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[Comercio entre Paises] Importação e Exportação - Trafego Marítimo Internacional A economia mundial é totalmente interligada com empresas exportando e importando matérias primas; combustiveis; peças e componentes para montagem de produtos industrializados; alimentos; produtos industrializados finalizados para o consumidor, para a industria e para o comercio.
A interligação é tão grande que muitos dos produtos industrializados (principalmente os de maior tecnologia) são montados com peças e componentes vindos de diferentes empresas e paises.
Nesse vai e vem de mercadorias entre paises, os navios desempenham um papel fundamental já que 95% do comercio entre paises é realizado através dos mares e oceanos. Trafego Marítimo Internacional  Ï Os EUA importam 10 milhões de barris de petróleo por dia, pouco mais de US$ 300 bilhões por ano. A Europa, Japão e China também importam muito petróleo. Rússia e Arábia Saudita produzem 10 milhões de barris de petróleo por dia, sendo a maior parte das suas exportações. Todos os dias, 30 milhões de barris de petróleo viajam a bordo de navios petroleiros. O mundo consome pouco mais de 85 milhões de barris de petróleo por dia.
Ï O Brasil tem uma participação pequena no comercio entre paises. A maior parte das exportações do Brasil são de commodites (matérias primas) como minério de ferro, soja e açucar. As exportações brasileiras estão anabolizadas e atingiram o recorde de mais de US$ 200 bilhões graças ao aumento do consumo (volume e/ou peso) e do preço das commodites ao longo da década de 2000.
Ï A maior parte das exportações da Coréia do Sul, Japão, Estados Unidos, Europa, México, Canadá, China são de produtos industrializados,
- seja de baixa, media ou alta tecnologia;
- seja para o consumidor final ou para o comercio, empresas e industrias;
- seja de produtos montados e finalizados ou de peças e componentes (ex: circuitos integrados) que serão usados na montagem dos produtos em outras fabricas e/ou paises. Na tabela abaixo, os valores das exportações e importações do bloco União Européia levam em conta apenas o que é exportado e importado dos paises da União Européia para paises de fora da União Européia.
Por esse motivo, se for somado as exportações e importações individuais dos paises da União Européia, o valor será maior que US$ 1,95 trilhões Dos US$ 1,58 trilhões de exportações chinesas, US$ 388 bilhões correspondem a Hong Kong
Dos US$ 1,32 trilhões de importações chinesas, US$ 437 bilhões correspondem a Hong Kong Exportações  Importações  Produtos exportados pelos EUA - O Canadá é o maior destino das exportações americanas (US$ 261,2 bilhões), seguido pelo México (US$ 151,2 bilhões) http://www.worldsrichestcountries.co...s_exports.html    Produtos importados pelos EUA - O Canadá é a maior origem das importações americanas (US$ 339,5 bilhões), seguido pela China (US$ 337,8 bilhões), México (US$ 215,9 bilhões) e Alemanha (US$ 97,5 bilhões) http://www.worldsrichestcountries.co...s_imports.html  
Última edição por San Andreas; 10-01-12 às 21:55.
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Paises que mais realizaram e receberam Investimentos Diretos Estrangeiros em 2008-2009
Os Investimentos Diretos Estrangeiros [Foreign Direct Investment (FDI)] são os investimentos que um país recebe de empresas privadas e/ou publicas de outros paises, como por exemplo a construção de unidades de fabricação e/ou unidades de montagem.
Mais de 90% dos Investimentos Diretos Estrangeiros são realizados por empresas americanas, européias e japonesas.
Em 2010 os Investimentos Diretos Estrangeiros totalizaram US$ 1,122 trilhão em todo o mundo. Paises que mais realizaram Investimentos Diretos Estrangeiros em 2010 --- Total: US$ 1,122 trilhão
Ï Estados Unidos (US$ 248,07 bilhões)
Ï França (US$ 147,16 bilhões)
Ï Japão (US$ 74,67 bilhões)
Ï Alemanha (US$ 62,71 bilhões) Paises que mais receberam Investimentos Diretos Estrangeiros em 2009/2010 --- Total: US$ 1,122 trilhão -
Map of scheduled airline traffic around the world, circa June 2009. Contains 54317 routes, rendered at 25% transparency. -
Os EUA importam 10 milhões de barris de petróleo por dia, pouco mais de US$ 300 bilhões.
Sendo o preço do barril em 113 dolares , 10 milhões destes dariam cerca de 1,1 Bilhões de dólares, não?
Se fosse $300 bilhões por dia, a importação total passaria de 100 trilhões so de petróleo anualmente. i5 2500K@4.2 / MB Z68MA-D2H-B3 8GB DDR1333 GEIL / HD samsung 1.5TB / SSD 120GB/HD 320GB SEAGATE / RADEON HIS HD6970/LCD 24' SAMSUNG P2470HN/ANTES GAMER 520W/ Logitech 5.1 X-530 D3 BATTLETAG: Stronks#1289 -
 Postado originalmente por Stronks Sendo o preço do barril em 113 dolares , 10 milhões destes dariam cerca de 1,1 Bilhões de dólares, não?
Se fosse $300 bilhões por dia, a importação total passaria de 100 trilhões so de petróleo anualmente. Tem que ver isso ae 
No mais, o Brasil nunca passara de um país subdesenvolvido se continuar exportando somente commodities e importando tecnologia... mas investir em educação não rende voto... logo... -
 Postado originalmente por Stronks Sendo o preço do barril em 113 dolares , 10 milhões destes dariam cerca de 1,1 Bilhões de dólares, não?
Se fosse $300 bilhões por dia, a importação total passaria de 100 trilhões so de petróleo anualmente.
Os EUA importam 10 milhões de barris de petróleo por dia, pouco mais de US$ 300 bilhões por ano -
Última edição por San Andreas; 10-01-12 às 09:27. 
Mas agora ta certinho. i5 2500K@4.2 / MB Z68MA-D2H-B3 8GB DDR1333 GEIL / HD samsung 1.5TB / SSD 120GB/HD 320GB SEAGATE / RADEON HIS HD6970/LCD 24' SAMSUNG P2470HN/ANTES GAMER 520W/ Logitech 5.1 X-530 D3 BATTLETAG: Stronks#1289 -
É o que dá mais dinheiro para o brasil ainda é o agronegócio, quando será que isso vai mudar? PSN ID (BR): jklpuuzo Steam: sheldor2 Velox 15Mb -
 Postado originalmente por filipebm É o que dá mais dinheiro para o brasil ainda é o agronegócio, quando será que isso vai mudar? Se depender de mim, ano que vem. i5 2500K@4.2 / MB Z68MA-D2H-B3 8GB DDR1333 GEIL / HD samsung 1.5TB / SSD 120GB/HD 320GB SEAGATE / RADEON HIS HD6970/LCD 24' SAMSUNG P2470HN/ANTES GAMER 520W/ Logitech 5.1 X-530 D3 BATTLETAG: Stronks#1289 -
 Postado originalmente por Stronks Se depender de mim, ano que vem.  É pena que o povo não pensa assim. PSN ID (BR): jklpuuzo Steam: sheldor2 Velox 15Mb -
Aproximadamente 15 000 navios por ano atravessam o canal de Suez, representando 14% do transporte mundial de mercadorias
A companhia Suez de Ferdinand de Lesseps construiu o canal entre 1859 e 1869. No final dos trabalhos, o Egito e a França eram os proprietários do canal.
Estima-se que 1,5 milhão de egípcios tenham participado da construção do canal e que 125 000 morreram, principalmente de cólera.
Em 17 de fevereiro de 1867, o primeiro navio atravessou o canal, mas a inauguração oficial foi em 17 de novembro de 1869. O imperador da França Napoleão III, não estava presente, estando enfermo, sendo representado pela sua esposa a Imperatriz Eugenia, sobrinha do próprio Lesseps. Ao contrário da crença popular, a ópera Aida não foi encomendada ao compositor italiano Verdi para ser apresentada na inauguração, que só foi concluída e apresentada dois anos depois. Também presente como jornalista convidado, o escritor português Eça de Queiroz escreveu uma reportagem para o Diário de Notícias de Lisboa.
A dívida externa do Egito obrigou o país a vender sua parte do canal ao Reino Unido, que garantia assim sua rota para as Índias. Essa compra, conduzida pelo primeiro-ministro Disraeli, foi financiada por um empréstimo do banco Rotschild. As tropas britânicas instalaram-se às margens do canal para protegê-lo em 1882.
A Convenção de Constantinopla (1888) estabeleceu a neutralidade do Canal que, mesmo em tempos de guerra, deveria servir a qualquer nação.
Mais tarde, durante a Primeira Guerra Mundial, os britânicos negociaram o Acordo Sykes-Picot, que dividia o Oriente Médio de modo a afastar a influência francesa do canal.
Em 26 de julho de 1956, Gamal Abdel Nasser nacionaliza a companhia do canal com o intuito de financiar a construção da Barragem de Assuã, após a recusa dos Estados Unidos de fornecer os fundos necessários. Em represália, os bens egípcios foram congelados e a ajuda alimentar suprimida. Os principais acionários do canal eram, então, os britânicos e os franceses. Além disso, Nasser denuncia a presença colonial do Reino Unido no Oriente Médio e apoia os nacionalistas na Guerra da Argélia. O Reino Unido, a França e Israel se lançam então numa operação militar, batizada operação mosqueteiro, em 29 de outubro de 1956. A Crise do canal de Suez durou uma semana. A ONU confirmou a legitimidade egípcia e condenou a expedição franco-israelo-britânica com uma resolução.
Com a Guerra dos Seis Dias em 1967, o canal permaneceu fechado até 1975, com uma força de manutenção da paz da ONU, a qual permaneceu lá estacionada até 1974. Quando por ocasião da Guerra do Yom Kipur em 1978 foi recuperado o canal, bem como foram destruidas as fortificações do exército israelense ao longo do canal. Características
O canal não possui eclusas, pois todo o trajeto está ao nível do mar, contrariamente ao canal do Panamá. Seu traçado apóia-se em três planos d'água, os lagos Manzala, Timsah e Lagos Amargos.
O canal permite a passagem de navios de 15 m de calado, mas trabalhos são previstos a fim de permitir a passagem de supertankers com até 22 m até 2010. Atualmente, esses enormes navios devem distribuir parte da carga em outro tipo de transporte pertencente à administração do canal a fim de diminuir o calado e atravessar o canal.
A largura média do canal é de 365 metros, dos quais 190 m são navegáveis. Inicialmente, esses dois valores eram de 52 e 44 m. Situados dos dois lados do canal, os canais de derivação levam o comprimento total da obra a 195 km.
Aproximadamente 15 000 navios por ano atravessam o canal, representando 14% do transporte mundial de mercadorias. Uma travessia demora de 11 a 16 horas. http://pt.wikipedia.org/wiki/Canal_de_Suez http://en.wikipedia.org/wiki/Suez_Canal      -
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A- "Aí mano, você ainda tem aquela planta que nasce no teu quintal? Eu preciso pra fazer um chá pra curar minha mãe..."
B- "Tem sim, mas o preço aumentou, pois está mais caro manter a vegetação por causa da seca..."
A- "Mas porra mano! Minha mãe vai morrer se não em der..."
B- "Desculpa, mas tem que ser assim..."
A- "Então tá. Eu não vou mais trazer lá da fábrica as peças para a sua TV."
B- *pensa*
B- *pensa*
B- "Beleza então. Eu posso viver sem isso... mas sua mãe poderá viver sem o chá?"
Só eu que acho que o Brasil, se fosse um país liderado como deveria conseguiria dobrar a maioria dos países através de uma estrutura agropecuária mais firme e agressiva? Corsair Obsidian 700D • Intel Core i5 750 ~ Corsair H50 @ 3.6GHz • Asus P7P55D PRO • 4x2GB Corsair Vengeance Black 1600MHz • GTX 570 backplated • SSD 64GB WD | 4TB • Corsair TX 750 • Logitech X-540 + Asus Xonar DS + Sony PIIQ Marqii • 2x TV's 40" como monitores!  -
A indústria é o pilar da economia da Alemanha. Ao lado da construção civil, ela corresponde a cerca de 30% do Produto Interno Bruto do país e emprega 10 milhões de pessoas. 
Fábrica de turbinas da Siemens em Görlitz 
Fábrica da Mercedes, uma das marcas mais famosas da indústria alemã, em Bremen
A indústria continua sendo o principal pilar da economia da Alemanha, apesar de ela ter perdido importância nas últimas décadas para o setor de serviços. O setor secundário (do qual a indústria faz parte, junto com a construção civil) é responsável por aproximadamente 30% do Produto Interno Bruto (PIB) da Alemanha e ocupa 25% da mão-de-obra do país, ou cerca de 10 milhões de pessoas. Sozinha, a indústria corresponde a cerca de 25% do PIB e pelo emprego de 8 milhões de pessoas.
A forte expansão de alguns setores industriais, como tecnologia de informação e comunicação, ou de ramos como a indústria aeronáutica e espacial, não compensou o encolhimento de ramos tradicionais, como as indústrias têxtil e siderúrgica.
A indústria alemã está estruturada principalmente em pequenas e médias empresas. Só 1,9% das indústrias são grandes empresas com mais de mil empregados. Em contrapartida, quase três quartos são indústrias com menos de cem assalariados. Em torno de 40% dos empregados industriais trabalham, no entanto, em grandes empresas com mais de mil funcionários. O pequeno grupo dos grandes conglomerados é responsável por cerca de 51% do faturamento total da indústria alemã.
Mundialmente conhecidas e presentes em todo o mundo com filiais, centros de produção ou de pesquisa são as montadoras Volkswagen, Daimler e BMW, as indústrias químicas Hoechst, Bayer e Basf, o conglomerado eletroeletrônico Siemens, a indústria metalúrgica ThyssenKrupp, os consórcios energéticos Eon e RWE e o grupo Bosch.
A indústria participou substancialmente na reconstrução econômica da Alemanha após a Segunda Guerra Mundial. Um fator decisivo foi a transição para a economia de mercado, em 1948. Um dos sustentáculos da economia social de mercado é a responsabilidade própria do empresário. A política econômica estatal limita-se a criar condições favoráveis ao desenvolvimento da iniciativa empresarial. Indústria automotiva
O setor automobilístico é o mais importante da indústria alemã, com faturamento total de 290 bilhões de euros em 2007. Ele responde por cerca de 20% do faturamento da indústria alemã e emprega em torno de 750 mil pessoas. Em torno de 70% dos veículos produzidos têm como destino o exterior.
A Alemanha é o quarto maior produtor mundial de veículos, atrás do Japão, dos Estados Unidos e da China. A Volkswagen é a maior fabricante de automóveis da Europa e a quarta maior do mundo. Entre as 20 maiores montadoras do mundo estão ainda a Daimler e a BMW.
Em 2007, os fabricantes alemães produziram 12,1 milhões de veículos, dos quais 6,2 milhões na Alemanha e 5,9 milhões no exterior. As montadoras alemãs produzem em mais de 40 países, onde mantêm mais de 120 unidades.
A indústria automobilística tem grande tradição também nos estados da antiga Alemanha Oriental. Mas as marcas e os modelos ultrapassados da época do regime comunista desapareceram por não serem competitivos. Algumas montadoras engajaram-se na Saxônia e na Turíngia, construindo novas linhas de montagem. Máquinas e equipamentos
A construção de máquinas e equipamentos é o segundo maior setor industrial alemão, responsável por cerca de 13% do faturamento total da indústria. É o ramo industrial que mais gera empregos na Alemanha, ocupando mais de 930 mil pessoas. Um crescimento real de 13,2% em 2007 elevou o faturamento anual para 193 bilhões de euros. O setor caracteriza-se tradicionalmente por empresas médias, ocupando uma posição de vanguarda mundial graças à sua flexibilidade e capacidade tecnológica.
Apenas 5,5% das empresas têm mais de 500 funcionários. Pouco mais de 80% das cerca de 6,6 mil indústrias do setor são fábricas pequenas e médias com menos de 200 funcionários. Esse ramo tem uma função importante para a economia alemã como fornecedor.
Na comparação internacional, a variedade da produção é ímpar e abrange em torno de 20 mil produtos desde guarnições, máquinas de impressão, têxteis e agrícolas, até ferramentas. A automação e a técnica de fluidos também estão entre os destaques da produção alemã de máquinas.
Mais de 75% do faturamento é obtido com exportações. Com uma participação de cerca de 20% no comércio mundial, a Alemanha é a campeã mundial de exportações no setor de máquinas e equipamentos, à frente dos EUA, do Japão, da China e da Itália. Eletrotécnica
As indústrias eletrotécnicas faturam em torno de 190 bilhões de euros anuais, representando cerca de 12% do faturamento total da indústria alemã, e empregam cerca de 810 mil funcionários. É o terceiro maior setor da indústria alemã.
O leque de sua produção é amplo, abrangendo aparelhos elétricos e eletrodomésticos, tecnologia de informação e comunicação, transformadores e equipamentos para abastecimento energético, componentes eletrônicos, soldadores e ferrramentas elétricas, aparelhos médicos, motores elétricos, comutadores, técnica de medição e automação de processos. Química
A indústria química é o quarto maior setor industrial alemão, com um faturamento de 162,2 bilhões de euros em 2006 e cerca de 436 mil funcionários. O setor é um importante fornecedor de matérias-primas para outras áreas da indústria, como a automobilística, mas também de produtos finais, como medicamentos, para o consumidor.
Os investimentos em pesquisa (foram 8,9 bilhões de euros em 2006) garantem à indústria química alemã uma posição de destaque no mundo. Além dos grandes conglomerados, como Basf, Bayer e Henkel, que estão entre os maiores do mundo, o setor tem um grande número de empresas médias.
A Alemanha é o quarto maior fabricante mundial de produtos químicos, depois dos Estados Unidos, da China e do Japão. Tradicionalmente, o setor exporta mais da metade da sua produção.
A indústria química tem também uma longa tradição na região da antiga Alemanha Oriental. Sua reestruturação e privatização estão concluídas. A meta dos esforços políticos foi manter o núcleo dos pólos químicos tradicionais. Alimentos
A indústria alimentícia é a quinta maior da Alemanha, tendo faturado 147 bilhões de euros em 2007. Ela emprega 519 mil pessoas em todo o país.
Carne, leite e cereais são os principais produtos agropecuários, e a indústria alimentícia se destaca pelo beneficiamento dessas e de outras matérias-primas, muitas delas importadas, como o café.
Ao todo são 5,9 mil produtores. O maior setor, segundo o volume de negócios, é o da carne, embutidos e derivados, responsável por 22 bilhões de euros do faturamento total em 2007. A seguir vêm leite e laticínios (16 bilhões de euros), bebidas alcoólicas (9,3 bilhões de euros), balas e doces (8,4 bilhões de euros) e pães (8,3 bilhões de euros). A Indústria | Estrutura Econômica | Deutsche Welle 
Fabrica da Airbus na Alemanha -
Japão registra primeiro déficit na balança comercial em 31 anos
TÓQUIO Mesmo já estando acostumados a notícias ruins num cenário de estagnação econômica que se arrasta há anos, os japoneses sofreram um duro golpe ontem diante da confirmação de que, pela primeira vez em 31 anos, o país registrou um déficit comercial anual. A herança deixada pelo desastre nuclear de Fukushima e uma moeda altamente valorizada estão entre as principais razões do desempenho comercial negativo uma rasteira na economia que se transformou em potência graças à força de suas exportações.
O aumento nas importações de petróleo, consequência da crise energética provocada pela catástrofe de 11 de março, pesou no déficit de 2,49 trilhões de ienes (US$ 32 bilhões) em 2011. Afetadas pelo colapso na cadeia de fornecimento, a instabilidade na zona do euro e um iene com valor recorde, as exportações do Japão caíram 2,7%, para US$ 842 bilhões. O país já viu índices piores (em 2009 a redução chegou a 33%), mas as importações em 2011 subiram demais: 12%, fechando em US$ 874 bilhões.
Desde que a tsunami provocou o mais grave acidente nuclear da história desde Chernobyl, 49 dos 54 reatores do país foram desligados. O governo tem feito pressão pela reabertura das centrais, mas autoridades locais e a população resistem. Em busca de outras fontes de energia, o Japão se voltou para o Oriente Médio. As importações de petróleo subiram 21% e as de gás, 37%, em comparação a 2010. -
Industria de alta tecnologia faz Holanda escapar da crise
AMSTERDÃ - Os funcionários da Royal Philips Electronics na cidade de Drachten, que esperavam ser demitidos, ficaram perplexos quando o gerente da fábrica disse que a empresa estava trazendo da China, para a Holanda, sua unidade de produção dos seus sofisticados e caros barbeadores elétricos.
Rob Karsmakers, o gerente da fábrica que retornou ao país depois de quatro anos trabalhando para a Philips na Ásia, disse aos empregados que a empresa vai aumentar os investimentos na empresa em Drachten, onde emprega 2 mil pessoas. "Um engenheiro de produto em Xangai hoje é tão caro quanto em Drachten", disse Karsmakers, que dirige a fábrica desde 2009. A Philips emprega 14 mil pessoas na Holanda.
A Holanda, quinta maior economia do euro, aumentou seu poder de atração e se tornou uma potência no setor de manufatura. Hoje, ela lidera em áreas como calças e uniformes de combate para o Exército americano. A Apple utiliza chips produzidos pela ASML Holdings para o seu iPhone e iPad, e a TomTom ajuda os motoristas a navegarem por estradas desconhecidas.
Nos primeiros nove meses do ano, o superávit comercial holandês foi o segundo mais alto da região do euro, ficando atrás da Alemanha, segundo a Eurostat. A Holanda foi o sétimo país exportador nos últimos cinco anos, segundo a ING Grope e a Conferência das Nações Unidas sobre Comércio e Desenvolvimento. "A Holanda é um país de comércio, é assim que ganhamos nosso dinheiro", disse Maarten Leen, economista da ING.
Estabelecida como porta de entrada para a Europa, com cinco importantes portos marítimos e o aeroporto de Schiphol próximo de Amsterdã, os holandeses têm conseguido manter um superávit de conta corrente desde 1981, disse Leen.
A agência Standard & Poors confirmou em 13 de janeiro a nota de crédito de longo prazo de triplo A da Holanda, citando os seus "sólidos e sustentáveis superávits de conta corrente", que se mantiveram em uma média de 6,4% entre 2005 e 2010.
As marcas globais holandesas hoje abrangem a cerveja Heineken, a Royal Dutch Shell e Unilever, fabricante do sabonete Dove, o chá Lipton e o sorvete Magnum. Produtos químicos como as tintas Sikkens da Akzo Nobel, e maquinário como os sistemas de litografia da ASML constituem uma parte substancial do crescimento das exportações, além dos produtos agrícolas, como flores, cebolas e tomates.
Os setores de tecnologia e química têm registrado um vigoroso crescimento das exportações desde 1996, com aumentos de 4% e 5,8% ao ano, dados, respectivamente, da CBS e do departamento de estatística holandês. "Temos uma infraestrutura superior, com docas em Roterdã, Delzijl e Geleen, e uma conexão com o sistema de dutos de gás e etileno nos países em torno, como Bélgica, Antuérpia e na área do Reno, na Alemanha", disse Werner Fuhrman, vice-presidente da VNCI, a federação das indústrias químicas holandesas.
No caso da ASML Holding, sua posição na Holanda é chave, uma vez que a companhia depende de "centenas de fornecedores de alta tecnologia" e institutos de pesquisa para desenvolver seus scanners para litografia, disse o diretor financeiro Peter Wennink. Um trabalho especializado "que conseguimos realizar rápida e eficazmente com parceiros no sul da Holanda". A ASML Holding, que tem uma fatia de mercado de 80% no setor de equipamentos de semicondutores, está inserida na região de Brainport, ao sul da Holanda, em um centro industrial que reúne indústrias alimentícias, automotivas, design e tecnologia, incluindo a Philips e a TomTom.
Já a Karsmakers, ao trazer a produção dos seus barbeadores para a unidade de pesquisa em Drachten, para atender o mercado europeu, ela abriu uma grande oportunidade em termos locais, uma vez que os custos de transporte serão reduzidos.
A Philips mantém sua produção de barbeadores mais baratos na China, para atender ao mercado asiático.
A façanha das indústrias do país atraiu pretendentes. Na década passada, companhias holandesas, incluindo o ABN Amro Bank, que foi a maior instituição bancária do país, e a empresa aérea Royal KLM, caíram em mãos de proprietários estrangeiros, o que provocou uma controvérsia generalizada na Holanda sobre a venda de uma empresa nacional.
Hoje, os holandeses têm outros desafios. Com a crise da dívida europeia, e dois terços das suas exportações ainda dependentes da Europa Ocidental, o país se defronta com o "grande desafio de manter o crescimento observado nos últimos 15 anos", disse Leen.
Com o centro da economia mundial mudando para a China, Índia e Brasil, a inovação na Holanda deve ajudar o país a manter sua posição comercial, disse Maxime Verhagen, ministro da Economia, em um discurso na Universidade de Wageningen.
Segundo Verhagen, o futuro reside no desenvolvimento de produtos inovadores que ajudem a reduzir as emissões de gás carbônico, enfrentar os efeitos adversos do envelhecimento e a crescente demanda por alimentos Economia da Holanda escapa da crise - economia - internacional - Estadão A empresa holandesa ASML fabrica 80% das maquinas de litografia ótica no mundo, usadas na fabricação de circuitos integrados, como microprocessadores
A ASML é fornecedora da Intel -
Crescimento econômico baseado em recursos naturais é um risco, diz Ipea Crescimento econmico baseado em recursos naturais um risco, diz Ipea -
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Brasil e México acertam cota de exportação de carros por três anos
Revisão do acordo automotivo sai após exportações de carros do México avançarem 70%
Brasil e México fecharam nesta quinta-feira acordo sobre a revisão do acordo automotivo entre os dois países, estabelecendo cotas de exportação de veículos por três anos. Depois disso, os dos países devem retornar ao regime de livre comércio.
O secretário da Economia mexicano, Bruno Ferrari, disse que o país concordou em reduzir as exportações ao Brasil para uma média de cerca de US$ 1,55 bilhão nos próximos três anos.
Autoridades dos dois países acertaram que o México poderá exportar 1,45 bilhão em veículos ao Brasil no primeiro ano, US$ 1,56 bilhão no segundo ano e US$ 1,64 bilhão no terceiro ano.
O Brasil pediu a revisão do acordo automotivo depois que as exportações de carros do México saltaram cerca de 70% em 2011.
A cota fixa é recíproca, pelos termos do acordo.
Ferrari disse que Brasil e México também concordaram que os mexicanos aumentem a proporção de peças da América Latina em seus carros de 30 por cento atualmente para 40% em um prazo de cinco anos.
As concessões do México ficaram próximas daquelas que eram solicitadas pelo Brasil. No ano passado, os mexicanos exportaram US$ 2,4 bilhões em automóveis ao mercado brasileiro.
A disputa estava deixando as relações entre as duas maiores economias da América Latina tensas, em um ambiente de cada vez mais medidas de protecionismo.
Mais cedo nesta quinta-feira, o Brasil disse que tinha desistido de incluir no acordo automotivo com o México veículos pesados.
A primeira proposta do Brasil era que o México exportasse anualmente US$ 1,4 bilhão por três anos. Além disso, o governo brasileiro exigia elevação do índice de peças regionais nos carros que saíam das fábricas do México para 45%.
Analistas disseram que o Brasil pode ser bem-sucedido na redução do déficit comercial com o México, mas que uma cota para as exportações mexicanas não vai resolver os problemas que estão fazendo com que as montadoras brasileiras sejam menos competitivas do que suas rivais mexicanas.
Os fabricantes no Brasil são prejudicados uma moeda local mais forte do que o peso mexicano e por altos impostos e salários.
O Brasil está se esforçando para fortalecer sua indústria após suas exportações terem caído no ano passado em competição com produtos mais baratos da China, do México e de outros países.
Também durante a tarde desta quinta, o ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Fernando Pimentel, disse que o "México está abrindo mão de parte significativamente das exportações" e que o tratado "vai ficar muito razoável para os dois lados".
Investimentos em perigo de extinção
Montadoras asiáticas baseadas no México tiveram um significativo aumento em exportações para o Brasil nos últimos anos, beneficiando-se da relativa debilidade do peso mexicano e da força do real para turbinar seus lucros.
A manobra do Brasil para limitar o comércio pode ameaçar planos recentemente anunciados da Honda e da Mazda de construir fábricas no Estado de Guanajuato. O acordo automotivo Brasil-México também pode afetar os planos da Nissan de construir uma fábrica no Estado de Aguascalientes.
Especialistas da indústria de automóveis disseram que as empresas fazem investimentos no México baseadas, em parte, em expectativas de que o país tenha acesso irrestrito ao mercado brasileiro. Brasil e México acertam cota de exportação de carros por três anos - Economia - iG -
Seis produtos são responsáveis por metade das exportações brasileiras
Minério de ferro, petróleo bruto, complexo de soja, carne, açúcar e café somaram 47% do valor exportado
SÃO PAULO - O Brasil vem aumentando cada vez mais nos últimos anos sua dependência da exportação de matérias-primas. No ano passado, apenas seis grupos de produtos - minério de ferro, petróleo bruto, complexo de soja e carne, açúcar e café - representaram 47,1% do valor exportado. Em 2006, essa participação era de 28,4%.
Esse aumento da dependência ganha contornos ainda mais preocupantes porque o maior comprador atual das matérias-primas brasileiras passa por um momento de transição. Na semana passada, a China anunciou que vai perseguir uma meta de crescimento de 7,5% ao ano. A meta anterior era de 8% ao ano.
"Esse novo crescimento chinês ainda é expressivo para qualquer país, mas, nesse momento, cria um fato negativo para a cotação das commodities", diz o vice-presidente da Associação de Comércio Exterior do Brasil (AEB), José Augusto de Castro. "Ao dizer que vai reduzir o ritmo de crescimento, a China diz, indiretamente, que vai comprar menos insumos."
Em dezembro, a entidade previu que o Brasil terá este ano um superávit de US$ 3 bilhões, resultado bem inferior ao saldo comercial de US$ 29,7 bilhões do ano passado. "Mas houve uma melhora do cenário dos preços desde então", diz Castro.
De qualquer forma, o Índice de Preços de Commodities do Banco Central (IC-BR) já aponta um recuo na cotação das commodities. Em fevereiro, o indicador caiu 2,96% na comparação com janeiro e, no acumulado de 12 meses, teve queda de 12,68%.
"Essa tendência de queda só não é mais forte porque está havendo uma injeção global de recursos no mundo todo. Há uma expansão de crédito para economia mundial que não começou agora", diz Fábio Silveira, economista da RC Consultores. Apesar disso, ele estima um recuo de 10% no preço da soja, carne, açúcar e do café este ano. "O crescimento menor da China reafirma a perspectiva de baixa dos preços", afirma. Meta de vendas
Entre 2006 e 2011, puxada pelas commodities, a receita de exportação do Brasil aumentou de US$ 135,9 bilhões para US$ 256 bilhões. Este ano, o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC) definiu US$ 264 bilhões como a meta de exportação, valor 3,1% maior que o do ano passado.
Para Rodrigo Branco, economista da Fundação Centro de Estudos do Comércio Exterior (Funcex), as exportações de commodities vão continuar dominando a pauta brasileira este ano. Ele ressalta, porém, que o saldo comercial do País deverá ser menor, porque, além do preço mais baixo das commodities, as importações devem permanecer em um patamar elevado.
"Estamos com uma demanda relativamente aquecida em relação ao resto do mundo, principalmente de bens de consumo duráveis", diz. Seis produtos são responsáveis por metade das exportações brasileiras - economia - - Estadão
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