de incialização e configuração.

A franquia foi a primeira a receber a chancela oficial da Federação Internacional de Futebol (FIFA), tendo reinado por muitos anos como o principal jogo do gênero, até a chegada e popularização de Pro Evolution Soccer/Winning Eleven da Konami.

58. Quake

Outro clássico dos FPS lançado em 1996 pela id Software, Quake segue o mesmo clima sombrio e violento de seu antecessor Doom, mas fez bastante sucesso devido a ser jogável pela Internet, em uma época em que isso ainda estava começando a ser realidade.

Quake também foi um dos primeiros games que fez uso das tecnologias de aceleração das placas de vídeo 3D – hoje em dia elemento essencial para qualquer game decente ser jogado no PC. 

Outra obra-prima de John Romero e John Carmack (criadores de Doom), Quake influenciou outros games de sucesso, como Half-Life, que utilizava uma espécie de engine modificada de Quake.

59. Mortal Kombat III

Hoje a franquia Mortal Kombat anda mal das pernas, mas em 1995 ela era a verdadeira vedete dos games de luta, ao lado da série rival Street Fighter. Neste ano, foi lançado Mortal Kombat III, levando os lutadores de Outworld para um clima mais futurista, com novos golpes e finalizações.

Animalites, Babalities e Friendships surgiram nesta versão, além de inúmeros novos Fatalities, personagens e cenários secretos, e menus que, ao serem acessados, habilitavam uma série de opções escondidas no game.

Muitos preferem o segundo jogo da franquia, mas temos que concordar que Mortal Kombat III foi inovador, não só para os games de luta, quanto para a própria série, rendendo até uma “expansão”: Ultimate Mortal Kombat III, com ainda mais personagens e cenários.

60. Crysis

Dispensando maiores apresentações, Crysis é sem sombra de dúvidas um autêntico “divisor de águas” na indústria dos jogos eletrônicos, ao trazer gráficos com uma qualidade nunca antes imaginada, comparados a de filmes de Hollywood.

Lançado em 2007 pela Crytek, Crysis é um FPS que arrebatou multidões de fãs, todos estupefatos pelas qualidades impressionantes, tais como níveis gráficos inéditos na indústria dos jogos eletrônicos, efeitos físicos e jogabilidade.

Contudo, toda essa qualidade tem um alto preço: o exigente grau no requisito técnico. Para ser idéia, mesmo hoje, com o sistema mais poderoso existente no mercado, não é capaz de setar a configuração no máximo, com 60 quadros por segundo.