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  1. #1
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    Seta Lideres do regime comunista do Camboja estão sendo julgados por genocídio [FOTOS]

    Entre 1975 e 1979, em nome de uma sociedade rural absolutamente igualitária, sem família, sem propriedade privada nem religião, sem moeda nem mercado, os Khmer Vermelho, liderados por Pol-Pot e inspirados na revolução cultural de Mao Tsé-tung, tomaram o poder no Camboja, separando os familiares (a família não representava o ideal coletivo do regime) e forçando as pessoas das cidades (fonte de todo o mal burguês) em direção ao campo para se re-educarem com os camponeses e realizarem trabalhos forçados em plantações de arroz. A moeda do Camboja foi extinta assim como o mercado e as pessoas mais inteligentes do pais como professores, médicos, engenheiros (que simbolizavam o capitalismo), foram executadas. Qualquer atitude ou característica que lembrasse o capitalismo (como saber falar uma língua estrangeira, ou mesmo usar óculos) era motivo para execução. A maioria das escolas e todas as bibliotecas foram destruídas em nome de uma sociedade igualitária.


    Em 1979, destruído economicamente, o Camboja atacou o Vietnam. Tropas do Vietnam invadiram o Camboja e depuseram o horrendo regime dos Khmer Vermelho. Em 4 anos, de uma população de 8 milhões de pessoas, 1.8 milhões de pessoas morreram de fome, doenças, trabalhos forçados e execuções, no que foi o maior genocídio em percentual de mortos do século XX.





    Pol Pot, líder dos Khmer Vermelho superou Hitler, Stalin, Mao Tse-tung em percentual de mortos.
    Pol Pot morreu em 1998 sem ter sido julgado por seus crimes contra humanidade.



    No dia 17 de abril de 1975, os membros do Khmer Vermelho ocuparam Phnom Penh sem resistência e em poucas horas esvaziaram completamente a cidade, em um primeiro ato de um regime de terror que duraria quatro anos e deixaria quase de dois milhões de mortos.

    Em um dia, os quase dois milhões de habitantes da capital foram obrigados a partir para os campos, por 'alguns dias', segundo os membros do Khmer Vermelho, para se proteger de bombardeios americanos que nunca aconteceram. A Angkar, "a Organização" dirigida por Pol Pot - com Nuon Chea, Khieu Samphan, Ieng Sary, Son Sen e Ta Mok - aplicou uma ideologia ultranacionalista e comunista extremista, de orientação maoísta.

    Por isso, os membros do Khmer Vermelho, cujos chefes se formaram no estrangeiro, sobretudo na França, impuseram progressivamente a eliminação da família, a abolição da religião e do dinheiro.

    Segundo eles, era um meio de criar um homem novo em uma sociedade rural absolutamente igualitária.

    Em nome de uma utopia agrária, a população passa fome e explora todo povo em trabalhos forçados para produzir arroz e construir gigantescas obras.

    Aqueles que não se submetiam às ordens do poder central eram torturados, executados, deportados ou postos sob uma vigilância rígida e a uma depuração étnica ou ideológica, no caso de vietnamitas, chineses ou muçulmanos. Em três anos, oito meses e 20 dias, quase dois milhões de cambojanos morreram sob a tortura, a fome, doenças em geral, esgotamento ou por punições no interior do regime.

    No final de 1978, 50 mil soldados vietnamitas invadiram o Camboja depois de uma série de ataques do Khmer Vermelho contra o território do Vietnã, derrubando um regime minado por lutas internas e deserção em massa.

    Nesta época, começa a se conhecer a magnitude do genocídio e das atrocidades cometidas pelo regime de Pol Pot.

    Cerca de 30 anos depois, o Camboja segue sofrendo com a eliminação de suas elites e um silêncio cúmplice sobre um dos piores genocídios do século XX, que não figura dos programas escolares.



    Caveiras expostas em um dos inúmeros centros de extermínio



    Carrasco do genocídio cambojano lembra a barbárie do Khmer Vermelho  Reportagem do Jornal El Pais

    http://blog.controversia.com.br/2007/11/21/carrasco-do-genocidio-cambojano-lembra-a-barbarie-do-khmer-vermelho/



    No centro de Phnom Penh, onde morreram mais de 14 mil pessoas nas mãos de uma tirania obcecada pela espionagem estrangeira e o inimigo interno, disposta a tudo para criar uma sociedade doutrinada e arrozeira, sem propriedade privada nem religião, sem moeda nem mercado, com a família e a individualidade estatizadas e um ordenamento aberrante.

    Aquela loucura, da qual o Camboja ainda convalesce, é única na história da humanidade: 30% dos 12 milhões de cambojanos sofrem de estresse pós-traumático e 40% de ansiedade e pesadelos, segundo um estudo médico.



    Caveiras expostas na prisão S-21


    Logo após a revolução, começou a transferência forçada das cidades para o campo, porque para Pol Pot a cidade era a fonte de todo o mal. Os cambojanos deveriam eliminar os vícios "burgueses" e se reeducar com as massas camponesas, como ensinava o não menos ditador da China, Mao Tsé-tung. As primeiras medidas: a moeda local foi abolida, bibliotecas foram transformadas em chiqueiros e intelectuais, profissionais liberais eram sumariamente executados. Calcula-se que 15 mil dos 20 mil professores do país foram mortos, assim como 90% dos monges budistas e um em cada cinco médicos.


    Covas coletivas no Camboja




    Um de seus investigadores, Meng Try Ea, falou com um grupo do Khmer Vermelho para conhecer a filosofia punitiva do regime. A colheita, por exemplo, era uma luta de classes, uma luta entre revolução e contra-revolução, segundo lhe explicaram. O furto de um quilo de arroz comunitário podia custar a vida do desesperado, como cúmplice do boicote inimigo; a perda de uma ferramenta de trabalho podia acarretar a morte e um golpe de vara no búfalo do arado, o espancamento de quem o fizesse.



    Cambodian victims of the Khmer Rouge regime



    O regime dos khmer vermelhos matou o seu povo à fome, por doença, por exaustão ou por execução sumária, em nome de uma utopia que só podia ser uma miragem: uma sociedade onde não havia lugar para dinheiro, nem escolas, onde as cidades eram despejadas para encher os terrenos agrícolas.


    Quando os khmer vermelhos ocuparam o Camboja, Sinal tinha 13 anos (agora tem 47). A minha família vivia em Siem Reap [no Centro] e eles obrigaram-nos a deixar a cidade. Todas as pessoas da minha família foram forçadas a trabalhar no campo, das 5h00 às 18h00. Recolhiam estrume de animais para fazer compostagem. Em troca, recebiam uma pequena quantidade de comida, só para o almoço e o jantar. O fato de muitas das vítimas do regime terem morrido por subnutrição ou falta de cuidados de saúde é um dos argumentos usados pela defesa de que não houve genocídio. Nessa altura, as crianças ficavam num centro, não iam para a escola, não estavam autorizadas a ver os pais nem os familiares todos os dias, continua Sinal Peanh. Os khmer vermelhos treinavam as crianças para controlar os pais e outras pessoas, e se houvesse alguma coisa errada tinha que se lhes dizer. Vi muita gente morrer, incluindo os meus pais, com a cabeça cortada por um machado. Eles mandavam as crianças fazer uma cova e enterrar o cadáver. À noite cantavam-se músicas de louvor a Pol Pot. Não foram só os seus pais, foram também os três irmãos que morreram. Salvou-se ele e a avó. Terminado o terror, Sinal Peanh vendeu bolos e massas para sobreviver. Não tinha nem tempo nem dinheiro para estudar. E por isso decidi ir para a Tailândia. Foi lá, na Escola Católica na Zona 2 do campo de refugiados, que, durante três anos, aprendeu inglês e cuidados de saúde.

    No meio de um historia de atrocidades, Sophal Mar diz ter sido uma pessoa de sorte. Os seus pais viviam em Phnom Penh, a capital, quando os khmer vermelhos os mandaram ir para o campo, só com o necessário para dois ou três dias. Ou seja, sem nada.

    A mãe foi para o Norte, o pai para o Sul, com os cinco irmãos e duas irmãs de Sophal.

    Phnom Penh tornou-se uma cidade-fantasma. Ninguém tinha autorização para viver na capital. Não havia nada a funcionar, escolas, lojas, nada. Ele nasceria dois anos depois. Todos sobreviveram, exceto o avô, que foi morto, não sei porquê.




    Caveiras expostas na prisão S-21





    ONU anuncia tribunal para julgar líderes do Khmer Vermelho

    http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/story/2005/04/050430_cambojaml.shtml



    Ex-dirigente do Khmer Vermelho é detido no Camboja

    http://www.bbc.co.uk/portuguese/reporterbbc/story/2007/11/071119_khmervermelhoprisaofn.shtml



    Camboja prende 2º na hierarquia do Khmer Vermelho

    http://www.bbc.co.uk/portuguese/reporterbbc/story/2007/09/070919_prisaolidercamboja_fp.shtml





    2009 - Começa julgamento histórico dos lideres do Khmer Vermelho



    Camboja inicia nesta terça primeiro julgamento de ex-líder do Khmer Vermelho

    http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u504492.shtml



    Camboja julga ex-líder do Khmer Vermelho por crimes contra a humanidade

    Duch, que se converteu ao cristianismo, disse estar arrependido. "Eu peço pelo seu perdão, eu peço pelo seu perdão", disse, segundo o seu advogado francês, Francois Roux.

    http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u505160.shtml
    Última edição por San Andreas; 22-12-11 às 16:39.



  2. #2
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    O museu do genocídio de Camboja está instalado no antigo presídio de Tuol Sleng, na cidade de Phnom Penh, onde milhares de pessoas foram assassinadas


    http://en.wikipedia.org/wiki/Tuol_Sleng_Genocide_Museum



    De forma semelhante ao que aconteceu na revolução cultural chinesa, os indivíduos capacitados ou mais inteligentes eram considerados inimigos do regime, pois inteligência e boa formação escolar era uma característica que lembrava o capitalismo. Por esse motivo a classe media e profissionais liberais no Camboja foram extintos. Bibliotecas foram destruídas. Estima-se que 15 dos 20 mil professores foram mortos, 90% dos monges budistas e 1 em cada 5 médicos. A família não combinava com a visão coletiva do regime e muitos familiares foram separados e mandados para regiões diferentes no campo.

    Ainda pior do que na revolução comunista chinesa, no Camboja esses indivíduos eram mortos sumariamente em razão de fatos simples, como saber falar uma língua estrangeira, ou mesmo usar óculos. Qualquer atitude ou característica que lembrasse o capitalismo era motivo para execução.

    No campo de genocídio de Choeung Ek, a cerca de 20 km de Phnom Penh, 17 mil pessoas foram exterminadas em massa, atendendo a política de eliminação de prisioneiros com economia de projeteis.



    Caveiras de vitimas do antigo presídio e atual Museu do Genocídio Tuol Sleng no Camboja







    Fotografias de vítimas do antigo presídio e atual Museu do Genocídio Tuol Sleng no Camboja











    Mapa do Camboja feito com caveiras vitimas do genocídio exposto no museu Tuol Sleng no Camboja


  3. #3
    San Andreas, seus topicos são excelentes. Dizem que você é um bot ? Você me da permissão de copiar seus textos no meu site ? Se não responder é porque sim.
    Coisas da China tutudearroz.blogspot.com

  4. Citação Postado originalmente por Chavesdo8 Ver Post
    San Andreas, seus topicos são excelentes. Dizem que você é um bot ? Você me da permissão de copiar seus textos no meu site ? Se não responder é porque sim.
    HAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA HAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA HAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA HAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA HAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA HAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA

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    Esse regime aí dizem que é bom. A Angélica perdeu 18Kg em 2 meses. Pena que o Camboja já faleceu. (resposta a la loira de programa de tv do estilo "carol astronauta").

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    Bom tópico S.A. (Sociedade Anônima?)

    XVirus da Silva Costa.
    ‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾

  5. #5
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    parece ferro velho de carro..monte cranio..quem quiser um casco novo só comprar uashuash
    Um dos melhores usuários do adrena, se você também acha, mande mensagem, assim como os usuarios:

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  6. #6
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    Promotoria pede "longa pena" de prisão para torturador cambojano do Khmer Vermelho

    Kaing Guek Eav, o Duch, é acusado de genocídio



    Foto por EFE

    Kaing Guek Eav, o Duch, é julgado por genocídio no Tribunal Penal Internacional.


    A promotoria do Tribunal Internacional para o genocídio do Camboja pediu nesta terça-feira (24) uma longa pena de prisão para o chefe torturador do Khmer Vermelho, Kaing Guek Eav, descrito como a personificação da eficiência impiedosa.

    O acusado, conhecido como Duch, dirigiu o centro de torturas S-21 pelo qual passaram mais de 12 mil cambojanos antes de serem executados no mesmo local ou em campos de extermínio em Choeung Ek, nos arredores da capital.

    A promotora cambojana Chea Leang disse que os crimes pelos quais Duch é acusado são de tal extrema gravidade e cometidos contra tanta gente que é inconcebível outra condenação que não seja uma longa pena de prisão.

    Embora Chea não tenha especificado quantos anos, a legislação local prevê como sentença máxima a prisão perpétua. Durante todo o processo, o chefe torturador do Khmer Vermelho admitiu sua responsabilidade pelos atos de barbárie e pediu perdão às vítimas.

    Mas a promotora o recriminou, já que ainda não admite ter feito tudo por vontade própria e insiste em assegurar que foi porque cumpria ordens ou porque atuava sob a ameaça de seus superiores. Chea ainda disse:

    - A ideia de que (o réu) é só um bode expiatório deve ser rejeitada. Não há dúvida de que era um idealista, um revolucionário preparado para sacrificar tudo o que fosse necessário pela organização maoísta que aterrorizou o Camboja.

    Duch é o ex-oficial de menor categoria do Khmer Vermelho que será julgado pelo tribunal internacional organizado pelas Nações Unidas e pelo Camboja após longas e tortuosas negociações que começaram em 1997.

    "Copyright Efe - Todos os direitos de reprodução e representação são reservados para a Agência Efe."

  7. #7
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    nossa que horror !! parece cemitério dos elefantes do rei leao rsrs


    algo me diz que estamos proximo de vivenciar outra cena destas nos proximos anos....

  8. Longa pena?
    Pra ele nada é longa, o cara tá quase morrendo...

    XVirus da Silva Costa.
    ‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾‾

  9. #9
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    06 de dezembro de 2011


    Julgamento do Khmer Vermelho começa 3 décadas após genocídio


    O Tribunal Internacional do Camboja começou a julgar os dirigentes que fizeram parte da cúpula do Khmer Vermelho mais de três décadas depois da queda de seu regime e de causarem até 2,2 milhões de mortes. Os três destacados membros da organização radical que hoje são octogenários e quase desconhecidos para a nova geração cambojana são acusados de crimes contra a humanidade, crimes de guerra, genocídio e outras atrocidades cometidas durante os 45 meses em que regeram o país, de abril de 1975 a janeiro de 1979.

    O julgamento de Nuon Chea, considerado o ideólogo do Khmer Vermelho; Khieu Samphan, chefe de Estado durante o regime, e Ieng Sary, seu ministro das Relações Exteriores, é o principal caso do tribunal patrocinado pela ONU, que o dotou de um orçamento superior a US$ 170 milhões com o fim de enterrar o terrível passado do país. Os três foram detidos em meados de 2007 em diferentes lugares do Camboja e desde então permanecem presos, visto que o tribunal rejeitou os recursos de apelação que apresentaram.

    Cada um dos acusados afirmou ser inocente antes e durante o julgamento, que começou em 21 de novembro com a ausência de Ieng Thirith, esposa de Ieng Sary e ministra de Assuntos Sociais do regime, a quem o tribunal declarou incapacitada para ser julgada por sofrer de Alzheimer.

    "Embora o Khmer Vermelho tenha cometido os crimes há mais de um quarto de século, a dor que causaram continua incrustada em grande parte da sociedade", aponta Ou Virak, presidente do Centro Cambojano dos Direitos Humanos.

    A primeira fase do julgamento, que deve durar vários anos e cuja evolução dependerá do estado de saúde dos acusados, será focada nas deportações massivas das cidades para o campo que causaram a morte de dezenas de milhares de pessoas por extenuação, crise de fome e doenças, assim como os crimes contra a humanidade relacionados a elas.

    O líder máximo do Khmer Vermelho, Pol Pot, morreu em 1998 sem ter sido julgado, da mesma forma que outros destacados dirigentes como Ta Mok, o chefe militar apelidado como "O Açougueiro" Até o momento, apenas foi julgado e condenado Kaing Guev Eav, conhecido por "Duch" e que dirigiu o centro de detenção e torturas S-21, no qual cerca de 16 mil pessoas morreram.

    Duch foi condenado a 35 anos de prisão em julho de 2010, embora depois sua pena tenha sido reduzida para 19 anos. O torturador, no entanto, apresentou uma apelação da sentença, sobre a qual receberá resposta em fevereiro.

    Segundo alguns analistas, os depoimentos dos três acusados podem comprometer o atual primeiro-ministro cambojano, Hun Sen, e vários destacados membros de seu governo que desempenharam cargos no Khmer Vermelho até desertarem para se unirem às forças vietnamitas que invadiram o Camboja para depor o regime.

    O governo de Hun Sen se mostrou reticente a apresentar provas e informações sobre os crimes do Khmer Vermelho, e até proibiu que alguns altos cargos cujo depoimento foi solicitado pelos juízes se apresentassem.

    O julgamento dos líderes do Khmer Vermelho começou com acusações da Procuradoria, que lembrou casos concretos sobre os casamentos forçados e as torturas e assassinatos cometidos em cerca de 200 centros de segurança.

    Os três membros da cúpula do regime também foram acusados nas primeiras audiências de "planejar" uma sistemática campanha para eliminar as minorias de origem vietnamita e chan de religião muçulmana.


    Terra Mobile Brasil - Julgamento do Khmer Vermelho começa 3 décadas após genocídio

  10. #10
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    A justiça eh tarda mas nao falha



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