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pc categoria : pc | 01.07.2010 / 14h52

“StarCraft II” vem ao Brasil por R$ 49 com limite de uso

autor: andrei

Notícias como essa nos fazem pensar até quando o mercado brasileiro – e os próprios jogadores - de games será feito de chacota e passará a ser levado mais a sério. A produtora Blizzard  anunciou oficialmente ontem, em um evento realizado em São Paulo, que “StarCraft II” será oficialmente lançado no país no dia 27 de julho por R$ 49. Até aqui, boas novas. O que realmente pesa, vem a seguir.


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O anúncio da estréia nacional, que acontece simultaneamente com a chegada do game nos Estados Unidos, foi feita por Steve Huot, diretor da Blizzard para a América Latina. E embora o anúncio venha a calhar com a estratégia da localização do título para o português (dublagem e outras firulas), saiba que você poderá jogar o aguardado jogo de estratégia em tempo real por apenas SEIS MESES.



Portanto, você terá que desembolsar o suposto ótimo preço de R$ 49 para jogar um produto com validade de funcionamento: seis meses é o limite de jogatina single player e multiplayer online que a Blizzard irá impor para você desfrutar seu game favorito. Após esse período, pode esquecer, pois tudo será bloqueado e será necessária a aquisição de uma nova assinatura para continuar jogando.



A empresa também informou que pacotes específicos de assinaturas, de 30 ou 60 dias duráveis, serão comercializados e poderão ser pagos de diversas maneiras. E quem realmente quiser algo duradouro, com tempo de jogatina ilimitada, é melhor preparar o bolso, porque isso só será possível com a compra da edição de colecionador de “StarCraft II”, que sai por US$ 100. O conjunto não tem preço definido no Brasil.



A Blizzard ressaltou que irá disponibilizar uma edição convencional com uso ilimitado por US$ 60, com preço e data estréia nacionais também indefinidos. Ainda, vale o esclarecimento que esta edição com tempo de uso delimitado não será lançada comercializada apenas no Brasil. Outros mercados receberão o produto da mesma forma.

Por fim, uma pergunta: você, jogador brasileiro, o que acha de ter que pagar por um jogo e apenas jogá-lo por tempo determinado pela produtora e, se quiser continuar jogando, terá que comprar novamente uma “permissão” de uso ou esperar ainda mais pela versão completa?