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Porque o Brasil é caro Por que é tão mais barato?
Os produtos nos Estados Unidos custam até três vezes menos do que no Brasil. A combinação de dólar barato, imposto alto e custos elevados leva o consumidor brasileiro a torrar bilhões no Exterior em vez de gastar aqui e impulsionar a economia nacional
Renata Agostini, de Nova York, Adriana Nicacio e João Loes NA TIMES SQUARE
Marco Coutinho e a família em Nova York: giro por oito
cidades americanas e mala cheia na volta ao Brasil
O empresário Ivan Carlos Zanchi, 38 anos, e a dentista Vanessa Zanchi, 34, estão juntos há 17 anos. Mas somente no ano passado fizeram a primeira viagem internacional em família. Com o dólar barato, escolheram os Estados Unidos como destino. Em novembro, levaram a filha Laura, 12 anos, para conhecer os parques da Disney, em Orlando. Ivan esticou a viagem sozinho por conta do trabalho e de um curso de inglês. Em janeiro, Vanessa foi encontrá-lo para mais uns dias de férias em Nova York. O casal havia reservado R$ 12 mil para as compras da viagem. Com os preços tão mais em conta nos EUA, estouraram o orçamento: gastaram cerca de R$ 30 mil. Nas malas, perfumes, roupas, relógios, bolsas, brinquedos, artigos para casa, dois notebooks, um iPad e três iPhones 4S. Quando você chega e vê aquele mar de ofertas percebe que é hora de aproveitar. Até compra coisas que não precisa mesmo, admite Ivan. Mas o tempo todo vem a lembrança de como o Brasil está caro.
Qualquer brasileiro que desembarca nos EUA se impressiona com a diferença de preços. O mesmo item no Brasil custa duas, três vezes mais do que nas lojas de Nova York, Miami ou Los Angeles. O abismo é tão grande que, em algumas ocasiões, vale a pena ir até os EUA comprá-lo. Um dos modelos de sapato masculino da Salvatore Ferragamo, por exemplo, custa no Shopping Iguatemi, em São Paulo, R$ 2.990. Com esse dinheiro, é possível adquirir uma passagem para Miami e ainda trazer o calçado. Isso explica por que os brasileiros despejaram US$ 21,2 bilhões em compras no Exterior no ano passado, quase o triplo do gasto de 2007. Estima-se que 60 mil toneladas de roupas, acessórios e calçados entraram em solo nacional nas malas dos turistas. A questão de fundo é: por que é tudo tão caro no Brasil? Mais: o que é preciso fazer para que esse dinheiro seja gasto no País, movimente a economia nacional e gere empregos no comércio? TUDO DE FORA Raphael Pazos viaja uma vez por ano para os EUA. Lá, comprou o
enxoval da filha e uma bicicleta, além de eletrônicos e roupas
A resposta não é simples, há um conjunto de fatores envolvidos. A principal influência, sem dúvida, é a taxa de câmbio, diz Túlio Maciel, chefe do departamento econômico do Banco Central. Mas não é a única explicação. Especialistas ouvidos por ISTOÉ listam outras cinco causas para os preços elevados no Brasil: impostos, logística, custo administrativo, volume de vendas e margem de lucro do varejista. São questões que o País precisa enfrentar sob pena de ver a classe média transferir de vez suas compras para os Estados Unidos, que, atolados pela crise financeira, estão de portas abertas e tapete vermelho estendido para os brazucas.
Lá, o consumidor brasileiro é fenômeno novo, mas crescente. A uma curta distância da Times Square, está localizada a única loja da Asics no país. Líder em vendas de tênis de corrida nos EUA, a marca comercializa seus produtos em grandes lojas de departamentos ou redes de itens esportivos. Mesmo um pouco afastada do centro nervoso das compras, é um termômetro do apetite nacional pelas pechinchas americanas e da importância desse mercado consumidor. Na época das férias de fim de ano, por exemplo, os brasileiros representam até 70% das vendas. Ao contrário de nossos outros clientes, eles nunca compram apenas um tênis, diz Karim Eldib, gerente da loja. Chegam com uma lista que, geralmente, inclui pares para eles e para familiares e amigos. Com o objetivo de atender essa clientela, quatro dos 12 funcionários estão tendo aulas de português e nas paredes há bilhetes com o significado em inglês de palavras como grande, pequeno, número e errado, além de um dicionário inglês-português estar sempre à disposição. Esse público é uma novidade e as empresas na cidade estão pensando agora em como explorá-lo, diz Tiffany Towsend, vice-presidente da NYC and Company, empresa de turismo municipal. A Macys, gigante das lojas de departamentos e adorada pelos brasileiros, vai promover o País por dois meses a partir de 16 de maio.
Quem viaja com frequência aos EUA se acostuma até com a garantia dada aos produtos. O administrador Raphael Pazos, 37 anos, vai uma vez por ano para alguma cidade americana. Nas viagens, já comprou de bicicleta a terno, passando pelo enxoval da filha recém-nascida. Uma câmera fotográfica adquirida em 2010 deu um pequeno problema. Ele a levou na viagem do ano passado e, mesmo sem nota fiscal, recebeu crédito equivalente ao valor do produto para gastar onde tinha comprado a máquina. Eles não pediram nota, não me perguntaram nada. Pediram desculpas, me deram o vale e estava tudo resolvido, conta Pazos. Se fosse aqui no Rio de Janeiro, ia ser uma dor de cabeça.
No Brasil, além de não ser tratado com a mesma deferência, o consumidor só tem como opção os preços altos. Os impostos estão no cerne da questão. Os tributos aqui são muito mais elevados do que nos EUA e são repassados até chegar ao consumidor final, que não tem para quem repassar, diz João Eloi, presidente do Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário (IBPT). No ano passado, o total de tributos cobrados no País alcançou o recorde de 35,1% do PIB. A carga de impostos em um tênis importado, por exemplo, chega a 60%. Em um aparelho celular, 40%. A diferença é grande em tudo, mas em eletrônicos é brutal, diz o empresário Marco Coutinho que fez um périplo por oito cidades americanas com a mulher e as duas enteadas. Na bagagem, dois iPhones 4S, um iPod e um iPad, além de roupas, perfumes, relógios, bolsas e itens de maquiagem. Dá para comprar cinco vestidos nos EUA pelo preço de um no Brasil, compara a pediatra Gláucia Rodrigues, mulher de Marco. Mais de um terço dos gastos da família na viagem foi com compras. BÊ-Á-BÁ
Karim Eldib, gerente da Asics em Nova York: funcionários aprendem
português para atender brasileiros, que chegam a ser 70% dos clientes
A logística é outro fator que encarece os produtos em solo nacional. Pagam-se R$ 9 mil para transportar um contêiner, com capacidade de 25 mil quilos, do porto de Paranaguá (PR) para o Rio de Janeiro. Dos EUA para o Brasil, esse valor não chega a R$ 3 mil. Em termos globais, o País gasta 34% a mais com frete do que os Estados Unidos, além de ter um sistema alfandegário mais burocrático e ineficiente. No ano passado, os gastos com logística alcançaram 11% do PIB brasileiro.
Características do mercado varejista nacional atual também contribuem para encarecer o produto final. O volume comercializado por ponto de venda é pequeno, se comparado ao gigante americano. Isso faz com que os custos unitários de administração desses itens sejam mais altos. Além disso, grifes boas buscam localização valorizada, o que custa caro. Falam dos royalties das marcas, mas é uma merreca. A verdade é que manter uma loja no Brasil é muito caro, diz o advogado Eduardo Machado, especialista em propriedade intelectual e que tem grandes shoppings centers como clientes. Em São Paulo, as luvas de uma loja de 40 m2 em um shopping custam entre R$ 400 mil e R$ 1 milhão. Por fim, tem a margem de lucro do varejista. Com a demanda interna aquecida, ele se sente à vontade para colocar os preços lá em cima.
Para reverter esse quadro, é preciso retomar a competitividade brasileira e reduzir os tributos. Estamos desalinhados com o mundo e desindustrializados, com juros e impostos altos e custos logísticos e de mão de obra nas alturas, avalia Fernando Pimentel, presidente da Associação Brasileira da Indústria Têxtil e Confecção (Abit). Só uma indústria brasileira forte derrubará os preços dos importados, diz Carlos Thadeu de Freitas, ex-presidente do BC e economista-chefe da Confederação Nacional do Comércio. Hoje o brasileiro viaja para comprar. Essa é a regra e nada vai mudar a curto prazo. Por isso é preciso simplificar os impostos. ALÉM DO ORÇAMENTO
Ivan e Vanessa Zanchi gastaram R$ 30 mil em compras
na temporada de férias, trabalho e estudos nos EUA
Enquanto os governos e o Legislativo não acordam para essa realidade, cada vez mais brasileiros farão as malas para ir às compras que hoje incluem todo tipo de artefato. A carioca Fátima Bahia, dona de uma clínica de estética, já foi cerca de 40 vezes para os EUA, onde adquiriu 90% de suas roupas. Na próxima viagem, marcada para abril, além dos usuais cremes, xampus, suplementos vitamínicos, bolsas e sapatos, ela planeja trazer um par de ventiladores de teto para sua casa. Em Nova York, Fátima contrata os serviços da VIP Driver, empresa especializada em levar os turistas brasileiros aos outlets e shoppings da região. Assim, encontrou bolsas Fendi por metade do preço e sapatos Christian Louboutin por R$ 1,4 mil, uma pechincha se comparados aos R$ 4,5 mil cobrados aqui. Me acostumei a ponto de praticamente não comprar no Brasil, diz a empresária, que certa vez voltou dos EUA com seis malas de 32 quilos cada uma. Sorte de Sérgio Castro, dono da VIP Driver, cuja lista de clientes só faz crescer. O brasileiro vem com mala e quer voltar com contêiner, resume ele. ISTOÉ Independente - Comportamento Core2duo E6550 + Mobo GA-P35-DS3
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Realmente, fazer o que neeh, tudo chega aqui bem mais caro, a nossa população nao tem $ igual os americamos e ainda temos que pagar mais caro, fazer o que , culpa sera de quem neh ?
temos que saber viver com isso · M4A88T-V EVO - X6 1055T - 2x2GB 1600mhz Corsair · Vx 550 Corsair ·
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eu fui pra NY em agosto do ano passado e quase fiquei louco.
Você gasta mil dólares em 1 dia fácil fácil. Porém, as coisas que eu comprei lá, não compraria metade aqui, realmente.
O principal é eletrônicos, mas roupa de marca também é muito barato (diga-se de passagem que eu comprei um jeans de armani e paguei 30 dólares, o mesmo modelo num shopping de Curitiba tava saindo na promoção por 499 )
Mas o principal fator pra isso acontecer está na matéria, os impostos. É isso que f0de o Brasil. O Governo tem que tirar de algum lugar pra pagar os gastos né.. Mas isso é conversa pra uma tarde inteira. -
São os impostos que encarecem os produtos aqui no Brasil?
Até pode ser, mas também não podemos esquecer que estes produtos são de empresas multinacionais que querem tirar uma casquinha desta situação e metem a faca no brasileiro. A Apple é um exemplo.
E tem mais uma cosita; elas aproveitam e pegam os preços no Brasil para subsidiar o valor do produto em sua terrinha.
A Microsoft, que vive lamentando a pirataria em terras tupininquins, vende seus sistemas operacionais a preços exorbitantes para que seus conterrâneos os adquiram por precinhos módicos na terrinha do Tio Sam.
A verdade é uma só;
Os gringos aproveitam a bagunça que é este país para aumentar os lucros dos seus produtos.
Se o Brasil não existisse, algum capitalista louco o criaria. ORGULHO DE SER SANTOS. PORQUE TIME GRANDE NÃO CAI!  -
Eu também iria várias vezes pros EUA fazer compras caso tivesse oportunidade...sem comparação essas "duas realidades". -
O Brasil só tem preços decentes em commodits, mesmo assim a qualidade não é boa, pois ele exporta a parte boa e deixa a ruim aqui.
Materias de construção também tem um preço +ou- aqui.
Além dos impostos, o Brasil precisa de um concorrente nacional forte, nestes setores defeituosos da nossa economia.
Última edição por jklpuzo; 04-02-12 às 14:05.
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Estão esquecendo q temos tbm uma cultura empresarial de lucros imorais, tudo esta tbm conectado ao nosso juros (Os mais altos do mundo) q muitas vezes é referencia pra margem de lucro e transações, nossas margens são exageradas em tudo, juros, imposto e lucro, tudo se trabalham com margens de 2 ou 3 dígitos (20%, 50%, 100%), se firmou assim aqui, surreal mundo afora, enquanto no mundo civilizado se trabalham com 1 ou extrapolando 2 dígitos (2%, 5%, 10%), aqui é bem atípico. Posso disser q é bem comum se trabalhar com margens de 100% de lucro no comercio, não eu tudo, mais quando possível sim, enquanto lá se trabalha com margens de 5% 6%, tem também os altos custos do ponto por exemplo, onde se especula horrores, principalmente atualmente, obrigando o varejista a incidir no preço do produto, eletricidade mais cara do mundo, onde por contradição temos o meio de produção de energia mais barato, da pra entender ? nenhum imposto justifica uma coisa custar 3,4 ou mais vezes aqui, por exemplo tem calça q la custa $30 e aqui é vendido por R$500, qual imposto justifica isso. Claro q são alto os impostos, mais quando só ficarmos nessa tecla e esquecermos os outros problemas como a exagerada ganância empresarial, digo em todas as esferas, desdo o preço do aluguel do ponto ao varejista a por exemplo o lucro desse ultimo, vamos ser tratados como tolo, ou vcs acham q se o governo baixasse os impostos eles repassariam integralmente e me atrevo a dizer, repassariam ? ou aproveitariam pra aumentar as margens ? vide por exemplo CPMF em nada baixou os preços, com esse cultura comercial q temos atualmente acho q pouco coisa mudaria, sem contar temos tbm é um sério problema de concorrência e cartelização, bem como de regulação. Não sei se fiz entender, estou meu ressaquiado, mais esse é meu ponto de vista.
Um exemplo recente, o sony vita custa nos EUA $250, aqui (segundo informações) o preço sugerido é de R$ 1.600,00. Faça as contas e veja q com todos os impostos ele não chega a metade desse preço, e o resto desse descente preço sugerido ?
Última edição por Alexbezerra; 04-02-12 às 14:36.
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Tudo é caro no Brasil por causa da ganância dos nossos lojistas e também um pouco por causa dos impostos. Quando estava procurando preço de hardware para meu pc novo a um tempo atrás era ridículo uns preços que eu achava, tipo uma HD5770 que custa por volta de 380, eu achava por mais de 600 reais em muitas lojas por ai. Acabei comprando usado que saiu bem mais barato. Roupa por exemplo, o custo de fabrição delas é muito baixo se comparado com o que é cobrado nas lojas, já tive vizinhos viajantes que traziam roupas de outros estados para MG, eles compravam muito barato e revendiam aqui bem mais caro.
Por causa disso que a distribuição de renda no Brasil é tão desigual, quem detem as mercadorias ou os serviços(Oi desgraçada) colocam o preço que quer e coloca bem salgado por sinal, assim o povo passa aperto para comprar coisas simples e acaba ficando sem dinheiro, enquanto os empresários só ficando mais ricos. ¹²³ -
 Postado originalmente por pinguim5 Tudo é caro no Brasil por causa da ganância dos nossos lojistas e também um pouco por causa dos impostos. Quando estava procurando preço de hardware para meu pc novo a um tempo atrás era ridículo uns preços que eu achava, tipo uma HD5770 que custa por volta de 380, eu achava por mais de 600 reais em muitas lojas por ai. Acabei comprando usado que saiu bem mais barato. Roupa por exemplo, o custo de fabrição delas é muito baixo se comparado com o que é cobrado nas lojas, já tive vizinhos viajantes que traziam roupas de outros estados para MG, eles compravam muito barato e revendiam aqui bem mais caro.
Por causa disso que a distribuição de renda no Brasil é tão desigual, quem detem as mercadorias ou os serviços(Oi desgraçada) colocam o preço que quer e coloca bem salgado por sinal, assim o povo passa aperto para comprar coisas simples e acaba ficando sem dinheiro, enquanto os empresários só ficando mais ricos. Muito bem falado.. essa Oi (desgraça**) ganha dinheiro demais aqui em MG, infelizmente até hoje estou com ela, e passando sempre por problema de conexão, e pagando absurdo por velocidades lenta ..
No aguardo de GVT chegar no meu bairro.. mas parece que Só fica na região central da cidade, à mais importante , e nao vem para os bairros , entao era melhor nem ter vindo 
Mas e roupa, conheço muita gente que vai em SP busca roupa " de marca" falsificada, e vende aqui mais caros, produtos que imitam bem, si souberem.. ganham dinheiro assim mesmo.. · M4A88T-V EVO - X6 1055T - 2x2GB 1600mhz Corsair · Vx 550 Corsair ·
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É aquela coisa, o Empresário prefere vender menos com mais lucro, do que vender mais com menos lucro, até porque dá "menos trabalho" no pós venda (Que é horrivel em 90% das lojas).
E mesmo com os fatos estampados em reportagens como estas do topico, isso não muda tão cedo. Intel Core i7 860 ~ TR Ultra-120 Extreme ~ Asus P7P55D-E Deluxe ~ Mushkin Blackline 2x2gb DDR3 1600mhz ~ EVGA GTX 460 768mb SC
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 Postado originalmente por secta O Governo tem que tirar de algum lugar pra pagar os gastos né.. E principalmente para encher meias e cuecas. Core i3 2100 - Asus P8H61 M LE - 8GB DDR3 1333 - HD Samsung 1000GB - HD Samsung 320GB - DVD Pioneer - Leitor de cartão Akasa - GTS 250 512MB - Fonte Corsair 430CX -
Texto muito bem escrito e que reflete totalmente a verdade.
São raríssimos casos que produtos que aqui são mais baratos que lá... e a qualidade lá é ainda por cima superior.
Agora c/ minha filha estudando lá, vou acabar trazendo muita coisa... o que me ferra é o IOF de 6,38% pra dilma! I5-760 | Asus P7P55D-E Pro | EVGA GTX570 | 4GB Corsair XMS3 1600 | SSD CorsairForce3 120GB | HDs 2x500GB(RAID0) + 1Tb | XFi Fatal1ty | LG M2550A | Logitech Z640 | Corsair750TX
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Use Visa TRavel Money que sai mais em conta que usar o CC.
Agora sobre o texto é muito blá blá cheio de desculpas esfarrapadas, quando a verdade é uma só: Lucro BraZil.....
Como sabem eu acabei de abrir uma empresa e estou em processo para tirar a habilitação (radar) da receita, que nada mais é que colocar a minha empresa no roll das empresas que podem importar. Tem itens que vou importar que chegam custando pra mim US$15. Como é que tem nego com a cara de pau de vender a 150 reais e ainda reclamar que as cosias estão difíceis e que tem muito imposto, por isso fica caro? -
quero saber algo justo aqui no Brasil. minha ex namorada mora em orlando e mesmo sozinha lá, não sai de jeito nenhum, pq vê que lá ela está aproveitando melhores chances de vida.
foi para lá com uma grana boa, e já duplicou trabalhando e economizando, mora em um condomínio que aqui se considera de luxo, mas lá é coisa normal... computador top de linha e um corola 2008 usado que comprou por 5 mil dólares. Core 2 Quad 6600 2.50ghz / 6gb RAM ddr2 800mhz / ECS GTX 560 1gb ddr5 / HD samsung 320 gb 7200 rpm + HD externo samsung de 1,5TB / Fonte Corsair 500cx / Cooler Hyper tx3 Origin: GriFFon911 Steam: GriFFon911 -
Em crises internacionais passadas, o Brasil sempre se estropiava rapidamente por conta de sua vulnerabilidade externa. Era nossa pior e mais aparente deficiência.
A partir do primeiro governo Lula, isso foi sendo corrigido. O país minimizou seu endividamento atrelado ao câmbio, empilhou reservas cambiais (que já ultrapassam US$ 350 bilhões) e fortaleceu o consumo interno via crédito e aumento da massa de rendimentos e mais empregos.
Foi o que protegeu o Brasil relativamente da Grande Recessão global iniciada em 2008.
Mas agora, infelizmente, a economia brasileira dá sinais cada vez maiores de estar sendo atingida com mais força do que muitos previam. A movimentação do Ministério da Fazenda contra entrada de automóveis mexicanos e outras medidas protecionistas são o principal sintoma disso.
A crise global de hoje está sendo combatida pelos EUA e União Europeia por meio de uma oferta sem precedentes de dinheiro barato pelos seus Bancos Centrais. Isso faz com que outras moedas, como o real, acabem se valorizando, trazendo uma série de problemas.
No caso do Brasil, os efeitos da valorização do real são amplificados por um conjunto de deficiências que, ao contrário da vulnerabilidade externa, não foi atacado nos últimos anos. É o velho "custo Brasil": burocracia e impostos muito altos e infraestrutura ruim que acabam refletidos nos preços que pagamos no dia a dia.
Já é lugar-comum comentarmos que o Brasil está caro. O recorde de gastos de brasileiros com compras no exterior em 2011 é o lado mais pitoresco disso. Mas há movimentos "subterrâneos" muito mais graves. E que expõem, neste momento, o quão atrasado e deficiente o Brasil ainda segue. Por conta do "custo Brasil", quem pode busca alternativas mais baratas. Como os brasileiros que infestam as lojas de Miami e Nova York ou os que, internamente, acabam preferindo produtos importados.
No ano passado, enquanto as vendas do comércio subiram 6,5% acima da inflação, a produção da indústria nacional cresceu só 0,3%. E a produção industrial de bens de consumo caiu 0,7%. Isso mostra que comércio, consumidores e mesmo a indústria estão recorrendo cada vez mais a importados baratos para satisfazer suas necessidades.
O país não vai longe assim.
O governo brasileiro gosta de apontar para os EUA e Europa como grandes responsáveis por isso, por desvalorizarem suas moedas e, por tabela, fortalecerem o real. Mas isso não tem nenhuma relação com impostos, juros e "spreads" bancários altos, infraestrutura ruim e governos ineficientes e corruptos.
Com a crise, o "custo Brasil", que já era grande, só ficou maior.
Folha.com - Colunistas - Fernando Canzian - "Custo Brasil" ficou maior - 06/02/2012 Intel Core i7 860 ~ TR Ultra-120 Extreme ~ Asus P7P55D-E Deluxe ~ Mushkin Blackline 2x2gb DDR3 1600mhz ~ EVGA GTX 460 768mb SC
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CM 690 Pure Black ~ Corsair HX650 ~ Dell u2410 + Dell 2009w ~ TP-Link W8960N ~ GVT 5mb ~ Windows 7 Ultimate 64bit Notebook: Thinkpad x61 Tablet ~ Portable Media Player: Cowon J3 + Head-Direct RE0 -
O custo de tudo é mais barato lá.
Meu irmão está lá de férias, alugou uma Grand Cherokee Laredo pagando preço de diária de Celta aqui no Brasil... -
Quando um produto custa 3-4x mais barato lá, o problema não é imposto.
É o brasileiro que aceitar pagar o preço.
Não existe essa de ganaciosos. Livre mercado.
Se tem brasileiro pagando 500 reais aqui em um sapato que em outro lugar custa 100 reais, problema é dele. PC
Xbox 360 -
Os impostos do Brasil são muito abusivos, ruim para nós consumidores não é? Aposto que as pessoas que estão lucrando com esses juros só fazem compras no exterior.. mas esse é o Brasil hahah
Tenho até medo de viajar e não ter grana suficiente para gastar algo bem provável | Intel i5 2500k | Gigabyte GA-Z68XP-UD4 | G.SKILL RipjawsX 2x4Gb 1600Mhz | HD 1T Sata3 7200rpm | Asus GTX560Ti DirectCU II | XFX 850W Core Edition | Cooler Master HaF 922 | SteelSeries XAI + Goliathus Control | -
 Postado originalmente por raul100 Quando um produto custa 3-4x mais barato lá, o problema não é imposto.
É o brasileiro que aceitar pagar o preço.
Não existe essa de ganaciosos. Livre mercado.
Se tem brasileiro pagando 500 reais aqui em um sapato que em outro lugar custa 100 reais, problema é dele. Exato. Enquanto continuarmos sendo uma sociedade extramente individualista as coisas só tendem a piorar. O dia que se der conta que que os preços são abusivos e estão nos fazendo de idiotas e pararmos de comprar as coisas mudam.
Eu já comentei diversas vezes, não faço compras no Brasil. -
 Postado originalmente por raul100 Quando um produto custa 3-4x mais barato lá, o problema não é imposto.
É o brasileiro que aceitar pagar o preço.
Não existe essa de ganaciosos. Livre mercado.
Se tem brasileiro pagando 500 reais aqui em um sapato que em outro lugar custa 100 reais, problema é dele. Como assim outro lugar custa 100 reais?? Que outro lugar é esse??
Esse outro lugar é os EUA? E como o caboclo faz pra comprar? I5-760 | Asus P7P55D-E Pro | EVGA GTX570 | 4GB Corsair XMS3 1600 | SSD CorsairForce3 120GB | HDs 2x500GB(RAID0) + 1Tb | XFi Fatal1ty | LG M2550A | Logitech Z640 | Corsair750TX
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esse negocio de caro no brasil produtos importados por causa dos impostos esta longe de ser o motivo principal desses preços, nao vamos esquecer q muito coisa nacional mesmo aq as lojas enfiam a faca, o q dizer daquela materia sobre as lanchonetes nos aeroportos, um pão de queijo e um cafézinho mais de 8$ m4a785td-v evo !@ athlon ii x4 635 !@ 2GB DDR3 1333 Kingston !@ 3r system iceage 650w !@ logitech x-540 !@ lcd 17" 732N LG32LD460 hp G42-221BR XBOX 360 arcade !@ sega saturn -
iphone aqui custa 2mil reais
e tem gente que tem
varios da minha faculdade compram
iphone 4s white omg youre so international
mesma situação com ipad
levam um ipad e escrevem no caderno
2mil reais
o pessoal curte pagar
e as lojas emprestam crédito
entao acham bacana
pagam em 12x
24x
amigo meu de 22 anos comprou um new civic top zerado
pergunta até quanto ele vai ficar pagando...
eles gostam disso
tem quem compre essas merdas nessas condições humilhantes
eu to só acumulando e investindo meu dinheiro
quando eu quero comprar roupa eu vou pra Brusque
q uma polo linda custa 25 reais
etc
vou ficar andando de onibus até eu achar que o preço de um veiculo nao ta uma palhaçada.
por 30mil eu quero um ford fusion
Última edição por Rothstein; 06-02-12 às 13:15.
Não sei se invisto a curto prazo para comprar um imóvel, ou se eu compro um carro, ou se eu estudo antes para tomar uma decisão mais sábia, ou se eu invisto em um plano de aposentadoria, ou se eu analiso melhor para não perder dinheiro, ou se eu espero sentando por alguma outra ideia. Eu sei que eu quero trabalhar em uma grande empresa.
Steam: fozy dont think so
World of Warcraft: fozy, macacos_br Nemesis Linux avançado aqui -
 Postado originalmente por eduardotupan Os impostos do Brasil são muito abusivos, ruim para nós consumidores não é? Aposto que as pessoas que estão lucrando com esses juros só fazem compras no exterior.. mas esse é o Brasil hahah
Tenho até medo de viajar e não ter grana suficiente para gastar  algo bem provável hehe, disse tudo!
Meu cartão de crédito vem mais em dólar do que reais.
Acabei de gastar $87 no DX. Já é normal pra mim comprar no exterior estando aqui claro.
Como sempre digo, faço de tudo pra não pagar imposto e esse lucro abusivo, tudo legalmente claro.. assinatura -
 Postado originalmente por GuillerZ hehe, disse tudo!
Meu cartão de crédito vem mais em dólar do que reais.
Acabei de gastar $87 no DX. Já é normal pra mim comprar no exterior estando aqui claro.
Como sempre digo, faço de tudo pra não pagar imposto e esse lucro abusivo, tudo legalmente claro.. legalmente?
DX é pessoa jurídica, então, por lei, você deveria pagar 60% de imposto sobre o valor total em R$ + ICMS dos produtos.
Se não está pagando
é um crime chamado de descaminho 
importação legal é só de pessoa física para pessoa física e com valor máximo de R$ 50,00, acima disso é obrigado a pagar imposto.
essa informação está no site dos correios. Não sei se invisto a curto prazo para comprar um imóvel, ou se eu compro um carro, ou se eu estudo antes para tomar uma decisão mais sábia, ou se eu invisto em um plano de aposentadoria, ou se eu analiso melhor para não perder dinheiro, ou se eu espero sentando por alguma outra ideia. Eu sei que eu quero trabalhar em uma grande empresa.
Steam: fozy dont think so
World of Warcraft: fozy, macacos_br Nemesis Linux avançado aqui -
Confesso que quase escorreu um lágrima aqui apesar de já saber de tudo isso...
Já joguei a toalha com o BR, quem puder sair daqui que saia, o BR não está nem ai pra vc.
Última edição por Ch.; 07-02-12 às 10:25.
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