Vou começar com a famosa frase:
Quando eu era criança gostava de brincar com ímãs.



Pois é, todos nós sempre ficávamos intrigados com aquelas forças que sentíamos, mas não víamos. Aí vinha alguém que com sabedoria nos ensinava que eram as forças magnéticas atuando e que lados iguais se repeliam e lados opostos se atraiam.
Então imediatamente vinha-nos a idéia de construir um motor usando a forças magnéticas.
Mas quando chegamos na escola e começamos a aprender sobre física, vem um professor e diz que é impossível, pois segundo várias leis existentes na física a energia não pode surgir do nada.

Pois bem pensando sobre isso, lendo, vendo e tirando conclusões, venho agora expor alguns fatos, que ao meu ver os físicos ainda não se deram conta, do que é exatamente a eletricidade, mas lembrando que o objetivo deste texto é o magnetismo.

Os físicos definem a eletricidade como o fenômeno da movimentação dos elétrons causada seja pelo movimento, calor, etc. o que de certa forma não está errado. O problema é que eles não conseguem imaginar a eletricidade como algo do nosso cotidiano, onde ela está em tudo e em todos e em constante movimento, similarmente ao movimento das moléculas de água, onde em função da temperatura, elas tentam buscar o equilíbrio.

Agora vejamos uma comparação: Se quisermos enviar moléculas de água por um tubo a um local acima de onde ela se encontra, geralmente usamos uma bomba giratória com uma força maior do que a pressão onde ela se encontra. O mesmo fazemos com a eletricidade quando queremos levar os elétrons a um ponto onde precisamos de mais elétrons do que aqueles que se encontram em outro ponto equilibrados, usamos um aparelho que denominamos erroneamente de gerador de eletricidade, pois na verdade trata-se de uma bombeador de elétrons. O dínamo é um exemplo deste aparelho. Analogicamente comparando, podemos dizer que o par de fios que saem do dínamo equivale a uma bomba dágua com duas saídas que em função do sentido da rotação, empurra a água por uma ou pela a outra saída, ficando sempre uma saída com o sentido do fluxo inverso. Portanto, quando você olhar para um ímã em forma de U tente imaginar os elétrons caindo do norte para o sul, como se fossem um rio onde a água sai da parte norte caindo no sul e voltando para o norte. Um ímã é chamado de permanente, pelo fato de que todo elétron que ele perde para um outro meio, ele recupera do próprio ambiente onde ele se encontra (até da própria atmosfera e quem sabe até da poeira cósmica).

Bem pelos fatos mostrados acima, o nosso grande desafio agora é conseguir com que este rio de elétrons crie um movimento físico visível aos olhos humanos assim como um rio faz com uma roda-dágua. Impossível? Não. No universo nada é impossível inclusive no duplo sentido onde Nada é o sujeito.

O que está ocorrendo no momento? Pela internet vemos milhares de vídeos, milhões de textos, todos ligados ao tema Motor Magnético. Até mesmo físicos renomados com grande conhecimento na área ficam intrigados com o magnetismo no momento em que observam um levitron, nome dado a um brinquedo que faz com que um pião magnético girando, levite sobre outro imã. Pessoas de toda a parte do mundo estão deixando seus afazeres habituais, para se dedicarem a encontrar a fórmula mágica dos ímãs e ou outras alternativas enérgicas não poluentes e de baixo custo.

Portanto, este é o momento. Vamos tirar as viseiras colocadas em nós pelas leis e passemos a olhar de lado também. Há muita coisa ainda a se aprender sobre magnetismo, eletricidade e supercondutores. Tenho certeza de que em um futuro bem próximo vamos ver as primeiras luzinhas brilhando em função exclusivamente de ímãs.