Baterias seladas, porque duram pouco??

Discussão em 'Hardwares em Geral' iniciado por josé Amilton, 22/11/2008.

  1. josé Amilton

    josé Amilton Member Registrado

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    BATERIAS SELADAS PORQUE DURAM POUCO!

    POR DESCONHECIMENTO TÉCNICO, O USO DE BATERIAS SELADAS NAS MAIS DIVERSAS APLICAÇÕES, EXIGE CRITÉRIOS E ESPECIFICAÇÕES QUE, SE NÃO FOREM SEGUIDAS, COM CERTEZA ,REDUZIRÁ SUA VIDA ÚTIL.
    ESCREVO O TÓPICO COMO FORMA DE ESCLARECIMENTOS.

    BATERIAS SELADAS PORQUE DURAM POUCO ?

    A Bateria Selada ainda é desconhecida por muitos usuários que, comumente, confundem os dois tipos existentes ( AGM e GEL ) com baterias ventiladas blindadas tipo automotivas por exemplo.
    Na realidade a pesquisa para dispormos de uma bateria confiável, com uma durabilidade aceitável levou um bom tempo. O uso de ligas metálicas, processos de formulação das placas, separadores, colas especiais etc., resultavam sempre numa dificuldade de durabilidade, devido ao processo de estabilização do ciclo de recombinação e conseqüentemente a contaminação interna.
    Os resultados mais estáveis conseguiu-se com chumbo puro em liga com cálcio. Mesmo assim, algumas primícias técnicas deveriam serem observadas em função do perfil cíclico de cada tipo de bateria como;
    A) Projeto da grade ( isto é; tipo da liga,espessura,configuração da malha).
    B) Formulações da Pasta ou Material Ativo ( isto é; densidade,tipo de óxidos, processo de mistura ).
    C) Processo de tratamento da placa.
    D) Tipos de separadores ( isto é; tamanho do poro,resistência interna, tipo de material ).
    E) Processo de formação da placa.

    Embora que a maioria dos projetos apresente similaridades, a capacidade cíclica de cada bateria projeta ,podem variarem em função da quantidade de ciclos que elas poderão fornecerem diretamente relacionada a profundidade das descargas. Portanto, os fabricantes realizam ensaios sucessivos de carga e descarga, objetivando obter uma vida útil estimada destas baterias.
    Desta forma o primeiro fator que pode contribuir para o não atendimento da vida útil estimada, esta relacionada ao numero de ciclos e a profundidade das descargas como por exemplo;

    Numero de Ciclos Profundidade de Descarga
    150 – 200 100%
    450 – 600 50%
    1250 – 1500 25%
    [​IMG]

    O segundo ponto importante que contribui para esta degradação é justamente o ciclo de recombinação dos gases ( ciclo do oxigênio). A aceleração deste ciclo resulta numa diminuição direta da vida útil porque parte do hidrogênio se deposita na placa positiva ao longo do tempo, portanto a tensão de flutuação/temperatura são fatores importantes.
    Ao contrario, tensão de flutuação muito baixa, ou armazenamentos acima de 6 meses, resultarão num lento e gradativo processo de descarga. A conseqüência é o processo de sulfatação das placas.

    SULFATAÇÃO: Cabe aqui, fazer um esclarecimento do uso desta palavra.
    Sulfato de chumbo se forma como parte natural do processo de descarga e, neste sentido, é uma parte necessária do funcionamento da bateria.Este sulfato tem estrutura finamente cristalina e é facilmente reduzido pela corrente de carga.
    O segundo aspecto é aquele formado pela ação de auto descarga das placas, que também pode ser reduzido por uma correta recarga.
    A terceira é a que nos interessa, é a que se aplica aos cristais grandes ou sulfato de chumbo duro, que podem se formarem nas placas, por um processo negligente ou de uso incorreto. Este processo é de difícil redução e podem causar danos permanentes nas placas.

    O terceiro item importante é o ripple ou tensão rms residual sobre o DC total. A recomendação é que o ripple fique no máximo a 1,5% da tensão total.
    Um de 4%´pode ser tolerado desde que ocorra de forma intermitente ( isto é, picos em situação transitórias ).

    O quarto item se refere a aspectos de instalação ( baterias sem espaçamentos p/ventilação), conexões mal apertadas, oxidações nas conexões e projetos de aplicação.

    Quanto à aplicação, deverá ser observado qual dos dois tipos se aplica ao uso pretendido e por isso mostramos abaixo os comparativos ente GEL e AGM.
    [​IMG]
    AGM

    Placa Positiva Plana (Empastada)
    Ácido imobilizado num separador a base de xxxxxxxxxxxxxx Separador é a própria microfibra de vidro
    Menor resistência interna ( Bom p/UPS) .
    Maior estratificação do eletrólito.
    Mais sensível a ciclagem
    Mais sensível às altas temperaturas
    Maior densidade de energia
    Maior taxa de auto descarga –3%/mês
    Maior taxa de recombinação – 98%
    Menor Custo ( preço).
    Pode operarem varias posições


    [​IMG]


    GEL

    Placa Positiva Tubular
    Ácido imobilizado em solução de sílica fibra de vidro
    Separador Adicional ( Isolador das placas)
    Maior resistência interna
    Menor estratificação do eletrólito
    Aplicação cíclica
    Menos sensível às altas temperaturas
    Menor densidade de energia
    Menor taxa de auto descarga-2%/mês
    Menor taxa de recombinação~95%
    Maior custo
    Pode operar em varias posições

    O quinto item se refere à corrente de recarga ,que de uma forma direta, interfere no processo de recombinação com aquecimento interno do elemento. Em função disso, a recomendação é que os carregadores fiquem limitados em 10% da capacidade nominal das baterias . Ex: bateria de 12V/7A- A corrente de recarga deverá estar limitada em 0,7 A ( 700 mA.) .

    Portanto esta ai a explicação porque estas bateria seladas de uso geral duram no máximo 4 a 6 anos em instalações condicionadas, com tensão compensadas/adequadas e de com uma média de 3 anos dentro de equipamentos ou ambientes não condicionadas.
    Em compensação, nas baterias Top de Linha e uso em Telecom os fabricantes já desenvolveram baterias com vida estimada de 20 anos e, portanto, com duração real de 10 a 12 anos considerando os requisitos descritos acima.
    Nas fotos abaixo apresentamos uma tabela de vida útil estimada em função da temperatura com e sem compensação e fotos em corte de dois elementos de baterias, sendo um AGM e outro GEL.

    Bibliografia: Sec. Power / Power Battery - PM

    José Amilton –
    CREA-RS 87746

    Fotos e dados mais elaborados no endereço eletrônico;
    http://www.forumpcs.com.br/viewtopic.php?t=246505
    Sds,
    José Amilton
     
    Última edição: 25/04/2013
  2. KEM

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    Da pra fazer um resumo? :)
     
  3. _rau_

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    Esse é o resumo, colega! :)
     
  4. josé Amilton

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    Meu Caro KEM,
    Como disse o RAU ,já fiz um resumo geral do tema, nos dois ítens postados. Dados mais claros com fotos e edição mais arrumada no forumpc ,conforme indicado.
    Se precisares de alguma informação específica por favor!!!!
    Sds,
    José Amilton
     
  5. josé Amilton

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    Baterias-efeito saco um perigo quase desconhecido !

    BATERIAS

    EFEITO SACO UM PERIGO QUASE DECONHECIDO !

    UM INIMIGO QUASE DESCONHECIDO DOS NO-BREAK´S É ESTA CARACTERÍSTICA INTRINSÍCAS DAS BATERIAS.
    QUANDO SUBMETIDOS A UMA CORRENTE DE DESCARGA, SAINDO DA SITUAÇÃO DE REPOUSO OU FLUTUAÇÃO, ELAS APRESENTAM UM DEGRAU DE TENSÃO, POR UM CURTO TEMPO.

    NOTA 1: Vamos citar a seguinte situação exemplificativa;
    - Cliente faz um chamado de assistência técnica, solicitando que seja feita uma manutenção corretiva.
    - Indagado pela Empresa Técnica, responde o seguinte;
    - Ocorreu uma falha da rede por X tempo e tudo correu normalmente, passados 15,20 ou 30 minutos voltou a faltar a rede, mais desta vez ,o No-break se desligou e toda carga do cliente foi desligada, gerando prejuízos.
    - O Técnico quando verifica o equipamento não encontra falha alguma, mede as baterias com carga resistiva e não encontra anormalidades. Sem saber o que dizer, fala que fez reajustes , reapertos em conexões e que ficará em observação, o tal equipamento.
    -
    A RESPOSTA ESTA NO EFEITO SACO ,QUE NADA MAIS É QUE UMA CARACTERÍSTICA DAS BATERIAS CHUMBO ÁCIDAS.
    ESTAS BATERIAS APRESENTAM UMA SUBTENSÃO QUE PODE CHEGAR A 20% DA TENSÃO DE CORTE NUM TEMPO DE 1 ms. DEPENDENDO DE SUA PROFUNDIDADE, DO ESTADO DE CARGA E DO TEMPO DE VIDA ÚTIL.
    BATERIAS SUBMETIDAS A UMA DESCARGA, DEMORAM DE 3 A 24 HS PARA SE CARREGAREM NOVAMENTE E, MUITAS VEZÊS, NESTE MEIO TEMPO SÃO SOLICITADAS A REALIZAR UM TRABALHO QUE NÃO ESTÃO PREPARADAS. A PROFUNDIDADE PODERÁ CHEGAR A 1,75 V / ELEMENTO NUM TEMPO DE 3 ms.

    DE QUE DEPENDE O EFEITO SACO :

    DIRETAMENTE :
    – 01) DA RESISTÊNCIA ( IMPEDÂNCIA ) INTERNA , QUE CONSISTE NA SOMA DAS RESISTÊNCIAS DO MEIO ELETROLÍTICO,PLACAS POSITIVAS E NEGATIVAS E CONEXÕES MECÂNICAS INTERNA.
    – 02) DA PROFUNDIDADE DA DESCARGA.
    – 03) DAS CONEXÕES MECÂNICAS EXTERNAS.

    EXEMPLO:
    No-break com as seguintes características:
    Potência de 1200 Va. / Saída 110 Vac / Cosf de 0,6 / 48 Vdc de Baterias.
    Então teremos: corrente de saída = 6,5 A
    4 Baterias internas de 12V /7 A .

    Grosseiramente poderíamos dizer que a corrente de descarga será de :
    720W ¸ 48 = 15 A / 10 minutos ( vide curva de descarga)
    Eu disse grosseiro porque no final de descarga ela será de :
    1,75 x 6elementos= 10,50 Vdc x 4 Baterias = 42 V
    Nesta situação 720 w ¸ 42 = 17,14 A / 5 minutos ( vide curva de descarga).
    Portanto o correto é calcular o dimensionamento pela tensão média e seguindo uma fórmula confiável como mostramos abaixo:
    – I BAT = ( S. COS f ) ¸ ( n. N. Vm) onde;
    – I.BAT= Corrente de descarga
    – S = Potência em kVA.
    – n = Rendimento do Inversor.
    – N = numero de elementos.
    – Vm = igual a tensão média de descarga.

    OBSERVE QUE UMA BATERIA DE 7 A É SUBMETIDA AO DOBRO DA CORRENTE ESPECIFICADA. E DAÍ , ELAS FORAM FEITAS PARA FORNECER SUA CARGA EM TEMPOS DE MINUTOS A HORAS DE FORMA SEGURA.

    FINALIZO COM AS SEGUINTES DICAS:

    - NÃO COMPRE BATERIAS DE SEGUNDA LINHA, ELAS SÃO BOAS PARA LUZ DE EMERGÊNCIA OU ALARMES , MAIS NUNCA PARA NO-BREAK´S.
    - CUIDE QUE AS CONEXÕES EXTERNAS ESTEJAM BEM FIRMES , LIMPAS E NÃO VENHA AGRAVAR O EFEITO SACO.
    - NÃO DEIXE QUE UMA BATERIA SELADA CAIA A ABAIXO DE 10 VDC, VOCÊ PODERÁ NÃO CONSEGUIR CARREGA-LAS NOVAMENTE COM A TENSÃO SIMPLES DO CARREGADOR NO-BREAK´S.


    JOSÉ AMILTON
     
  6. josé Amilton

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    A SEC POWER LANÇA NO MERCADO NACIONAL, BATERIAS PARA OPERAR COM TEMPERATURA ACIMA DOS 25 GRAUS PADRÃO.
    http://www.secpower.com.br/2008/produtos_ver.php?linha=fp&serie=lfpt

    PARA AQUELES LOCAIS ONDE A TEMPERATURA MÉDIA É MAIS ALTA OU SEM CONDICIONAMENTO TÉRMICO APROPRIADA, A SEC POWER LANÇA UMA BATERIA VLRA - AGM COM SUPORTABILIDADE A TEMPERATURA MUITO próxima DA BATERIAS GEL.
    É A TECNOLOGIA SE ADAPTANDO AO USO DO MERCADO . :yes:

    SDS,
    J.A
     
  7. josé Amilton

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    MediÇÃo e aviliaÇÃo de baterias pelo metodo da condutÂncia!

    :thumbs_upMedição e avaliação de baterias pelo metodo da condutância:

    DDOS NO OUTRO FORUM ONDE ESCREVI ESTE ARTIGO::yes:


    http://www.forumpcs.com.br/viewtopic.php?t=246505&postdays=0&postorder=asc&start=10.

    AVALIAÇÃO DE BATERIAS PELO MÉTODO DA CONDUTÂNCIA.

    A Sec Power, nossa representada, tem feito seminários e palestras sobre tecnologias de baterias seladas e suas aplicações. Neste ano realizou o primeiro Seminário Nacional sobre Baterias e Manutenção.
    Participaram Pesquisadores, Fabricantes e Empresas da área elétrica e Telecomunicações.
    A grande novidade foi à nova tecnologia de medição/avaliação que não necessita desligar bancos de baterias ( Importantes em áreas que não possam serem desligadas sem programações prévias ).
    Assim com ocorreu com análise físico-químico de óleo e Termográfia, que trouxeram uma revolução na manutenção preventiva elétrica e, também ,análise de vibração na área mecânica, agora surge avaliação de Baterias pela condutância.
    Não se trata de um simples método de medição pela tensão e sim, de uma análise do estado de carga de cada elemento,permitindo intervenções antecipadas e cirúrgicas em determinado conjunto.

    Somente no mercado de Distribuição Elétrica,Geração,Telecomunicações,Industrial e CPD´s , as análises são feitas com medições periódicas baseadas somente nos níveis de tensão. Muitas delas por amostragem dos conjuntos. Isso gera erros de interpretação, que podem ocasionarem falhas nos sistemas, trocas de baterias sem critérios, diminuição da vida útil,custos de paradas não previstas e acidentes.

    Utilizando um software dedicado, o método pela condutância, cria um perfil dos elementos,mostrando o estado de carga e da curva de envelhecimento ,numa exatidão de 99%.
    O sistema pode gerar as informações num gráfico de barras,e assim , pode-se ter uma visão de todos os elementos de um determinado conjunto,permitindo intervenções pontuais e programáveis.
    Estudos feitos ao longo de dois anos pelo CPQD, pela CHESF, pela Light Rio e outros ,demonstraram a eficiência e exatidão comparativa da tecnologia (dados disponíveis em arquivo).

    Vejam o artigo todo :

    FILOSOFIA E TECNOLOGIA
    Este é um espaço preliminar onde desejo colocar e compartilhar conhecimentos com você. Dessa forma espero que você coloque suas opiniões, seus pareceres e faça uma interação conosco. Seja sempre bem vindo. Desse intercambio espero colaborar para o seu crescimento como pessoa e também profissionalmente como também espero crescer. Colabore sempre.
    Segunda-feira, 4 de Agosto de 2008
    CONCLUSÕES SOBRE O MEDIDOR DE CONDUTANCIA PARA DIAGNÓSTICO DE BANCOS DE BATERIAS INDUSTRIAIS.
    Resumo da visita da CONTRONICS à CABIUNAS que foi acompanhado por nós.


    É um engano se pensar que a técnica de diagnóstico de bancos de baterias por meio de medição de condutância não é confiavel, pois testes exaustivos de comparação entre as técnicas de diagnósticos feitos com testes de descarga e medição de condutância, revelaram que as duas técnicas apresentam variação de apenas dois por cento ou seja os testes de medição de condutancia revelaram-se equivalentes aos testes convencionais feitos por meio de testes de descarga com equivalência de noventa e oito por cento, portando um desvio insignificante, se levarmos em conta que o teste de descarga também não é cem por cento confiável principalmente devido a paradas para retirada de elementos.





    Tanto isso é verdade que a Indústria automobilistica, as de telecomunicações, a IBM, e muitas outras utilizam hoje o medidor de condutância, o que consagra a confiabilidade do método de diagnóstico para Bancos de Baterias industriais.



    No entanto para que o teste tenha êxito é necessário que se conheça os parâmetros do Banco em questão, e se tenha conhecimento dos procedimentos corretos para o sucesso no teste.





    Portanto iremos enunciar aqui as regras necessárias para o êxito nos testes com medidor de condutância.





    1. O parâmetro de um elemento é o valor padrão de sua condutância quando ele estiver com 100% de capacidade. Conhecido esse valor, a medida que a condutancia for diminuindo, a redução será proporcional à capacidade do Banco de Baterias.


    2. Os principais fabricantes de Bancos de Baterias fornecem a sua condutância padrão, porém esse valor não deve ser considerado porque depois de instalado o Banco, a condutâcia sobe em torno de vinte por cento dentro de um período máximo de seis meses. Se subir vinte por cento, significa que o elemento está saudável. Se subir menos do que isso, indica problemas, e por isso deve-se permanecer alerta.


    3. Depois que a condutância atingir o valor máximo, esse deve ser o valor a ser levado em consideração como padrão para o teste. A redução desse valor significará a redução da capacidade do Banco de baterias.


    4. Quando um elemento atinge o valor de oitenta por cento de sua capacidade, significa que já deve se pensar em troca-lo, pois está em curva descendente de queda em sua capacidade.


    5. Nunca se deve encostar as ponteiras em local diferente dos bornes do elemento a ser medido. O contacto da ponteira de teste em local diverso do borne pode ocasionar correntes de fuga que poderão danificar o equipamento.


    6. As ponteiras são coloridas para indicar a polaridade em que deve ser feita a medição. Um sistema de bloqueio por meio de diodos internos impedirá o retorno de corrente.


    7. Cada medição será armazenada em um endereço no equipamento chamada string. Cada equipamento tem capacidade para um número bastante elevado de strings ou leituras. Depois de armazenadas as leituras, pode-se transferi-las para um computador de mão por meio de uma interconexão que utiliza uma porta serial do micro computador e um transmissor infra vermelho que faz a comunicação com o medidor portátil. Um software desenvolvido pela Midtronics, coloca as leituras em forma de gráfico e faz as necessárias comparações, inclusive com relatórios anteriores.

    8. Existem vários modelos para leitura de condutancia porém o modelo que mais serviria para a Petrobrás seria o modelo top de linha da Midtronics que é o CELTRON ULTRA, pois esse equipamento é o único que pode efetuar medições em UPSs. Os outros não fazem medições em UPSs pois não conseguem filtrar os armônicos que atrapalham a leitura. (Veja quadro acima) Além de tudo o celtron ULTRA dispõe de um display onde é possível visualizar a forma de onda dos harmônicos e outras variáveis como um scopmeter. O equipamento que a Petrobras tem hoje na Bacia de Campos não atende essa exigência. Serve para medição em equipamentos que não sejam UPSs.


    9. A vantagem do diagnóstico feito por meio de medição de condutância é que ele pode ser feito com o equipamento em funcionamento, sem que seja preciso modificar o seu regime normal de funcionamento, entretanto as medições devem ser feitas com as baterias em flutuação.


    10. A Contronics dá amplo treinamento no equipamento por ocasião da sua aquisição.
    11. A Contronics dispõe de um grande banco de dados que permite informar a maioria dos parâmetros dos elementos em uso no território Brasileiro e até no mundo, porém nos casos em que não se tem a informação de qual é o parâmetro de um determinado elemento, a forma de obte-lo é por meio de um teste de descarga que irá aquilatar a sua capacidade naquele momento. Sabida a capacidade do elemento ou Banco de baterias, pode-se medir a condutancia e associa-la à capacidade aquilatada.
    12. Como já informado a maioria dos fabricantes informa o valor da condutância padrão do elemento a qual servirá para se ter uma referência, sabendo-se que esse valor é o valor da condutancia do elemento assim que ele é fabricado, e que esse valor irá variar para mais vinte por cento depoisde estar o elemento instalado.
    13. A medida de condutancia é feita em cada elemento individualmente. Não é feita no banco inteiro.
    Postado por FILOSOFIA E TECNOLOGIA às 06:56

    José Amilton
     
  8. josé Amilton

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    MediçÃo e aviliação de baterias pelo metodo da condutÂncia!

    :thumbs_upMedição e avaliação de baterias pelo metodo da condutância:

    DADOS NO OUTRO FORUM ONDE ESCREVI ESTE ARTIGO::yes:


    http://www.forumpcs.com.br/viewtopic.php?t=246505&postdays=0&postorder=asc&start=10.

    AVALIAÇÃO DE BATERIAS PELO MÉTODO DA CONDUTÂNCIA.

    A Sec Power, nossa representada, tem feito seminários e palestras sobre tecnologias de baterias seladas e suas aplicações. Neste ano realizou o primeiro Seminário Nacional sobre Baterias e Manutenção.
    Participaram Pesquisadores, Fabricantes e Empresas da área elétrica e Telecomunicações.
    A grande novidade foi à nova tecnologia de medição/avaliação que não necessita desligar bancos de baterias ( Importantes em áreas que não possam serem desligadas sem programações prévias ).
    Assim com ocorreu com análise físico-químico de óleo e Termográfia, que trouxeram uma revolução na manutenção preventiva elétrica e, também ,análise de vibração na área mecânica, agora surge avaliação de Baterias pela condutância.
    Não se trata de um simples método de medição pela tensão e sim, de uma análise do estado de carga de cada elemento,permitindo intervenções antecipadas e cirúrgicas em determinado conjunto.

    Somente no mercado de Distribuição Elétrica,Geração,Telecomunicações,Industrial e CPD´s , as análises são feitas com medições periódicas baseadas somente nos níveis de tensão. Muitas delas por amostragem dos conjuntos. Isso gera erros de interpretação, que podem ocasionarem falhas nos sistemas, trocas de baterias sem critérios, diminuição da vida útil,custos de paradas não previstas e acidentes.

    Utilizando um software dedicado, o método pela condutância, cria um perfil dos elementos,mostrando o estado de carga e da curva de envelhecimento ,numa exatidão de 99%.
    O sistema pode gerar as informações num gráfico de barras,e assim , pode-se ter uma visão de todos os elementos de um determinado conjunto,permitindo intervenções pontuais e programáveis.
    Estudos feitos ao longo de dois anos pelo CPQD, pela CHESF, pela Light Rio e outros ,demonstraram a eficiência e exatidão comparativa da tecnologia (dados disponíveis em arquivo).

    Vejam o artigo todo :

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    CONCLUSÕES SOBRE O MEDIDOR DE CONDUTANCIA PARA DIAGNÓSTICO DE BANCOS DE BATERIAS INDUSTRIAIS.
    Resumo da visita da CONTRONICS à CABIUNAS que foi acompanhado por nós.


    É um engano se pensar que a técnica de diagnóstico de bancos de baterias por meio de medição de condutância não é confiavel, pois testes exaustivos de comparação entre as técnicas de diagnósticos feitos com testes de descarga e medição de condutância, revelaram que as duas técnicas apresentam variação de apenas dois por cento ou seja os testes de medição de condutancia revelaram-se equivalentes aos testes convencionais feitos por meio de testes de descarga com equivalência de noventa e oito por cento, portando um desvio insignificante, se levarmos em conta que o teste de descarga também não é cem por cento confiável principalmente devido a paradas para retirada de elementos.





    Tanto isso é verdade que a Indústria automobilistica, as de telecomunicações, a IBM, e muitas outras utilizam hoje o medidor de condutância, o que consagra a confiabilidade do método de diagnóstico para Bancos de Baterias industriais.



    No entanto para que o teste tenha êxito é necessário que se conheça os parâmetros do Banco em questão, e se tenha conhecimento dos procedimentos corretos para o sucesso no teste.





    Portanto iremos enunciar aqui as regras necessárias para o êxito nos testes com medidor de condutância.





    1. O parâmetro de um elemento é o valor padrão de sua condutância quando ele estiver com 100% de capacidade. Conhecido esse valor, a medida que a condutancia for diminuindo, a redução será proporcional à capacidade do Banco de Baterias.


    2. Os principais fabricantes de Bancos de Baterias fornecem a sua condutância padrão, porém esse valor não deve ser considerado porque depois de instalado o Banco, a condutâcia sobe em torno de vinte por cento dentro de um período máximo de seis meses. Se subir vinte por cento, significa que o elemento está saudável. Se subir menos do que isso, indica problemas, e por isso deve-se permanecer alerta.


    3. Depois que a condutância atingir o valor máximo, esse deve ser o valor a ser levado em consideração como padrão para o teste. A redução desse valor significará a redução da capacidade do Banco de baterias.


    4. Quando um elemento atinge o valor de oitenta por cento de sua capacidade, significa que já deve se pensar em troca-lo, pois está em curva descendente de queda em sua capacidade.


    5. Nunca se deve encostar as ponteiras em local diferente dos bornes do elemento a ser medido. O contacto da ponteira de teste em local diverso do borne pode ocasionar correntes de fuga que poderão danificar o equipamento.


    6. As ponteiras são coloridas para indicar a polaridade em que deve ser feita a medição. Um sistema de bloqueio por meio de diodos internos impedirá o retorno de corrente.


    7. Cada medição será armazenada em um endereço no equipamento chamada string. Cada equipamento tem capacidade para um número bastante elevado de strings ou leituras. Depois de armazenadas as leituras, pode-se transferi-las para um computador de mão por meio de uma interconexão que utiliza uma porta serial do micro computador e um transmissor infra vermelho que faz a comunicação com o medidor portátil. Um software desenvolvido pela Midtronics, coloca as leituras em forma de gráfico e faz as necessárias comparações, inclusive com relatórios anteriores.

    8. Existem vários modelos para leitura de condutancia porém o modelo que mais serviria para a Petrobrás seria o modelo top de linha da Midtronics que é o CELTRON ULTRA, pois esse equipamento é o único que pode efetuar medições em UPSs. Os outros não fazem medições em UPSs pois não conseguem filtrar os armônicos que atrapalham a leitura. (Veja quadro acima) Além de tudo o celtron ULTRA dispõe de um display onde é possível visualizar a forma de onda dos harmônicos e outras variáveis como um scopmeter. O equipamento que a Petrobras tem hoje na Bacia de Campos não atende essa exigência. Serve para medição em equipamentos que não sejam UPSs.


    9. A vantagem do diagnóstico feito por meio de medição de condutância é que ele pode ser feito com o equipamento em funcionamento, sem que seja preciso modificar o seu regime normal de funcionamento, entretanto as medições devem ser feitas com as baterias em flutuação.


    10. A Contronics dá amplo treinamento no equipamento por ocasião da sua aquisição.
    11. A Contronics dispõe de um grande banco de dados que permite informar a maioria dos parâmetros dos elementos em uso no território Brasileiro e até no mundo, porém nos casos em que não se tem a informação de qual é o parâmetro de um determinado elemento, a forma de obte-lo é por meio de um teste de descarga que irá aquilatar a sua capacidade naquele momento. Sabida a capacidade do elemento ou Banco de baterias, pode-se medir a condutancia e associa-la à capacidade aquilatada.
    12. Como já informado a maioria dos fabricantes informa o valor da condutância padrão do elemento a qual servirá para se ter uma referência, sabendo-se que esse valor é o valor da condutancia do elemento assim que ele é fabricado, e que esse valor irá variar para mais vinte por cento depoisde estar o elemento instalado.
    13. A medida de condutancia é feita em cada elemento individualmente. Não é feita no banco inteiro.
    Postado por FILOSOFIA E TECNOLOGIA às 06:56

    José Amilton
     
  9. _rau_

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    Muito bom! Se eu trabalhasse com esse tipo de diagnostico, com certeza seria uma ferramenta que eu gostaria de usar.
     
  10. josé Amilton

    josé Amilton Member Registrado

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    RAU,
    Se fosse a uns 10 ou 15 anos atrás, dava para arrumar um investidor ou fazer um FINAME só para comprar um equipamento desses que custa o preço de 1 carro médio completinho.
    Ia-se ganhar muito com este tipo de serviço.:snap:
    J.A.
     
  11. josé Amilton

    josé Amilton Member Registrado

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  12. josé Amilton

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    Baterias de Lítio que carregam em 10 segundos !

    Fonte Folha Online!

    11/03/2009 - 16h49
    Cientistas criam bateria de lítio que recarrega em 10 segundos
    Publicidade
    da Efe, em Londres
    da Folha Online

    A revista "Nature" publica, nesta quarta-feira (11), um artigo em que apresenta uma nova bateria à base de lítio, que é capaz de armazenar e gerar uma maior quantidade de energia do que as atuais, e é recarregada em apenas dez segundos --uma invenção que poderia revolucionar o mundo da telefonia celular. A bateria deve ser comercializada em alguns anos, segundo os pesquisadores que capitaneiam o projeto.

    A invenção foi desenvolvida por Byoungwoo Kang e Gerbrand Ceder, dois cientistas do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT), que se dedicaram a melhorar o rendimento oferecido pelas baterias atuais através de um novo desenho dos canais encarregados de transportar a energia de um lado para outro da pilha.

    Atualmente, as baterias de lítio oferecem um bom rendimento energético --mas seu ponto fraco é o baixo nível de potência em determinados momentos nos quais, por qualquer motivo, é necessário uma carga extra.

    O fato é associado à lentidão com a qual os íons e elétrons do lítio circulam.

    Por isso, os pesquisadores centraram seus esforços em conseguir aumentar a velocidade de deslocamento dos íons. Eles criaram uma ferramenta capaz de distribuir a energia por cada um dos cantos do dispositivo.

    Ceder explicou que isto permitiria carregar uma pequena bateria --similar à usada nos telefones celulares-- em apenas dez ou 20 segundos, o que "poderia ter muitíssimas aplicações práticas e poderia chegar a mudar nosso estilo de vida".

    Kang e Ceder utilizaram como base o composto LiFePO4, usado frequentemente na fabricação de baterias. Após o cobrirem com uma mistura de ferro, fósforo e oxigênio, o composto foi aquecido, o que permitiu que os íons se deslocassem com rapidez.

    Além dos dois pesquisadores do MIT, empresas de tecnologia já haviam revelado que trabalham no desenvolvimento de baterias e pilhas mais potentes e baseadas em outros elementos químicos, cujas durações de carga podem chegar até um mês.



    Recomendo lerem o Artigo do colunista C@T Forumpcs sobre o tema acima::yes:

    http://www.forumpcs.com.br/coluna.php?b=251861

    J.A.
     
  13. josé Amilton

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    Novidades no mercado de Baterias Profissionais!

    A Sec Power esta distribuindo no mercado Brasileiro e Mercosul, baterias ventiladas Chumbo-Ácidas e Alcalinas.

    Segundo direção da emprêsa, a desvalorização do Dolar perante o Real, tem permitido que além das tradicionais seladas, seja possivel competir com emprêsas estabelecidas neste crescente mercado de baterias.

    [​IMG]
    [​IMG]


    As Baterias Ventiladas, ainda tem uma larga faixa de aplicação notadamente em locais com variação brusca e extremada de temperatura ( Subestações e Plantas Industriais de grande porte com dificuldades de atendimentos dos requisitos para Seladas por exemplo).
    Já as Alcalinas, além do dimensional e peso menor que similares de chumbo ácida, elas apresentam uma grande resposta para correntes instantâneas ( partida) sendo muito usadas pelo metrô por exemplo.
    Portando eles dispôem de todas tecnologias básicas de aplicação atual, vamos ver, quando terão as Ion Lítio de grandes capacidades.
     
    Última edição: 25/04/2013
  14. josé Amilton

    josé Amilton Member Registrado

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    Mitos e verdades sobre baterias de notebooks e celulares.

    Achei interessante este artigo do Globo.com, é esclarecedor para aqueles com pouco entendimento sobre baterrias.

    Confira mitos e verdades sobre baterias de notebooks e celulares
    Efeito memória, carregadores 'alternativos' e perigo de sobrecarga.
    G1 responde essas e outras questões sobre bateria de eletrônicos.

    Juliana Carpanez
    Do G1, em São Paulo
    Quando se trata da bateria de produtos eletrônicos, como notebooks e telefones celulares, há muitas informações e poucas certezas. A bateria deve ser usada até o fim antes de o carregador entrar em ação? O efeito memória, aquele que vicia a bateria, é verdadeiro? É necessário desconectar o eletrônico da tomada quando a carga chegar aos 100%? O uso de produtos não-autorizados pelo fabricante pode ser perigoso?


    Para responder essas e outras perguntas, o G1 vasculhou manuais de instruções de equipamentos eletrônicos -- sim, eles têm as respostas! – e também conversou com Marcelo Zanateli, professor e coordenador do curso de engenharia de telecomunicações da FEI. Confira abaixo o que é mito e o que é verdade quando se trata de bateria de eletrônicos.

    - Toda bateria deve ter sua carga usada até o final para, então, ser recarregada.

    Mito. As baterias atualmente usadas em equipamentos eletrônicos são as de polímero de íon de lítio, que dispensam o cumprimento de ciclos completos de carga e descarga. Por isso, o usuário pode ligar o equipamento à tomada antes de acabar a carga.

    Antes de deixar de lado esses cuidados, no entanto, confirme se a bateria de seus eletrônicos é mesmo de íon de lítio – algo bastante provável se eles foram adquiridos nos últimos anos.



    - Se a bateria for carregada antes de chegar ao fim, sofrerá o efeito memória: precisará de mais carga antes mesmo que a energia armazenada chegue ao fim.

    Mito. Isso acontecia com as antigas baterias de níquel -- elas exigiam o cumprimento completo de um ciclo de carga e descarga --, mas não se repete com as atuais baterias de íon de lítio. Dessa forma, dizem os fabricantes, o usuário pode carregar o eletrônico quando bem entenderem.

    - Nunca posso parar de carregar um eletrônico antes de a carga chegar a 100%.

    Mito. As baterias atualmente usadas em equipamentos eletrônicos são as de polímero de íon de lítio, que dispensam o cumprimento de ciclos completos de carga e descarga. Por isso, o usuário pode desconectar o equipamento da tomada antes a bateria estar 100% carregada.
    Com o passar do tempo, o período em que a bateria retém a carga reduz.



    - O período em que a bateria retém a carga diminui com o tempo. Verdade. O período em que ela retém a carga reduz, de acordo com a forma como ela é usada – quanto mais cuidados por parte do usuário, maior a demora para essa consequência negativa aparecer. Fato é que existe a possibilidade de o consumidor ter de trocar a bateria do celular ou notebook uma vez (ou até algumas vezes) durante a vida útil desses eletrônicos.




    Segundo a Apple, uma bateria removível mantida adequadamente está projetada para reter até 80% da sua capacidade original em 300 ciclos de carga e descarga completas.

    - O uso de carregadores e baterias não-autorizados pelo fabricante pode ser perigoso.

    Verdade. Pelo fato de não terem passado por controle de qualidade, os fabricantes desaconselham o uso de equipamentos produzidos por empresas não-autorizadas. Nesse casos, é possível que a carga da bateria dure menos tempo que o esperado e que o carregador não pare de enviar carga, mesmo quando a bateria já tiver chegado aos 100%. Sem garantia, o consumidor insatisfeito não terá para quem reclamar.

    - Os eletrônicos devem ser desconectados da tomada logo após a bateria encher.

    Mito. Desde que os carregadores utilizados sejam originais, eles identificam quando o carregamento da bateria chegou a 100% e, então, param de enviar energia. Por isso, não há perigo de sobrecarga quando os equipamentos são todos originais.

    “Se os equipamentos forem ‘alternativos’, no entanto, não há garantia de que passaram por testes de qualidade. Nesse caso, a energia pode continuar sendo mandada mesmo quando a carga estiver completa, podendo causar superaquecimento e danos na bateria”, explicou ao G1 Marcelo Zanateli, professor e coordenador do curso de engenharia de telecomunicações da FEI.

    - A bateria do notebook não pode ser guardada completamente sem carga. Verdade. Os fabricantes dizem que, mesmo quando guardada, a bateria guardada ainda pode perder carga: se ela já estiver vazia, isso pode fazer com que perca completamente sua função. Há controvérsias entre as empresas sobre a quantidade de carga ideal para o armazemanento. Enquanto a Apple aconselha 50%, a Dell fala em 100%, por exemplo. O ideal é confirmar com o fabricante de seu próprio eletrônico.

    - A primeira carga do eletrônico deve sempre durar sempre mais. Depende do que diz o manual de instruções. No caso de alguns produtos, especialmente telefones celulares, os usuários podem começar a usar a novidade sem dar qualquer carga inicial. Já quando se trata de notebooks, é possível que o consumidor tenha de encher a bateria durante o primeiro uso.

    - O ideal é que o eletrônico seja carregado quando está desligado. Mito. Os aparelhos podem ser carregados quando estão ligados e em uso: neste caso, a única consequência negativa é que pode levar um pouco mais de tempo para que a carga chegue a 100%.



    - Quando o notebook estiver em uso e ligado à tomada, o usuário deve retirar a bateria.



    Mito. Marcelo Zanateli, da FEI, afirma que não há qualquer benefício quando o usuário toma esse tipo de cuidado. Quando o computador estiver conectado à tomada, diz o especialista, tanto faz se a bateria está ou não encaixada na máquina (isso porque o notebook usa como fonte a rede elétrica; a bateria funciona apenas como uma “passagem” para a carga).



    - Carregar o eletrônico sob o sol pode ser perigoso.


    É importante realizar a carga dos eletrônicos em um ambiente arejado. O processo de recarga dissipa calor, que deve ser jogado pra fora do eletrônico."
    Verdade. A capacidade da bateria pode ser danificada se o eletrônico for utilizado em ambiente com temperatura acima de 35º C – os danos são ainda maiores se, sob essa temperatura, o usuário carregar a bateria do aparelho.

    “Além da temperatura, é importante realizar a carga em um ambiente arejado. O processo de recarga dissipa calor e é importante que ele seja jogado pra fora do eletrônico”, ensina Marcelo Zanateli, da FEI. Por isso, nada de carregar aparelhos dentro de gavetas ou em cima da cama, por exemplo.



    - Periféricos associados ao notebook – impressoras e câmeras digitais – consomem energia do portátil e, portanto, gastam sua bateria mais rapidamente.

    Verdade. O tempo da bateria diminui quando o usuário executa operações como o uso de periféricos ligados à máquina via cabo USB, de dispositivos de comunicação sem fio e de unidades ópticas (CD, DVD).

    - É possível ajustar meu notebook para que ele gaste menos bateria.

    Verdade. Para selecionar a opção “econômica”, os usuários do Windows devem clicar em Iniciar > Painel de controle > Hardware e som > Opções de energia > Selecionar plano de energia. A Apple também ensina, em seu site, a configuração ideal para maximizar a duração da carga da bateria: veja aqui como fazer.

    - Usar carregador veicular pode prejudicar a bateria do telefone celular.

    Verdade. Isso porque, se colocado no painel do carro, por exemplo, é possível que a temperatura do telefone celular aumente. Dessa forma, seus componentes dilatam, o que podem causar mal funcionamento do aparelho. Outros ambientes desaconselhados pelo professor Marcelo Zanateli, da FEI, são os de praia, de piscina e também o banheiro, onde há umidade.

    - As baterias de produtos eletrônicos não podem ser jogadas em lixo comum.
    Verdade. Quando são jogados no lixo comum, as substâncias químicas presentes nos eletrônicos penetram no solo, podendo entrar em contato com lençóis freáticos – se isso acontece, substâncias como mercúrio, cádmio, arsênio, cobre, chumbo e alumínio contaminam plantas e animais por meio da água. Com isso, é possível que a ingestão dos alimentos contaminados intoxique os humanos. Confira aqui como se livrar do seu eletrônico usado.

    http://g1.globo.com/Noticias/Tecnol...+SOBRE+BATERIAS+DE+NOTEBOOKS+E+CELULARES.html
     
  15. pcw-ladrao

    pcw-ladrao New Member Registrado

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    muito bom!
     
  16. josé Amilton

    josé Amilton Member Registrado

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    Interssante artigo do INFO Online trás algumas questãoes sobre a durabilidade de uso de baterias em nossos equipamentos.

    Tecnologia busca baterias mais potentes
    Sexta-feira, 14 de março de 2008 - 16h40

    NOVA YORK - Um dia as baterias que acionam seu iPod ou laptop durarão semanas.

    Até lá, as opções que restam para mantê-las funcionando continuam a ser limitadas.

    Usuários de aparelhos de MP3, celulares ou laptops com frequência são ameaçados por uma luz piscante ou um bipe sinistro que indicam que as últimas porções de energia da bateria estão sendo consumidas.

    E é no coração do mercado mundial de baterias, que movimenta 55 bilhões de dólares anuais, que está o dilema químico do suprimento de energia.

    Os engenheiros reduziram os aparelhos e reforçaram sua potência, de modo que hoje se pode assistir filmes inteiros em aparelhos não maiores que um livro de bolso. Mas a tecnologia de fornecimento de energia portátil acabou não acompanhando esses avanços.

    "A pessoa quer assistir em seu iPhone o filme que baixou do iTunes. Infelizmente, a bateria dura só 45 minutos", disse Ross Dueber, veterano do setor de baterias e presidente-executivo da ZPower.

    "Queremos receber mais conteúdo móvel. Os provedores de serviços estão dispostos a fazê-lo, a banda larga está disponível, mas os aparelhos portáteis continuam limitados, a não ser que os usuários se disponham a carregar baterias maiores."

    Os usuários que desejam extrair mais de suas fontes portáteis de energia muitas vezes têm de caçar informações sobre como manter -e manipular- as baterias de seus aparelhos.

    Temos, por exemplo, um método rústico de solução de problemas. No site metacafe (http://tinyurl.com/yq9pqw -em inglês), um vídeo mostra o blogueiro "emorfis" retirando as pilhas AA de um controlador de videogame. Segundo as instruções que ele deixa no vídeo, dar batidas leves nas pilhas depois que elas se esgotam uma primeira vez garante um tempo extra de utilização.:p

    "Use uma ferramenta rígida, por exemplo um martelo, e bata no revestimento da bateria", aconselham as legendas do vídeo. "Continue batendo, enquanto gira as baterias, para maior eficiência.":p

    Não está claro se o método funciona mesmo, mas há outras opções descritas na Web para se ampliar a duração de pilhas e baterias. Entre elas estão desligar o celular quando fora de área de cobertura, para que ele não procure sinal constantemente, e desativar opções especiais, como conexão Bluetooth.

    Os mais afeitos à tecnologia podem ir ao blog em vídeo de Kipkay (http://tinyurl.com/26ywwe), onde ele ensina truques, entre os quais como abrir uma bateria recarregável de laptop para substituir células de energia descarregadas.

    MÃE NATUREZA

    Enquanto isso, grandes companhias de tecnologia estão buscando maneiras de fazer com que aparelhos usem energia de modo cada vez mais eficiente. Atualmente, a bateria de um laptop no máximo aguenta uma carga de algumas horas. Depois disso, as células de íons de lítio que as alimenta vão precisar de recarga.

    "Nós atingimos uma parede no polímero de lítio e na química do íon de lítio", disse Joseph Taylor, vice-presidente de operações da Panasonic Corp na América do Norte. "Temos que encontrar uma maneira de avançar. A química é o que ela é, então temos que encontrar maneira melhores de gerenciar a energia."

    E conforme buscam soluções, os fabricantes fazem recomendações aos usuários. A Apple diz que "com um pouco de cuidado, você pode maximizar o tempo da bateria. Mais importante, use seu notebook Apple em uma zona de temperatura confortável...não o deixe trancado dentro do carro durante o verão".

    Já a Duracell diz: "Não resfrie pilhas Duracell. Isso não fará elas durarem mais.":no::p

    A busca por uma melhor bateria vai continuar até que um avanço importante seja conseguido, diz Dueber, da Zpower, que mais para o final deste ano vai lançar baterias de prata-zinco para a indústria de aparelhos portáteis. O objetivo é tornar a tecnologia de recarregamento mais segura e com 40 por cento mais capacidade.

    Enquanto a busca continua, não espere ouvir em breve algo como a criação de "cristais dilithium", que abastecem com energia aparelhos exibidos no seriado de TV "Jornada nas Estrelas".

    "As pessoas reclamam sobre baterias há décadas. A menos que não queiram andar por aí com longos fios, terão que trabalhar de maneira criativa com o que a Mãe Natureza nos deu", disse Dueber.:yucky:

    http://info.abril.com.br/aberto/infonews/032008/14032008-17.shl
     
  17. josé Amilton

    josé Amilton Member Registrado

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    Bateria recarregável gera energia com urina !

    Bateria recarregável gera energia com urina

    Empresa japonesa criou baterias portáteis que são recarregáveis com líquidos.
    Urina permite que combinação de elementos da pilha gere energia para equipamentos.

    Do G1, em São Paulo

    O problema usual das baterias é que nunca parece haver uma fonte de energia adequada e suficiente em vista quando é necessário recarregá-la. Tentando resolver este problema, um fabricante desenvolveu uma pilha que torna essa questão mais fácil de ser contornada, graças à sua habilidade de ser recarregada com uma variedade de líquidos, incluindo água e urina.

    Chamada de NoPoPo, a bateria foi desenvolvida pela empresa japonesa Aqua Power System e vem nos formatos padrões AA e AAA. Há rumores, porém, sobre a criação de capacidades maiores, para serem utilizadas como fontes de energia auxiliares.

    Segundo o site da publicação “The Register”, para recarregar as pilhas, basta inserir algum dos líquidos compatíveis através de uma pipeta no compartimento. O princípio básico é que a mistura de magnésio e carbono reaja quando mesclada ao líquido e produza, no caso da bateria AA, até 500 mAh (miliampere hora). Isso a coloca com a mesma capacidade das pilhas AA de zinco e carbono. Entretanto, pilhas alcalinas já existentes têm uma vida mais longa, entre 1700 e 3000 mAh.

    Há rumores de que essas pilhas mantenham sua capacidade de recarregamento em até 10 anos, mas elas podem ser recarregadas um número limitado de vezes. Também se sabe que elas podem ser um pouco menos prejudiciais ao meio ambiente do que as pilhas existentes, por funcionarem com substâncias mais naturais.

    Por enquanto, as baterias NoPoPo são vendidas apenas no Japão -- ainda não foi mencionada nenhuma data para lançamento fora do país.

    Esta é bôa!:yes::D

    http://g1.globo.com/Noticias/Tecnol...ERIA+RECARREGAVEL+GERA+ENERGIA+COM+URINA.html
     
  18. josé Amilton

    josé Amilton Member Registrado

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    Cientistas criam bateria nuclear do tamanho de uma moeda

    Postado por Das Übergeek - ubergeek@geek.com.br em 13/10/2009 15:00
    Blog: ÜberGeek
    Karmômetro (?)
    tende a neutro
    adicionar comentário Comment

    “Minirreator” pode no futuro ser utilizado para celulares, notebooks e players de música.

    Por Nátaly Dauer

    A energia nuclear é utilizada para fins militares e aeronáuticos, bem como em usinas de energia elétrica, há anos. Todavia, seu tamanho sempre foi um fator limitante para uso em aparelhos pequenos. Agora, cientistas da Universidade de Missouri criaram um modelo de bateria nuclear do tamanho de uma moeda de 1 centavo de dólar, que poderá no futuro empregada até em iPods.

    Conforme explica o site da BBC, além do tamanho, outro fator que sempre impediu a utilização da energia nuclear no dia-a-dia é o risco de explosões e contaminações. O modelo miniaturizado agora proposto pode ser utilizado para alimentar sistemas micro e nano-eletromecânicos (Mems e Nems). Além do tamanho diminuto, essas baterias podem fornecer energia durante um tempo absurdamente grande, em torno de centenas de anos.

    Reatores nucleares já foram utilizadas em veículos espaciais lançados ao cosmos, mas para aplicações na Terra, o tamanho ainda limitava seu uso. A criação das baterias, que usam um princípio diferente dos reatores, pode significar uma nova era em geração de energia.

    Embora as baterias nucleares gerem eletricidade a partir da desintegração atômica (como os reatores nucleares), as semelhanças terminam aí. Um reator usa reações controladas de fissão nuclear em cadeia para esquentar água e, a partir da pressão do vapor, girar uma turbina comum para produzir eletricidade.

    Na bateria criada pelos cientistas do Missouri, as próprias emissões de um isótopo radioativo, provocada por sua desintegração natural, são coletadas para gerar eletricidade, explica o blog 80beats da Discover Magazine.

    No estudo, publicado na Applied Physics Letters, os pesquisadores explicam que foi possível diminuir o tamanho da bateria com a troca de alguns materiais, por exemplo a troca de um semicondutor sólido por um líquido, o que minimiza o problema da danificação de estrutura. Geralmente, as baterias devem ser grandes o suficiente para suportar os danos causados pela desintegração do isótopo ao longo dos anos, mas o novo desenho permite à bateria ser muito menor.

    As baterias não apresentam risco de sobrecarga nuclear e são seguras em condições normais de uso. “As pessoas ouvem a palavra ‘nuclear’ e pensam em algo muito perigoso”, diz Jae Wan Kwon, líder da equipe de cientistas deste projeto. "Entretanto, pilhas nucleares
    já são fontes seguras de energia para diversos fins, como aparelhos de marcapasso, satélites espaciais, e sistemas subaquáticos", declara o pesquisador

    Por enquanto, a capacidade de cada bateria é ínfima, podendo fornecer uma potência elétrica de aproximadamente 16 nW – um iPod touch consome aproximadamente 0,8 W, aproximadamente cinquenta milhões de vezes mais. A tensão da bateria é de cerca de 899 mV em circuito aberto – duas delas forneceriam perto de 1,8 V, pouco mais que a tensão de uma pilha comum. A corrente de curto-circuito chegou a 107 nA – aproximadamente noventa mil vezes menor do que o necessário para acender uma lâmpada tipo LED. Todavia, é possível que essa capacidade aumente com o avançar das pesquisas, e que em contrapartida os gadgets fiquem menos famintos por eletricidade.

    No futuro, essa descoberta pode significar aparelhos eletrônicos como celulares ou iPods que jamais precisariam ser recarregados novamente. Em breve, Kwon espera conseguir diminuir ainda mais o tamanho da bateria, de forma que ele fique com a espessura de um fio de cabelo humano.

    www.geek.com.br


    http://www.geek.com.br/posts/11180-cientistas-criam-bateria-nuclear-do-tamanho-de-uma-moeda
     
  19. broadcost

    broadcost 127.0.0.1 Registrado

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    Paz, justiça e lazer!
    Confesso que tentei ler tudo mais ficou muito extenso!
     
  20. josé Amilton

    josé Amilton Member Registrado

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    Mais um interesante artigo sobre baterias, agora mais direcionado a veículos automotores. Embora não seja uma bateria selada na concepção da palavra, poderá ser usada para dupla útilidade.:yes:

    Do Furum PC

    Inventor brasileiro cria bateria três polos para eliminar problema na hora de dar partida em veículo

    Postado as 22:58 - 20/07/2010 - Por Wesley Moraes. Categorias: Automoveis, Tecnologias Veiculares.

    São vários os modelos de baterias para veículos, porém todas sofrem de uma mesma limitação: quando são muito exigidas por diversos equipamentos eletrônicos, como aparelhagem de som e vídeo, a bateria fornece toda a sua energia, inclusive a que seria utilizada para dar a partida.
    Pensando em contornar essa limitação, que por muitas vezes obriga o usuário a fazer uma ponte (também conhecido como chupeta) ou empurrar o veículo para fazê-lo funcionar no tranco, o inventor Amarildo Alves desenvolveu o projeto “Aprimoramento em bateria para veículos”, constituído por duas baterias unidas num único volume, sendo a principal e maior destinada ao som, luzes e demais finalidades e a segunda e menor destinada a dar partida no motor.
    Bateria três pólos

    A bateria funciona com seus setores ligados entre os conectores em série, por cima da tampa intermediária através dos conectores superiores, e por baixo entre os conectores inferiores, os pólos negativos são ligados em paralelo, assim podemos descarregar por um dos pólos positivos um conjunto de placas, que o outro não descarregará. Podemos utilizar um dos positivos, por exemplo, para acender uma lâmpada ou ouvir o som do carro até esgotar, que ainda assim teremos tensão e amperagem no outro pólo para dar a partida no veículo, assim que começar o funcionamento do motor começará a carregar novamente ambos os pólos da bateria.
    Bateria três pólosBateria três pólos
    A referida bateria é composta por uma caixa dividida em doze setores ou vasos individuais, onde se armazena os conjuntos de placas positivas e negativas mais a solução do eletrolítico, e tendo separadores entre as placas e sobre este conjunto, há uma tampa plástica intermediária utilizada para selar a caixa, evitando vazamentos de eletrolítico, e separar as ligações inferiores das superiores, entre os setores.
    Agora, para que a invenção de Amarildo Alves seja industrializada, ainda falta negociar a patente requerida em todo o território brasileiro ou obter uma parceria entre Montadoras de veículos e fabricantes de motores, peças e acessórios automotivos, para que sejam criados modelos e realizados testes. Os empresários interessados em investir no produto devem entrar em contato com a Associação Nacional dos Inventores pelo telefone (11) 3873-3211.

    http://blogs.forumpcs.com.br/notici...r-problema-na-hora-de-dar-partida-em-veiculo/
     
  21. josé Amilton

    josé Amilton Member Registrado

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    MECADO DE BATERIAS SELADAS AQUECIDO,PREÇOS COMPETITIVOS É UMA VANTAGEM PARA O CONSUMIDOR ?

    Em recente episódio com um grande cliente público estadual gaúcho, me levou a pensar e questionar os preços praticados atualmente. Seria uma vantagem para o consumidor ?

    Numa recente licitação, uma dessas pequenas empresas do seguimento, acabou ganhando com um valor em torno de 30% inferior ao segundo colocado. O que se pergunta é como conseguiram isso sem comprometer seu equilíbrio econômico-financeiro.

    Uma das respostas veio quando este cliente Público (Temos um contrato de manutenção para atendimento em todo Estado RS) nos entregou as mais de 300 baterias proveniente da tal licitação. Observando o elemento já vimos que não tinha qualquer nome no vaso mais sim, uma identificação do importador nacional. Mesmo assim foram trocados 12 elementos de um pequeno No-break de 2 kVA. No teste simulado de falha da rede em vazio,observamos que o bargraf indicativo do nível de tensão/carga de baterias caiu para o ponto de alarme crítico. Imediatamente fomos testar as tais baterias com um resistor apropriado. Mais da metade das baterias apresentavam tensão abaixo de 11 Vdc e algumas até abaixo de 10 Vdc. Entramos em contato com o responsável pelo contrato e solicitamos que mandassem um lote para o nosso laboratório para fazer um teste de amostragem. Encontramos coisas piores, tinham elementos que apresentavam tensão abaixo de 8 Vdc. O lote todo foi devolvido para que o fornecedor atendesse os preceitos do edital.

    Então fui pesquisar o que esta ocorrendo neste mercado bem como, como algumas empresas estão se protegendo contra estes produtos de segunda linha. O Banco estatal gaúcho só compra baterias homologadas, eles fizeram uma parceria com o CIENTEC para realizar os ensaios e testes. Outras empresas se protegem exigindo que a bateria tenha certificação mínima do fabricante de seu No-break.
    Então como estas baterias estão chegando ao mercado com custo tão baixo. Analisando por exemplo, o preço de uma bateria de 12V/7ª, seu valor é praticamente o mesmo de dois anos atrás, mesmo com os aumentos de matéria prima e frete que são uma espécie de freio para que o produto não baixe ainda mais ainda.

    Então, onde estaria o milagre dos preços baixos ?
    Sabemos que a valorização de nossa moeda (Real) perante outras, tem propiciado uma facilidade na importação de similares a produtos nacionais com qualidade e tecnologia superior e preços competitivos. Até aqui nada demais, é a lei de mercado, se estabelece o mais competitivo e competente.
    As empresas tradicionais do mercado brasileiro, estão aí a mais de 15 anos em média, trabalhando muito próximas do limite econômico-financeiro. Afinal neste período, investiram em infra estrutura,pessoal,logística,estoques,engenharia,controle de qualidade,certificações e homologações, rastreabilidade linkada a fábrica de origem e, ora bolas, pagam seus impostos em dia.

    Por outro lado, os novos empreendedores do mercado, principalmente os ligados a área de energia,segurança, iluminação por exemplo, estão trazendo baterias junto com seus produtos como uma forma agregada, baterias do mercado asiático. Isto com certeza influenciarão o preço do seu produto final distribuído aqui. O risco para o consumidor é praticamente zero, pois o item bateria faz parte da garantia, de um todo.
    Mais também tem aqueles que estão trazendo baterias como mais um nicho de mercado e aí mora o perigo. Para o pequeno consumidor diria que o risco é baixo levando em conta o uso de até duas baterias, mais para o consumidor de quantidade a coisa é diferente.

    Então vamos analisar os riscos ;
    A) Quais os requisitos para se ter uma bateria de qualidade;
    1- Fornecedor conhecido
    2- Estoques em quantidade para suprir o mercado
    3- Capacidade financeira para suportar garantias
    4- Certificações e rastreabilidade do produto
    5- Suporte técnico

    B) Que fatores podem influenciarem o fluxo normal Fabrica/Distribuidor;
    1- Greves, tanto fabris como aduaneiras.
    2- Acidentes no percurso fabrica/ Distribuidor
    3- Desvalorizações monetárias e crises políticas

    C) Que fatores podem interferirem na qualidade intrínseca do produto;
    1 – Baterias com mais de 6 meses em estoque e sem recarga – Vide B 1 e 2.
    2- Lotes diferentes, ocasionado desequalização no conjunto
    3- Testes e recarga feitos nos elementos a serem entregues ao mercado.
    4 – Etiquetas com código de barras que em síntese é a rastreabilidade do produto – Ver A4

    Muito destas baterias que estão aparecendo no mercado, desta última forma de empreendimento, apresentam uma etiqueta de super mercado com a data de saída do distribuidor. Ora isso, não afiancia qualidade no produto e nem rastreabilidade num possível problema envolvendo baterias . Muitas vezes um esperto consumidor vai reclamar uma garantia cujo problema foi do seu equipamento e não da bateria, mais este distribuidor não tem como se contrapor pois não sabe o estado da baterias quando do fornecimento.

    Portanto, para finalizar, devemos ter o cuidado com baterias sem rastreabilidade, isto pode ser um indicativo de procedência duvidosa, a qual, pode colocar em risco sua infra-estrutura de cargas crítica. Por outro lado , existe a possibilidade da etiqueta ser uma farsa, uma maquiagem , um fake. E como fica o consumidor neste imbrólio todo.
    Eu dou algumas dicas importantes :
    A primeira utilize produtos homologados pelo fabricante de seu equipamento, a segunda compre em loja de reconhecida qualidade em seus produtos comercializados e que dê garantias , a terceira é consultar um técnico ou engenheiro de confiança sobre o assunto , quarta é consultar a assistência técnica de seu equipamento sobre a tal bateria que pretende utilizar.

    LEMBRE-SE O PREÇO NEM SEMPRE É TUDO !

    J.A.
     
  22. josé Amilton

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    Baterias Redox – Carga em minutos pela troca do eletrólito (ART039)

    Escrito por Newton C. Braga

    Qui, 29 de Outubro de 2009 11:50
    Um dos grandes problemas para a aceitação do carro elétrico, além da limitação dada pelo tamanho da bateria, é o seu tempo de recarga. Para recarregar uma bateria é preciso de 4 a 16 horas, dependendo do tipo, o que significa que, em princípio o carro não pode ser utilizado neste intervalo. Como fazer em caso de viagens? Paradas longas para a recarga? A solução que está sendo aperfeiçoada é a bateria Redox, com tem sua recarga em minutos, e de que trataremos neste artigo.
    Com celulares e outros aplicativos eletrônicos que usam bateria, o tempo de recarga não é tão problemático, pois podemos ainda usá-los quando estão ligados ao carregador. No caso de um carro elétrico, entretanto, isso não ocorre. Esta é sem dúvida uma das grandes limitações que encontramos na adoção desta solução para o transporte alternativo.
    Já pensaram ter de parar por 4 a 10 horas para a recarga da bateria do carro, quando ela descarregar para somente depois poder seguir viagem? Certamente, é algo que não é simpático a ninguém, a não ser aos proprietários de hospedarias em rotas de viagem. No entanto, este problema já está sendo solucionado.
    Quando você para num posto e enche o tanque esgotado de seu carro você não precisa mais do que alguns minutos para isso. Seria possível fazer o mesmo com uma bateria mas sem ter de trocá-la por uma recarregada? A solução está justamente num tipo de bateria denominada Redox (o nome deriva das palavras Reduction and Oxidation – Redução e Oxidação).
    Estas baterias podem ser recarregadas pela simples troca de seu eletrólito, o liquido que existe no seu interior, e que armazena a energia. Assim, basta parar num posto e trocar o eletrólito descarregado por um carregado, e a bateria estará novamente pronta para alimentar o veículo. O processo é simples, e rápido não demorando mais do que alguns minutos. E você não paga pelo eletrólito, mas somente pela sua carga, pois o posto pode colocar este eletrólito descarregado num carregador que o recupera (agora num prazo longo), para ser vendido a outro veiculo no dia seguinte...

    Como Funciona
    As baterias comuns de carro (chumbo-ácido), de celulares e de outras aplicações têm um princípio de funcionamento bastante simples de entender. Uma substância quimicamente ativa, denominada eletrólito é colocada entre dois eletrodos. Agindo sobre os eletrodo, a substância libera sua energia na forma de eletricidade que aparece sobre os eletrodos e à medida que esta eletricidade é consumida por um circuito externo, o eletrólito e os eletrodos passam para uma transformação química. Na figura 1 temos a estrutura de uma bateria deste tipo.


    Figura 1 – Estrutura de uma bateria de lítio-ion.

    Ocorre entretanto0 que a reação que libera a energia numa bateria deste tipo é reversível. Quando não mais há energia para a liberação e o eletrólito se descarregou, podemos recarregá-lo passando uma corrente elétrica no sentido inverso ao normal por um certo tempo. Com esta corrente a reação que liberou energia se reverte e o eletrólito volta a armazenar energia para poder funcionar novamente. O problema, como vimos, é que o processo de recarga é lento, pois a corrente precisa circular por horas . Um outro tipo de bateria é a de fluxo de eletrólito (flow), onde o eletrólito não fica permanentemente selado na bateria, mas é injetado à medida que ela precisa gerar energia, conforme mostra a figura 2.


    Figura 2 – Bateria de fluxo – eletrólitos (anólito e católito) são injetados para gerar energia. Nesta bateria o eletrólito gasto é bombeado de volta aos reservatórios. Quando a mistura estiver gasta os eletrólitos são substituídos.

    Este tipo de bateria não se esgota enquanto puder ser injetado o eletrólito (carregado), saindo pelo outro lado o eletrólito descarregado. Este tipo de bateria é mais interessante para uma aplicação automotiva, pois podemos ter um reservatório para o eletrólito novo (carregado) e um para o descarregado. Assim, num posto de combustível (ou recarga). Quando o reservatório do eletrólito carregado está vazio e portanto o do descarregado está cheio, basta encher um e esvaziar o outro, o que pode ser feito por um processo rápido. Uma boa solução que, entretanto ainda apresentava problemas que agora foram resolvidos por um centro de pesquisa alemão, o Fraunhofer Institute for Chemical Technology (ICT) vai possibilitar o uso destas baterias na prática. O que ocorria é que as baterias de fluxo tinham um rendimento muito baixo, sendo pesadas e consumindo muito eletrólito, que se esgotava rapidamente numa aplicação. Seu rendimento era tipicamente ¼ do rendimento de uma bateria de Lítio-Ion comum, como as usadas em celulares. Com o aperfeiçoamento do processo de Oxi-redução ou Redox, foi possível obter baterias deste tipo com alto rendimento que em breve estarão disponíveis no carro elétrico dom futuro. Basta dizer que o governo alemão, que está investindo no projeto, prevê que no ano de 2020 serão mais de 1 milhão os carros elétricos em circulação naquele país.
    Última atualização em Qui, 29 de Outubro de 2009 13:58

    Fonte : http://www.newtoncbraga.com.br/index.ph ... rt039.html

    Bateria dos redox do Vanadium

    redox do vanadium (e os redox fluem) bateria em seu formulário do presente (com os eletrólitos do ácido sulfúrico) foi patenteado pela universidade de Novo Gales do Sul em Austrália em 1986 [1]. É um tipo de recarregável bateria do fluxo isso emprega pares redox do vanadium em ambos os half-cells, eliminando desse modo o problema da contaminação transversal pela difusão dos íons através da membrana. Embora o uso de pares redox do vanadium em baterias do fluxo fosse sugerido mais cedo por Pissoort[2], por investigadores da NASA e por Pellegri e por Spaziante em 1978 [3], a primeira demonstração bem sucedida e o desenvolvimento comercial eram por Maria Skyllas-Kazacos e colegas de trabalho no Universidade de Novo Gales do Sul nos 1980's [4]. A bateria redox do Vanadium explora a abilidade de vanadium para existir na solução em 4 diferentes estados da oxidação, e usos esta propriedade para fazer uma bateria que tenha apenas um elemento electroactive em vez de dois.

    As vantagens principais do vanadium que a bateria redox é que pode oferecer capacidade quase ilimitada simplesmente usando os tanques de armazenamento maiores e maiores, ele podem ser deixadas descarregadas completamente por períodos longos com nenhuns efeitos doentes, pode ser recarregado simplesmente substituindo o eletrólito se nenhuma fonte de poder estiver disponível para o carregar, e se os eletrólitos estiverem misturados acidentalmente a bateria não sofrerem nenhum dano permanente.

    As desvantagens principais com tecnologia redox do vanadium são uma relação relativamente pobre do energia-à-volume, e a complexidade do sistema em comparação com o padrão baterias de armazenamento.

    http://www.worldlingo.com/ma/enwiki/pt/ ... ox_battery
    http://www.forumpcs.com.br/comunidade/viewtopic.php?f=42&t=246505&p=2451606#p2451606
     

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