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COLUNISTAS: Proteção de Direitos Autorais ou atentado ao bom senso? Como todo mundo sabe, fazer uma cópia de um software e tirar lucro disso, seja de um game ou de um aplicativo, é crime nos quatro cantos do mundo, com penas severas e, até certo ponto, exageradas, justamente para inibir essa prática.
Para prevenir o ato de copiar e a distribuição desenfreada, as empresas produtoras de software, especialmente games, criam várias e várias formas de proteção a fim de dificultar as atitudes daqueles que tentam fazer as tais cópias, seja para uso próprio - conhecido como backup e que, teoricamente, seria permitido - ou para fornecer a outras pessoas.
Essas proteções já existem há anos. E a frustração das produtoras ao verem que todos os recursos desti... [ Ver texto completo ] -
As mesmas ferramentas de criação que são usadas pelos produtores de segurança são usadas pelos hackers; a solução seria criar um novo tipo de midia de armazenamento. Asrock 970 extreme3/1055t/gtx 460 cyclone 1gb/4 gb ddr3/coolermaster 600w -
O que dificulta isso é que hoje em dia é a distribuição digital que está na moda. -
como eu já disse antes, o maior tiro no pé dessas empresas gananciosas demais é o preço q a dez anos atrás era metade do q é hj.
o raciocínio deles funciona assim: "temos q aumentar o preço pq tem muita pirataria, então aumentando o preço a gente compensa o lucro perdido com a pirataria"
MAS a verdade é q nós gamers pensamos: "nossa, aumentou demais o preço, acho q vou baixar torrent"
AÍ as gananciosas: "vamos fazer um securom da vida super f0da de crackear, todo mundo vai ser obrigado a comprar o original aí a gente aproveita e enfia a faca no preço!"
mas o q eles deveriam fazer de verdade?
como ocorre em alguns jogos como Batman Arkham Asylum, onde a cópia pirata tem bugs q não permite q o jogador barba negra evolua no jogo, o barba negra vai querer comprar o original, mas custa R$100!!! quase o preço de um pente de memória de 2gb!
se os jogos custassem R$50 ao invés de R$100 não haveria tanta pirataria.
eu acho q o crescimento da pirataria acompanha o aumento de preço dos jogos...
todo mundo sabe q jogos q tem mais ou menos 2 ou 3 anos de lançamento hj custam cerca de 30% do preço de seu lançamento. e é claro q mesmo com esse desconto eles ainda tem lucro
e eu acredito q a guerra dos crackers x produtoras sempre será vencida pelos crackers ◊ Asus U-75HA 750w ◊ ECS A790GXM-AD3 Black ◊ 12gb Kingston 1434mhz ◊ Phenom II X6 1090T@4.1-NB@2.8 + Zalman CNPS10x Performa ◊ MSI GTX480@850/4000 ◊ 2x 500gb 7200.12 RAID 0 ◊ X360 Controller ◊ HDTV Samsung LCD 26' ◊ CM HAF 912 ◊ W7 x64 Ultimate ◊ GVT 15mb Meu post foi útil? Disponha!  -
 Postado originalmente por bigaluksys "e eu acredito q a guerra dos crackers x produtoras sempre será vencida pelos crackers" Fica aí a verdade. -
Caro DjLosada, vejo que as acalorosas discussões sobre pirataria aqui no forum renderam um artigo muito interessante, mas acho que faltou um detalhe que ao meu ver é fundamental no caso da pirataria no PC:
A perca do valor do jogo ao comprar via distribuição digital ou como vem ocorrendo em muitos jogos, obrigar atrelar o jogo a uma conta de serviços online, como no Call of Duty MW2.
Isso pelo menos no meu ponto de vista gera algo muito ruim para o mercado, já que ao comprar um jogo tu ganha direito a uma licença de uso, e direito de que teu dinheiro é trocado por algo sem valor, já que não pode ser negociado posteriormente.
Muitos jogos vem tendo que fazer cadastros, seja no Steam, seja na conta do server da produtora (como EA) e nos contratos todos dizem, proibida a venda... ou pior no caso do steam, atrelando varios jogos a uma única conta que posteriormente não permite a remoção do jogo para revenda.
Se com isso eles querem que realmente não haja mais mercado informal da venda de usados, deveriam pelo menos baixar em pelo menos 50% valor do produto, já que tu ao comprar ele, tu não compra, tu ganha direito de usar imprestado.
Antes que venham os maçaswtf da vida, sei que sempre comprou-se é licença de uso, mas da forma que a mesma é hoje, isso simplesmente é um abuso em cima do consumidor, afinal, quando quer revender algo comprado, tu vende a tua licença e não é como vender uma copia pirata baixada da net.
Acho que um dos fatores que cada vez mais fazem pirataria no PC ser forte, não é só a facilidade de como conseguir, mas sim essas politicas que cada vez tornam usuário em um idiota que jogou 50$ fora.
Antes que falem das promoções, acho mais normal do mundo, jogo com 1 ano de vida, seja vendido pelo menos na metade do valor de retail, menos que isso geralmente é em jogo que nunca vendeu bem mesmo ou iniciativas como da Valve em popularizar e divulgar seus jogos (casos, dos jogos da valve sendo vendidos a preços realmente baixos) .
Prova de quando um jogo vende bem a produtora pouco se lixa para os clientes, é COD MW2, que simplesmente tem preço de retail num download e não terá promoção ou baixa de preço, prova é que MW1 só foi ter redução de preço quando o MW2 foi lançado. GamerTag: dhx666
Steam: nicodutra Suporte os consumidores: Não compre DLC de algo que já deveria estar incluso no jogo! -
Concordo em tudo, o certo é não ter sistema algum de proteção e preços mais baratos, competitivos. -
Pirataria O grande problema da indústria é acreditar que uma pessoa ou potencial cliente deixa de adquirir seu produto para adquirir um produto piratão, eu acredito que isso ocorra em apenas uns 20% dos casos de pirataria fora do Brasil, aqui eu já não me arrisco a estimar, pois o povo brasileiro + ***.
Um exemplo clássico é que a sony vende PS2 que nem água aqui no Brasil por causa dos jogos piratas se não houvessem jogos piratas pode ter certeza que não vendia nem se colocassem o preço do PS2 a 50 reais, tendo que pagar 200 merréis num jogo..
Vamos pensar, uma pessoa vai deixar de assistir um filme que ela quer assistir no cinema para compara um screener e ver na tv em casa com som cagado e imagem ruim?
Aqui no Brasil é mais possível obviamente e por pura ignorância mesmo. 
Todos os filmes que assisti em casa tirando uns 10 de centenas na minha vida, eu jamais pagaria para assistir no cinema, ou seja, se não existisse o arquivo disponível pra baixar eu não iria assistir no cinema iria esperar para ver na tv a cabo.
E desses 10 em toda minha vida eu fui ao cinema assistir dias depois ou comprei um DVD quando lançou.
Resumindo as empresas não estão tendo todo esse prejuízo que elas acreditam ter com a pirataria, a pirataria é um mal necessário.
Vide o Steam, sucesso de público e crítica, quando a valve lançou essa bodega eu pensei, acertaram em cheio, hoje vendem o jogo mais barato e jogos de muita qualidade com preços irrisórios que o cara nem se daria o trabalho de ir comprar no camelô. -
 Postado originalmente por DHX Caro DjLosada, vejo que as acalorosas discussões sobre pirataria aqui no forum renderam um artigo muito interessante, mas acho que faltou um detalhe que ao meu ver é fundamental no caso da pirataria no PC:
A perca do valor do jogo ao comprar via distribuição digital ou como vem ocorrendo em muitos jogos, obrigar atrelar o jogo a uma conta de serviços online, como no Call of Duty MW2.
Isso pelo menos no meu ponto de vista gera algo muito ruim para o mercado, já que ao comprar um jogo tu ganha direito a uma licença de uso, e direito de que teu dinheiro é trocado por algo sem valor, já que não pode ser negociado posteriormente.
Muitos jogos vem tendo que fazer cadastros, seja no Steam, seja na conta do server da produtora (como EA) e nos contratos todos dizem, proibida a venda... ou pior no caso do steam, atrelando varios jogos a uma única conta que posteriormente não permite a remoção do jogo para revenda.
Se com isso eles querem que realmente não haja mais mercado informal da venda de usados, deveriam pelo menos baixar em pelo menos 50% valor do produto, já que tu ao comprar ele, tu não compra, tu ganha direito de usar imprestado.
Antes que venham os maçaswtf da vida, sei que sempre comprou-se é licença de uso, mas da forma que a mesma é hoje, isso simplesmente é um abuso em cima do consumidor, afinal, quando quer revender algo comprado, tu vende a tua licença e não é como vender uma copia pirata baixada da net.
Acho que um dos fatores que cada vez mais fazem pirataria no PC ser forte, não é só a facilidade de como conseguir, mas sim essas politicas que cada vez tornam usuário em um idiota que jogou 50$ fora.
Antes que falem das promoções, acho mais normal do mundo, jogo com 1 ano de vida, seja vendido pelo menos na metade do valor de retail, menos que isso geralmente é em jogo que nunca vendeu bem mesmo ou iniciativas como da Valve em popularizar e divulgar seus jogos (casos, dos jogos da valve sendo vendidos a preços realmente baixos) .
Prova de quando um jogo vende bem a produtora pouco se lixa para os clientes, é COD MW2, que simplesmente tem preço de retail num download e não terá promoção ou baixa de preço, prova é que MW1 só foi ter redução de preço quando o MW2 foi lançado.
Além disso tudo, existe uma outra coisa..
qd vc compra jogo na loja por 100 pratas, 99, 89, 120, 149 etc. vc esta pagando a caixa, a embalagem, a midia, a impressao do manual, etc.. entao as vezes ate pode ser justo...
dai pela LOGICA, os jogos comprados online, seja steam, d2d, etc, deveriam seguir isso, e assim ABATER o custo dessas coisas no preço do game.. na pior hipotese se o jogo custa 50 dolares nas lojas, no steam deveria ser uns 30 e olhe lá..
so que nada disso acontece.. -
Fala galera, não tenho costume de postar no forum, porém o assunto me chamou a atenção.
Como trabalho em uma empresa do meio gostaria de deixar tambem minha opinião.
Muitos estão falando sobre se um jogo hoje seja PC ou seja console custasse - 50% todos ou a grande maioria compraria jogos originais.
Acho que é uma visão errada por a culpa nas empresas produtoras ou distribuidoras.
Vejamos os casos dos jogos para console:
Impostos legais para se trazer um Jogo (XBOX 360, PS3 ou Wii) são aproximadamente: 85%.
Seguindo então: Se um jogo de console custar US$ 50, somente com o custo de impostos ele passaria para: US$ 92.50
Adicionamos então o Custo de Importação (logistica) que gira em torno de 4 a 5%: total: US$ 96.20
Vamos adicionar a manufatura pois o jogo não vai direto para as lojas existem vendedores, promotores etc. Isso gira em torno de 4 a 5% tambem: total: US$ 101.01
Somente com esses gastos, digamos que magicamente os consumidores saibam que o jogo existe ele estaria no preço de U$ 101.01 mas ainda assim existem os gastos com Marketing etc. que varia de acordo com o título a ser lançado.
Pois então estamos falando em 100% de aumento somente para trazer o produto para nosso país.Lembrem-se que para enviar o dinheiro arrecadado aqui no brasil para fora ainda é pago um valor em torno de 25 a 30% por vias legais claro.
Estamos falando de impostos e custos que não existem nos EUA ou Europa (de um modo geral).
Será que temos o direito de exigir que os fabricantes percam dinheiro para "contentar" nosso mercado?
O que fazemos para inibir a pirataria?
O que fazemos para diminuir os impostos?
Nada?
Quais de nós (me incluo também) que postaram acima já tomaram alguma providencia sobre isso?
Talvez nao devessemos reclamar de um sistema de proteção intelectual, mas sim dos impostos que pagamos.
A nova proteção é apenas mais um meio de tentar diminuir a pirataria e não de acabá-la.
Obs.: Antes de me agredirem não sou a favor dos preços ou politicas e proteções apenas acho que devemos olhar de todos os angulos.
Abs, -
Como já foi dito, a melhor mane de diminuir pelo menos por aqui que tem um número muito alto. Com certeza é o governo diminuir o altissimo imposto que incarresse tudo por aqui. Vejo isso em vários setores, por isso compro pirata não para ajudar ou porque é o melhor jeito. É o único jeito da maioria da população ter algo nesse país, vejo o exemplo do New Honda Civic. Feito aqui e vendindo por menos da metade no México, sendo que o modelo completo aqui é o básico por lá ¬¬
Como pode algo feito aqui ser mas barato fora??? Uma vergonha mesmo =/ -
minha opinião sobre a pirataria mudou recentemente
já pirateei muito, e sigo pirateando, mas aprendi tanto a reconhecer o valor dos games comprados como também aprendi a não cair mais no conto dos R$99,90. citarei dois casos que vivi nos últimos meses:
ganhei um troco de natal, resolvi investir num jogo que sem dúvidas mereceria o meu dimdim: street fighter IV. comprei na loja, abri a caixa, pus o cd no drive, e nada. defeito da mídia? não, rodou no notebook. o problema estava no securom, que implicou com meu pc. sabem como eu consegui instala ro jogo? pus no drive do notebook, ativei o compartilhamento, instalei no pc principal via ethernet. na hora de rodar o jogo, dizia que o cd não estava inserido. e eu com o cd original! solução? baixar um crack. jogo street fighter feliz da vida, mas FUI OBRIGADO A PIRATEAR UM JOGO PELO QUAL EU PAGUEI. NÃO EXISTE ABSURDO MAIOR QUE ESSE.
aí fiquei de olho no mw2. como o jogo de pc foi muito sacaneado pela desenvolvedora, é questão de honra não comprar o jogo. decidi baixá-lo. levou meses. finalmente, instalei e terminei o jogo em 3 sentadas. imagina se eu tivesse pago 160 mangos por um jogo de 6 horas com multiplayer zuado? só que a versão capitão gancho me presenteou com um vírus e acabou com meu pc, tô recuperando ele até hoje...
moral da história: quem pirateia se dá mal, mas quem compra original se f0de igual...
já que vou me dar mal de qualquer jeito, prefiro não gastar e não dar dinheiro pra vagabundo da capcom, activision e afins
não é que eu queira incentivar a pirataria, mas acho muito injusto crucificarem quem baixa games sem que haja uma crítica contra essas empresas *** que não estão minimamente preocupadas com o freguês... pirataria criminosa, pra mim, é baixar o game e vender no camelô. aí sim você está ganhando dinheiro com o trabalho dos outros.
nos casos que descrevi, não sei o que é pior: gastar com um game e ter de pirateá-lo para poder jogá-lo, ou me jogar no inferninho da internet e sair contaminado....
pra não dizer que são todos safados, basta pensar na compra do bioshock. o jogo não tem multiplayer, e poderia ser pirateado sem grandes prejuízos. mas eu comprei, e ele vem com uma caixinha animal e todas as indicações de que o produto "vale o quanto pesa". desse eu não me arrependo. -
Como baratear os jogos galera? A produção de jogos esta cada vez mais cara e não sendo blockbuster o valor gasto na produção p-ode nem ser pago totalmente.
O que eu acho que deveria acontecer de agora pra frente o seguinte.
TODOS OS JOGOS serem divididos em 5 episodios ou modulos. quem comprar o jogo inteiro paga U$50,00 e quem comprar o episodio U$20 pelo primeiro, U$15 pelo segundo, U$10 pelo terceiro, U$10 pelo quarto e U$10 pelo quinto.
acho seguinte drm é sacanagem? é jogar de graça tbm. -
 Postado originalmente por Pyxis Fala galera, não tenho costume de postar no forum, porém o assunto me chamou a atenção.
Como trabalho em uma empresa do meio gostaria de deixar tambem minha opinião.
Muitos estão falando sobre se um jogo hoje seja PC ou seja console custasse - 50% todos ou a grande maioria compraria jogos originais.
Acho que é uma visão errada por a culpa nas empresas produtoras ou distribuidoras.
Vejamos os casos dos jogos para console:
Impostos legais para se trazer um Jogo (XBOX 360, PS3 ou Wii) são aproximadamente: 85%.
Seguindo então: Se um jogo de console custar US$ 50, somente com o custo de impostos ele passaria para: US$ 92.50
Adicionamos então o Custo de Importação (logistica) que gira em torno de 4 a 5%: total: US$ 96.20
Vamos adicionar a manufatura pois o jogo não vai direto para as lojas existem vendedores, promotores etc. Isso gira em torno de 4 a 5% tambem: total: US$ 101.01
Somente com esses gastos, digamos que magicamente os consumidores saibam que o jogo existe ele estaria no preço de U$ 101.01 mas ainda assim existem os gastos com Marketing etc. que varia de acordo com o título a ser lançado.
Pois então estamos falando em 100% de aumento somente para trazer o produto para nosso país.Lembrem-se que para enviar o dinheiro arrecadado aqui no brasil para fora ainda é pago um valor em torno de 25 a 30% por vias legais claro.
Estamos falando de impostos e custos que não existem nos EUA ou Europa (de um modo geral).
Será que temos o direito de exigir que os fabricantes percam dinheiro para "contentar" nosso mercado?
O que fazemos para inibir a pirataria?
O que fazemos para diminuir os impostos?
Nada?
Quais de nós (me incluo também) que postaram acima já tomaram alguma providencia sobre isso?
Talvez nao devessemos reclamar de um sistema de proteção intelectual, mas sim dos impostos que pagamos.
A nova proteção é apenas mais um meio de tentar diminuir a pirataria e não de acabá-la.
Obs.: Antes de me agredirem não sou a favor dos preços ou politicas e proteções apenas acho que devemos olhar de todos os angulos.
Abs, Nao adianta se dar ao trabalho cara.
Enquanto nego se achar no direito de consumir gratuitamente e colocar preço em um produto que não é deles nada disso vai mudar.
Sabe aquela visão simploria e ignorante de '" ze povinho" que acha que todo empresario lucra absurdos, anda de iate e nao trabalha e que os funcionarios sao tudo uns cpoitadinhos? é mais ou menos a mesma coisa.
Ninguem reclama de pagar caro em hardware... quanto nos nao vemos aqui de gente pagandonum celular Mpmendigo 11 de 400R$ , ou comprando um kit Intel I7 e 5970 e reclamam de pagar 400R$ em um windows que vai durar anos?
Pirataria não tem mais o que discutir. tem que fazer como ja esta acontecendo la fora.
Compartilhou na internet ou coisa do tipo? cana e multa astronomica. -
Off: Impressão minha ou eu vou ter que aprender a ler de novo? Nossa, teve uns 3 ou 4 posts que eu tive que olhar umas 2 ou 3 vezes pra entender... 
Na minha opinião, o cenário perfeito, tanto pras distribuidoras como pros usuários, seria a aquisição online do software. De TODOS os softwares. Como o amigo Pyxis disse, metade do que a gente paga é imposto. Quer ir na loja e comprar o programa bonitinho na caixinha? Pague a mais por isso. Eu não tenho experiência alguma com consoles (pois sou micreiro), mas comprar um jogo pra PC pela internet é MUITO negócio. Pou gente, eu adquiri o Burnout Paradise (que ainda é um baita jogo) por 10 doletas no Steam! Gente, 20 pilas! Arredondando pra cima! 
Eu entendo que esse cenário é um tanto utópico. Computador ainda não é sinônimo de internet, e tem muita gente que ainda usa internet discada (já imaginou baixar 10 Gigas a 56 k?). 
Eu sinceramente acho que os jogos NÃO são caros, mas os impostos é que avacalham com a vida do cidadão. Isso depende do país em que ele vive. Será que os estado-unidenses também reclamam do preço dos jogos? Na minha leiga visão, não.
Agora. Existe MUITA empresa pilantra. EA, por exemplo. O último jogo que eu comprei dela (e me arrependi amargamente -ao estilo: o banco central lançar notas de um centavo, feitas especialmente pra mim, pra eu poder ter o gostinho amargo de queimar todos os 100 reais que eu gastei do jeito mais demorado possível) foi o NFS Carbon. JESUS. QUE LIXO! Depois dessa, eu nunca mais comprei qualquer jogo sem testar o demo primeiro. E quando o jogo não tem demo, eu peço informação pra algum amigo. Mas, enfim, o principal problema NÃO FOI eu não ter gostado do jogo, e sim o EPIC FAIL que a EA fez. Diz ela que, devido a algum erro esfarrapado, alguns carros foram, sem querer querendo, encriptografados, impedindo assim que o jogo acessasse eles. E não é que ela lançou um patch pra resolver o problema? Pô, que bom né... fizeram a caca mas pelo menos limparam. Detalhe: O PATCH ERA PAGO! 
Vocês já viram quantos estúdios bons essa empresinha bodega já fechou? Me dá nojo isso... compra a fabricante menor e depois dá um fim nela... 
Outro exemplo? Simbin. Era humilde na época que era só um grupo de modders. Ficou grande, se tornou arrogante. GTR2 , GT Legends, WTCC The Game, RACE 07, GTR EVO, STCC e Race On: Tudo o mesmo jogo! É engraçado eu instalar o Race On e ver que o executável se chama Race07.exe!!! Eles são tão mesquinhos que nem atualizaram a engine pra lançar o Race On!!! 
Então, se as empresas reclamam da pirataria, que pelo menos sejam justas com os usuários. Eu sinceramente quero que algumas delas se explodam. Há um ditado de onde eu venho: Respeite pra ser respeitado. 
Quanto à questão dos softwares de proteção, eu acho que o ideal é não ter. Um sistema que eu acho realmente bacana é o do Steam. O amigo DHX falou que, uma vez atrelado a uma conta, o jogo não pode ser revendido. Pra esse problema existe uma solução bem simples: Criar uma conta pra cada jogo! Quer vender o jogo? Venda a conta! É assim que eu faço aqui. Orange Box, conta A. Burnout Paradise, conta B, Unreal Tornment 3, conta C. L4D2, conta D. E por aí vai. E o bom desse sistema é que eu não preciso de nenhuma mídia pra jogar os meus jogos! É só ter internet no local que eu tou e voilà. E mesmo quando eu não tenho acesso à web, eu uso a mídia. Half-Life 2, por exemplo. Eu fiz a primeira instalação via CDs. A última foi via net. E sabem do melhor? Usei a CD-Key da primeira instalação.
Mas fica aí a dica. i5 750 @ Stock w/ C6 (Energy Saving), CM Hyper 212 + | P7P55D LE | Patriot 2x 2 GB DDR³ 1600 @ 1333 MHz 1.5 V DC | HD120IJ 120 GB, 3x ST3500418AS 500 GB RAID 0, ST3500320AS 500 GB | SH-223C DVD-RW | SAPPHIRE HD4850 1 Slot BBA | ST-550P-AG | V3 Black Edition | SyncMaster 510n 1024x768 | CM Xport 251 eSATA, HM500JI 500 GB (~70 MB/s) DE LL Inspiron 15R N5010 | i5 460M | 2x 2 GB DDR³ 1333 MHz | HM321HI 320 GB_ I trust ME -
Eu não concordo com nenhum sistema de proteção lançado até hoje, pois como todos sabem só prejudicou quem compra o original. Só faria sentido um sistema desses se realmente fosse efetivo.
Quanto à solução para o fim da pirataria, não me arrisco em dizer qual é a solução. Acho que esse é um assunto que já é discutido por muitos especialistas do setor sem sucesso, então não sou eu, com alguns minutos e poucas palavras em um fórum que vou resolver esse problema. Digo isso porque vejo muitos dizer que a solução é simples, basta baixar os preços que vende mais. Mas será que isso funcionaria? Como ter certeza? E outra, para mim a errada não é a empresa que não baixa os preços e sim os que pirateiam.
Seria muito mais útil passarmos a criticar os que pirateiam do que a empresa, que está agindo dentro de seu direito de cobrar pelo seu produto. Quem sabe assim não mudamos a cultura do Brasil de que quem leva vantagem é esperto e que faz o certo é trouxa.
Não estou jugando quem baixa jogos, porque eu mesmo já baixei muito, por falta de grana, mas sempre que pude e agora com o STEAM, eu compro.
Enfim, eu penso diferente, penso que se a pirataria não fosse tanta, talvez assim as empresas pudessem ir abaixando os preços, assim como acontece com um aparato tecnológico novo: no começo é caro, depois com a popularização os preços caem. Intel Core i7 930@3.6Ghz 1.125V (Swiftech Apoge XT) | SLI EVGA GTX 480 Hydro Copper FTW@850&1700&2200 1.125V | Mobo ASUS P6TD Deluxe | Memo Corsair Dominator DDR3 3x2GB 1600Mhz (TR3X6G1600C7D) | RAID 0 2x HD SEAGATE Barracuda 7200.11 500GB 16mb | Fonte Corsair Gold AX1200 | NVidia Stereoscopic 3D | Gabinete Cooler Master HAF932 | Logitech G9 & G13 & G19 & G35 & X-530 | Creative X-Fi Titanium Fatality Champion | TV Samsung 40" C7000 LED 3D -
 Postado originalmente por Mchawk O amigo DHX falou que, uma vez atrelado a uma conta, o jogo não pode ser revendido. Pra esse problema existe uma solução bem simples: Criar uma conta pra cada jogo! Quer vender o jogo? Venda a conta! É assim que eu faço aqui. Orange Box, conta A. Burnout Paradise, conta B, Unreal Tornment 3, conta C. L4D2, conta D. E por aí vai. E o bom desse sistema é que eu não preciso de nenhuma mídia pra jogar os meus jogos! É só ter internet no local que eu tou e voilà. E mesmo quando eu não tenho acesso à web, eu uso a mídia. Half-Life 2, por exemplo. Eu fiz a primeira instalação via CDs. A última foi via net. E sabem do melhor? Usei a CD-Key da primeira instalação.
Mas fica aí a dica. 
Eu faço isso, tenho umas 4~5 contas.
Mas vejo que tu não leu o contrato que Steam te obriga aceitar né ?
Ali revenda de contas é "crime" fere o contrato de licença de software, quer dizer se a Steam achar que tu vendeu a conta, ela pode simplesmente bloquear a mesma e dizer que a culpa é sua e ponto final.
Eu mesmo fui vitima, porque essa empresa colocou uma trava no meu cartão de crédito, todos jogos que quero comprar, tenho que abrir ticket no Steam, PARA PODER PAGAR, senão não consigo concluir a conta!
O chico darktronic aqui do forum, viu a epopéia que fiz para poder enviar umas gifts para ele.
Simplesmente respostas roboticas nonsense.
Fora a mania de desativar contas que steam tem. GamerTag: dhx666
Steam: nicodutra Suporte os consumidores: Não compre DLC de algo que já deveria estar incluso no jogo! -
 Postado originalmente por DHX Eu faço isso, tenho umas 4~5 contas.
Mas vejo que tu não leu o contrato que Steam te obriga aceitar né ?
Ali revenda de contas é "crime" fere o contrato de licença de software, quer dizer se a Steam achar que tu vendeu a conta, ela pode simplesmente bloquear a mesma e dizer que a culpa é sua e ponto final.
Eu mesmo fui vitima, porque essa empresa colocou uma trava no meu cartão de crédito, todos jogos que quero comprar, tenho que abrir ticket no Steam, PARA PODER PAGAR, senão não consigo concluir a conta!
O chico darktronic aqui do forum, viu a epopéia que fiz para poder enviar umas gifts para ele.
Simplesmente respostas roboticas nonsense.
Fora a mania de desativar contas que steam tem. Sinceramente não li mesmo... 
Espero não ter a mesma "sorte"... mas é uma bobagem isso não? i5 750 @ Stock w/ C6 (Energy Saving), CM Hyper 212 + | P7P55D LE | Patriot 2x 2 GB DDR³ 1600 @ 1333 MHz 1.5 V DC | HD120IJ 120 GB, 3x ST3500418AS 500 GB RAID 0, ST3500320AS 500 GB | SH-223C DVD-RW | SAPPHIRE HD4850 1 Slot BBA | ST-550P-AG | V3 Black Edition | SyncMaster 510n 1024x768 | CM Xport 251 eSATA, HM500JI 500 GB (~70 MB/s) DE LL Inspiron 15R N5010 | i5 460M | 2x 2 GB DDR³ 1333 MHz | HM321HI 320 GB_ I trust ME -
Comentários típicos de um pc gamer. Eu sou pc gamer, mas não vejo como justificar a opção pelos pcs, quando consoles dão muito mais dinheiro e são muito melhores para desenvolver.
Ainda sem ler os comentários dos outros usuários, quero deixar os meus:
1) Esse sistema de proteção com ativação e permanência online já existe há anos, de forma quase igual, e se chama STEAM. No caso do Steam, vc pode até jogar em modo offline, contanto que vc se lembre de optar por isso ANTES de ficar offline. Caso você se depare com falta de conexão, não vai conseguir ir pro modo offline e ai, adeus à maioria dos jogos instalados (alguns jogos ainda aceitam serem ativados diretamente, e alguns outros ainda são possíveis de serem crackeados).
2) O preço dos games para pc aumenta porque o mercado aceita. No caso de Call of Duty MW2, a venda foi maciça, mesmo com o preço nas alturas.
3) O mercado atual de pcs não interessa mais às produtoras. Consoles tem mercado maior, pagam melhor, exigem menos dos desenvolvedores, e são praticamente imunes à pirataria. A maior vantagem do pc, que era o aspecto Multiplayer, deixou de ser exclusividade faz tempo. Portanto, não há porque facilitar a vida do pc gamer.
Se eu olhar pro mercado como consumidor, posso até me indignar, mas pensando pelo lado das empresas, sou obrigado a concordar com elas.
São elas que criam os games, são elas que nos dão a chance de usufruir dessa diversão, e fazem isso pelo lucro.
As leis nunca foram feitas para os maus, mas para os bons. Bandido não vive sob as leis, gente do bem vive. O mundo real real chegou ao virtual, isso já não era sem tempo.
Bem vindo à realidade. -
Por que, ao invés de aumentarem os preços e colocarem proteções absurdas, as empresas não baixam os preços dos games, tornando-os mais acessíveis para todo mundo. esta e a unica saida. mas se depender das empressas nunca vai acontecer. AMD 965 BE , HD 6950, ECS A790GXM-AD3, 2x2 2 GB ddr 3, Corsair TX 750w, TV Lcd Philco 24" Full HD, Logitech Driving Force GT, Controle Usb Pc Xbox 360, hd 500/80, Gabinete Blue Eye, Sevem 64. (Se não pode comprar o melhor que existe, então compre o melhor que seu dinheiro pode pagar) -
Nao vamo culpar APENAS os preços, né galera... Se fosse assim, jogos baratos, de 5 ou 10 dólares nao seriam pirateados... O preço influi muito, mas nao é o único causador da pirataria. O fato é que o pirata é de graça mesmo, e qualquer coisa acima disso já é caro! Quantas pessoas já foram chamadas de bestas, burros ou idiotas por comprar um jogo que poderia ser baixado de graça, mesmo que esse jogo tenha sido barato? Eu, particularmente, só compro jogo original se tiver um motivo pra isso, tipo um multiplayer, por exemplo, e acho que essa seria a melhor saida para diminuir o problema: Nos dar um bom motivo para comprar. Qual a graça de ter um L4D no pc pra jogar só? Invista no multiplayer, crie alternativas que estimulem a compra do original, afinal, como o proprio Djlosada deixou claro em certos pontos do artigo, esses DRM´s da vida só prejudcam os usuários legais. Quem pega pirata nao tá nem aí pra essas coisas. Por favor, se me encontrar online, me mande estudar. Obrigado!!
Emma come first. Den I come. Two asses, dey come together. I come again. Two asses, dey come together again. I come again and pee twice. Then I come once-a more
And That´s how you spell "Mississippi"   -
 Postado originalmente por Maçãetílica Nao adianta se dar ao trabalho cara.
Enquanto nego se achar no direito de consumir gratuitamente e colocar preço em um produto que não é deles nada disso vai mudar.
Sabe aquela visão simploria e ignorante de '" ze povinho" que acha que todo empresario lucra absurdos, anda de iate e nao trabalha e que os funcionarios sao tudo uns cpoitadinhos? é mais ou menos a mesma coisa.
Ninguem reclama de pagar caro em hardware... quanto nos nao vemos aqui de gente pagandonum celular Mpmendigo 11 de 400R$ , ou comprando um kit Intel I7 e 5970 e reclamam de pagar 400R$ em um windows que vai durar anos?
Pirataria não tem mais o que discutir. tem que fazer como ja esta acontecendo la fora.
Compartilhou na internet ou coisa do tipo? cana e multa astronomica. O que tem que deixar claro como a notícia deixou é sobre o termo pirataria , aquele indivíduo que obtém lucro de uma cópia ou seja, vende ou ganha lucro.Andei consultando a "Consultoria jurídica" sobre compartilhamento de arquivos utilizando computador e eles passaram a seguinte explicação para arquivos compartilhados...
Citação:
"por Manoel Almeida
Apesar de fazer parte do cotidiano dos brasileiros de todas as classes sociais, a pirataria ainda é fonte de muitos erros, tabus e mistificações. Confundem-se atividades tão distintas quanto a clonagem em larga escala de produtos patenteados, para comércio não autorizado, com a simples cópia doméstica desses mesmos produtos para compartilhamento entre particulares.
Divulga-se ser crime toda utilização de obra intelectual sem expressa autorização do titular num país onde até o presidente da República confessa fazer uso de cópias piratas. Comparam-se cidadãos de bem a saqueadores sanguinários do século 18.
Os delatores fundamentam-se, invariavelmente, no Título III do Código Penal Brasileiro, Dos Crimes Contra a Propriedade Imaterial, artigo 184, que trata da violação dos direitos de autor e os que lhe são conexos.
São comuns assertivas do tipo “é proibida a reprodução parcial ou integral desta obra”, “este material não pode ser publicado, transmitido, reescrito ou redistribuído”, “pirataria é crime”, “denuncie a falsificação”. É proibido, ainda, “editar”, “adicionar”, “reduzir”, “exibir ou difundir publicamente”, “emitir ou transmitir por radiodifusão, internet, televisão a cabo, ou qualquer outro meio de comunicação já existente, ou que venha a ser criado”, bem como, “trocar”, “emprestar” etc., sempre “conforme o artigo 184 do Código Penal Brasileiro”.
Não é esta, todavia, a verdadeira redação do artigo. Omitem a expressão “com intuito de lucro”, enfatizada pelo legislador em todos os parágrafos (grifou-se):
§ 1o Se a violação consistir em reprodução total ou parcial, com intuito de lucro direto ou indireto, por qualquer meio ou processo, de obra intelectual, interpretação, execução ou fonograma, sem autorização expressa do autor, do artista intérprete ou executante, do produtor, conforme o caso, ou de quem os represente: Pena – reclusão, de 2 (dois) a 4 (quatro) anos, e multa.
§ 2o Na mesma pena do § 1o incorre quem, com o intuito de lucro direto ou indireto, distribui, vende, expõe à venda, aluga, introduz no País, adquire, oculta, tem em depósito, original ou cópia de obra intelectual ou fonograma reproduzido com violação do direito de autor, do direito de artista intérprete ou executante ou do direito do produtor de fonograma, ou, ainda, aluga original ou cópia de obra intelectual ou fonograma, sem a expressa autorização dos titulares dos direitos ou de quem os represente.
§ 3o Se a violação consistir no oferecimento ao público, mediante cabo, fibra ótica, satélite, ondas ou qualquer outro sistema que permita ao usuário realizar a seleção da obra ou produção para recebê-la em um tempo e lugar previamente determinados por quem formula a demanda, com intuito de lucro, direto ou indireto, sem autorização expressa, conforme o caso, do autor, do artista intérprete ou executante, do produtor de fonograma, ou de quem os represente: Pena – reclusão, de 2 (dois) a 4 (quatro) anos, e multa.
§ 4o O disposto nos §§ 1o, 2o e 3o não se aplica quando se tratar de exceção ou limitação ao direito de autor ou os que lhe são conexos, em conformidade com o previsto na Lei nº 9.610, de 19 de fevereiro de 1998, nem a cópia de obra intelectual ou fonograma, em um só exemplar, para uso privado do copista, sem intuito de lucro direto ou indireto.
Tanto o objeto da lei é “o intuito de lucro”, e não simplesmente a cópia não autorizada, que CDs, VCDs, DVDs ou VHSs mesmo originais não poderão ser exibidos ao público sem autorização expressa do titular do direito.
Se o comércio clandestino (camelôs, estabelecimentos comerciais e sites que vendem cópias não autorizadas) é conduta ilegal, porém o mesmo não se pode afirmar sobre cópias para uso privado e o download gratuito colocado à disposição na internet. Só é passível de punição:
Se a violação consistir em reprodução total ou parcial, com intuito de lucro direto ou indireto, por qualquer meio ou processo, de obra intelectual, interpretação, execução ou fonograma, sem autorização expressa do autor, do artista intérprete ou executante, do produtor, conforme o caso, ou de quem os represente (art. 184, § 1º).
Contrario sensu, é permitida a cópia integral de obra intelectual, sem autorização do detentor do direito autoral, desde que não se vise lucro, seja direto, seja indireto, mas é proibida a cópia não autorizada, mesmo parcial, para fins lucrativos. Assim, não comete crime o indivíduo que compra discos e fitas “piratas”, ou faz cópia para uso próprio; ao passo que se o locador o fizer poderão configurar-se violação de direito autoral e concorrência desleal.
Pelo Princípio da Reserva Legal, segundo o qual não há crime sem lei anterior que o defina, nem pena sem prévia fixação legal[1], a cópia integral não constitui sequer contravenção. No Brasil, quem baixa arquivos pela internet ou adquire produtos piratas em lojas ou de vendedores ambulantes não comete qualquer ato ilícito, pois tais usuários e consumidores não têm intuito de lucro.
O parágrafo segundo do artigo supracitado reforça o caráter econômico do fato típico na cessão para terceiros:
§ 2º - Na mesma pena do § 1o incorre quem, com o intuito de lucro direto ou indireto, distribui, vende, expõe à venda, aluga, introduz no País, adquire, oculta, tem em depósito, original ou cópia de obra intelectual ou fonograma reproduzido com violação do direito de autor, do direito de artista intérprete ou executante ou do direito do produtor de fonograma, ou, ainda, aluga original ou cópia de obra intelectual ou fonograma, sem a expressa autorização dos titulares dos direitos ou de quem os represente.
E assim seguem os parágrafos subseqüentes. Todos repetem a expressão “com intuito de lucro direto e indireto”, expressão esta, como visto, que desaparece sempre que a lei é invocada na defesa dos interesses da Indústria.
Por conseguinte, mais coerente seria denominar-se pirata apenas as cópias feitas com intuito de lucro, direto ou indireto. Este último, diferentemente da interpretação apressada dos profanos no afã de imputar o consumidor, não é a economia obtida na compra de produtos ilegais. Ocorre lucro indireto, sim, quando gravações de shows são exibidas em lanchonetes e pizzarias, ou executa-se som ambiente em consultórios e clínicas, sem que tal reprodução, ainda que gratuita, fosse autorizada. A cópia não é vendida ou alugada ao consumidor, mas utilizada para promover um estabelecimento comercial ou agregar valor a uma marca ou produto[2].
A cópia adquirida por meios erroneamente considerados ilícitos para uso privado e sem intuito de lucro não pode ser considerada pirataria; sendo pirataria, então esta não é crime.
As campanhas anti-pirataria são cada vez mais intensas e agressivas e os meios de comunicação (muitos dos quais pertencentes aos mesmos grupos que detêm o monopólio sobre o comércio e distribuição de músicas e filmes) cumprem seu papel diário de manter a opinião pública desinformada.
Nenhum trecho de livro poderá ser reproduzido, transmitido ou arquivado em qualquer sistema ou banco de dados, sejam quais forem os meios empregados (eletrônicos, mecânicos, fotográficos, gravação ou quaisquer outros), salvo permissão por escrito, apregoam a Associação Brasileira de Direitos Reprográficos (ABDR) e as editoras. De fato, na quase totalidade das obras impressas, o leitor depara-se com avisos desse tipo:
Todos os direitos reservados, incluindo os de reprodução no todo ou em parte sob qualquer forma. Nenhuma parte desta obra poderá ser reproduzida ou transmitida por qualquer forma e/ou quaisquer meios sem permissão escrita da Editora.
Novamente, não é o que a legislação estabelece. O artigo 46 da Lei dos Direitos Autorais impõe limites ao direito de autor e permite a reprodução, de pequenos trechos, sem consentimento prévio. E o parágrafo quarto, acrescentado pela Lei n° 10.695 ao artigo 184 do Código Penal Brasileiro, autoriza expressamente a cópia integral de obras intelectuais, ficando dispensada, pois, a “expressa autorização do titular”:
Não constitui crime “quando se tratar de exceção ou limitação ao direito de autor ou os que lhe são conexos” nem “a cópia em um só exemplar, para uso privado do copista, sem intuito de lucro direto ou indireto”.
Ao mesmo tempo em que fatos são distorcidos, são omitidas as inúmeras vantagens de livros e revistas digitalizados, como seu baixo custo de produção e armazenamento, a enorme facilidade de consulta que o formato proporciona e seus benefícios ecológicos.
Seguindo a cartilha da administração Bush, órgãos como a Federação dos Editores de Videograma (Fevip) e o Conselho Nacional de Combate à Pirataria (CNCP) foram ainda mais longe ao associar todos os piratas às quadrilhas de crime organizado e ao terrorismo internacional. Também essas entidades ignoram, olvidam ou omitem que o lucro seja fator determinante para tipificação da conduta ilícita.[3]
O ápice, até o momento, dessa verdadeira Cruzada antipirataria foi atingido com a campanha mundial da Associação de Defesa da Propriedade Intelectual (Adepi) divulgada maciçamente nas salas de cinema, fitas e DVDs (inclusive “piratas”). Embalado por uma trilha sonora agitada, o video clip intercala diversas cenas de furto com as seguintes legendas: “Você não roubaria um carro”. “Você não roubaria uma bolsa”. “Você não roubaria um celular”. Sempre inquieta, a câmera flagra diversos furtos simulados, finalizando com atores furtando uma locadora e comprando filmes de um camelô, imagens que antecedem a acintosa pergunta: “Por que você roubaria um filme?”. O silogismo é barato e a conclusão, estapafúrdia: “Comprar filme pirata é roubar. Roubar é crime. Pirataria é crime!”.
Repita-se: comprar filme pirata é conduta atípica. E mesmo se fosse crime, não seria “roubo”. As cenas da própria campanha, conforme dito, são simulações pífias de furtos, não de roubos. Na definição do Código Penal Brasileiro, em seu artigo 157, roubar é subtrair coisa móvel alheia, para si ou para outrem, mediante grave ameaça, violência ou outro meio que reduza a possibilidade de resistência da vítima.[4]
A premissa “comprar filme pirata é roubar” é despida de qualquer sentido e de fundamentação legal, tratando-se de propaganda falsa, caluniosa e abusiva, sujeita a sanções do Conar[5] e persecução criminal. Veja-se os arts. 138 e 37 do Código Penal e do Código de Proteção e Defesa do Consumidor, respectivamente:
Calúnia: Art. 138 - Caluniar alguém, imputando-lhe falsamente fato definido como crime: pena - detenção, de seis meses a dois anos, e multa. § 1º - Na mesma pena incorre quem, sabendo falsa a imputação, a propala ou divulga.
Art. 37 - É proibida toda publicidade enganosa ou abusiva. § 1° É enganosa qualquer modalidade de informação ou comunicação de caráter publicitário, inteira ou parcialmente falsa.
Portanto, se houver crime é o perpetrado pela abominável campanha, que por sua vez vem somar-se a outros embustes, como o criado pela União Brasileira de Vídeo (UBV), de que produtos piratas danificariam os aparelhos, quando na verdade quem os danifica é a própria indústria ao instalar códigos de segurança que tentam impedir cópias.
Além de travas como a video guard, instaladas pelos titulares do direito de reprodução dito “exclusivo”, manifestamente danificarem a integridade física dos aparelhos, afrontam o art. 184 supracitado. Quem adquire um produto tem o direito de fazer uma cópia de segurança (backup), até porque ainda não se sabe qual a vida útil desses produtos.[6] Os fabricantes que, sob qualquer pretexto, obstam o exercício desse direito cometem ato ilícito.
Ademais, se quem compra produtos piratas estaria sendo “enganado”, “lesado”, é vítima, não “ladrão”. E se gravações de discos e fitas caseiros de fato provocassem danos, os mesmos seriam causados pelas mídias virgens legalmente vendidas pelas gigantes Sony, Basf, Samsung, Philips etc. e utilizadas pela população, nela incluídos os “piratas”.
Na guerra contra os piratas vale tudo: intimidação, propaganda agressiva e incitação a delações, táticas coercitivas típicas de regimes autoritários. Outro episódio audacioso, senão ilegal, foi recentemente protagonizado pela maior empresa de softwares do mundo, que em 2005 lançou o WGA, sigla para Windows Genuine Advantage, programa que monitora a autenticidade do sistema operacional Windows.
Por esse sistema de checagem de veracidade via internet, a Microsoft entra no computador do usuário, coleta informações como quem produziu a máquina, o número de série do disco rígido e a identificação do sistema Windows. Se a cópia do Windows for ilegal, o usuário passa a receber alertas diários, sempre que liga sua máquina. Assim, a empresa faz um check up diário de suas máquinas. Essa abertura de comunicações tem alarmado os usuários, que dizem ser uma quebra nos padrões de privacidade e confiança. O assessor de mídia da Microsoft, Jim Desler, insiste que checagem de pirataria não é espionagem.[7]
Se isso não é espionagem, o que é espionagem, então? O WGA não é outra coisa senão um spyware, programas que se instalam no computador a fim de coletar dados do usuário, como senhas e arquivos. Não à toa, o fabricante responde a ações federais nos EUA, acusado de violar leis de software.
O compartilhamento de arquivos entre internautas, sem fins lucrativos, ainda não é crime no Brasil, mas pode vir a se tornar, dados o poderoso lobby e as pressões políticas e econômicas internacionais, principalmente dos EUA e Reino Unido, onde usuários já são julgados por downloads não autorizados.
No Brasil, anualmente, a pirataria causaria prejuízo aos cofres públicos na ordem de R$ 160 bilhões[8], e a União dos Fiscais da Receita (Unafisco) calcula que o fim da pirataria representaria a criação de até 2 milhões de empregos no país. Não se sabe a metodologia adotada e que permitiu chegar-se a esses resultados. Afinal, a base de cálculo é o que o comércio ilegal arrecada ou o preço do produto original cuja venda teria sido prejudicada? Ora, o simples fato de um comprador optar por um produto inferior não significa que ele pagaria dez vezes mais pela marca original, caso não tivesse opção. Portanto, o que os piratas lucram não é necessariamente o que a indústria perde. Os respectivos públicos são de classes bem distintas.
Mas se depender de entidades como a Adepi, em breve o desavisado que exercer sua liberdade de escolher um produto acessível poderá ser preso em flagrante, acusado de receptação, simplesmente por usar a imitação de alguma grife famosa ou por vestir a réplica da camisa oficial de seu clube preferido.
Mas em que pesem as falsificações de ambas as partes, é inegável a necessidade de tutela dos direitos autorais. São evidentes, entre outros, tanto o dano causado pela usurpação de um nome em cópias de má qualidade quanto o que sofre o autor cuja obra é fielmente reproduzida, mas sem que lhe seja dado o devido crédito.
A verdadeira pirataria moderna, enfim, precisa mesmo ser combatida. Mas que o seja dentro dos limites éticos e legais. O download gratuito de livros virtuais nada mais é que uma nova versão do sagrado, universal — e lícito — empréstimo de livros e revistas, de forma mais rápida, econômica e segura, multiplicando exponencial e democraticamente o acesso à cultura e a difusão do conhecimento.
É princípio fundamental no direito que o interesse público ou social deva prevalecer sobre o interesse particular. E, de resto, a propriedade, intelectual inclusive, “deve cumprir sua função social” (art. 5°, XXIII, da Constituição da República).
[1] O princípio “nullum crimen nulla poena sine lege” é cláusula pétrea da nossa Constituição (art. 5°, inciso XXXIX; c/c o § 4º, inciso IV, do art. 60) e fundamento do Código Penal Brasileiro (art. 1°).
[2] O lucro indireto também é bastante comum no comércio de computadores. O empresário incrementa suas vendas instalando programas sem a devida licença do fabricante. Essa instalação não tem qualquer ônus para o cliente, mas sem dúvida ajuda a empresa na conclusão dos negócios.
[3] Na verdade, o comércio não é fator determinante. Basta o intuito (o dolo), independentemente de lucro.
[4] Simplificou-se a redação original do artigo porque, além de pouco fluente, apresenta uma ambigüidade no verbo haver: “Subtrair coisa móvel alheia, para si ou para outrem, mediante grave ameaça ou violência a pessoa, ou depois de havê-la, por qualquer meio, reduzido à impossibilidade de resistência”. O pronome oblíquo pode se referir tanto à pessoa quanto à coisa móvel.
[5] Conselho Nacional de Auto-Regulamentação Publicitária. “Organização não-governamental que visa impedir que a publicidade enganosa ou abusiva cause constrangimento ao consumidor ou a empresas.”
[6] “O prazo de validade do disco DVD é indeterminado desde que observados os seguintes cuidados: Armazenar em local seco, livre de poeira, não expor ao sol, não riscar, não dobrar, não engordurar, não manter a uma temperatura superior a 55ºC, ou umidade acima de 60gr/m3 e segurar o disco pela lateral e furo central.”
[7] Revista Consultor Jurídico.
[8] Segundo o relatório final da CPI da Pirataria
Revista Consultor Jurídico, 20 de agosto de 2007
Fonte:
CONTINUA NO SEGUINTE LINK .................... http://www.conjur.com.br/2007-ago-20...vado_nao_crime
Fecha citação!
Abraços! -
Mais uma vez is crackers vão se deliciar para fazer o sistema de proteção ser enganado e mais uma vez a pirataria vai aumentar. Será mesmo que isso tudo vale à pena para frear a pirataria. Bom, na minha opnião não vale de nada. Eu que trabalho para sustentar minhas diversões no computador já sem muito tempo, uma vez que trabalho e estudo tenho comprado um jogo apenas por ano, o preço aqui em solo tupiniquin esta cada vez mais abusivo, o ultimo jogo que comprei foi Prototype e só comprei porque pude parcelar. Eu desisti de jogos piratas pelo fato de ser um saco cada vez maior cracker, sem contar as dificuldades de rodar os cracks nos sistemas 64 bits... Bom, mas voltando ao assunto da coluna, do meu ponto de vista o que esta sendo levando em conta pelos desenvolvedores não são os que compram os jogos e gostam das caixas nas prateleiras, e sim os que baixam, mas eles ainda não perceberam que para os que baixam isso de nada vale, pois tem sempre um cracker para aplicar a engenharia reversa e quebrar os bloqueios. E são equipes da crackers, vemos ai pela internet seus foruns e sites com por exemplo "RAZOR" quem nunca ouviu falar neles, bom, eles são os mestres do desbloqueio, eu mesmo que gosto de comprar jogos já fiz uso de cracks deles pelo simples fato de poder jogar sem o CD no Driver. É o que aconteceu quando eu comprei GRID, eu estava sem Driver de DVD no meu pc na época, peguei então emprestado com um amigo, instalei e depois usei um crack para poder jogar sem o DVD. Bom, isso foi uma solução, mas muitos fazem uso destes cracks destinados à "quem compra" para jogar jogos baixados (pirateados). Do ponto de vista do colunista e do meu acho que realmente essa é um tiro no coração, mais um salto de costas do que um avanço contra a pirataria. Porque não investir em software distribuido pela internet podendo assim cortar os custos com a produção de mídias e dessa forma com valores mais baixos. Porque não investir em mercados emergentes como o Brasil para a disseminação de jogos com preços acessíveis. Isso sim combateria a pirataria... --
Desktop: EVGA nForce 750i Sli FTW 175 | 4GB Corsair Dominator 1066Mhz (2x 2GB) | 1TB Seagate (2x 500G Raid 0) | DVD-RW PIONNER 212D SATA | Core 2 Quad Q6600 2.4Ghz | Corsair TX750W CMPSU-750TX | Cooler Master CM 690 II Advanced | ZOTAC nVidia GTX 260² 896/448 | Samsung 2232BW 22" | Windows 7 Ultimate 64-Bit Notebook: Dell Latitude 5420 | Core i5 2520M @ 2,50Mhz | 250GB Samsung | 4GB DDR3 | Intel HD Graphics 3000 | Windows XP Professional Console 1: XBox 360S | 250GB | 512MB GDDR3 | Custom ATI 10MB DRAM 500Mhz | Custom IBM (3 Core) | High Definition Support | XBox Live Gametag: GugaJedi Console 2: PS3 Slim | 320GB | 256MB GDDR3 | nVidia RSX DRAM 550Mhz | IBM Cell Broadband Engine (8 core) | Blu-ray | PSN user: GugaJedi "gostou? então clica em: "Qualificar Post" -
Eu tenho certeza que o fato de ainda estarem investindo nesse lance de anti-pirataria é justamente para não deixar explícita a frase: "Ok, nós perdemos, não podemos competir com os crackers". É ridiculo ver que sempre tentam algo, e sempre esse algo é quebrado.
Penso como o user Jabubu, o certo é não ter forma de proteção, e utilizar o bom e velho sistema de serial. Pois até sistema em que é preciso autenticar a cópia de forma online os caras conseguem burlar.
Para se quebrar um programa, basta utilizar engenharia reversa. Simplismente a empresa cria algo, e os crackers modificam, e é por isso que na atual forma de se distribuir mídia, nunca vai acabar o lance de pirataria nos PC's. E nem nos consoles. PS3 só não tem pirataria porque é inviável piratear um bluray, e essa foi uma das grandes cartadas da sony e que de certa forma a ajudou, apesar de amargar a ultima posição no mercado de consoles hoje.
Ao meu ver, a hipocrisia, ganância, e orgulho dos grandões da indústria é o que prejudica hoje o honesto. Eles poderíam tentar outras formas de proteção, mas olhando ambos os lados, tanto do pirateador, quanto do bonzinho que quer algo fácil, sem complicações. -
Acho que não podemos nos esquecer de que moramos no Brasil onde temos uma grande desigualdade na distribuição de renda e o poder aquisitivo é muito baixo, ou seja, nos EUA é muito mais facil pra um consumidor comum pagar 50 dolares em um lançamento e pra nós é "osso" pagar 100 reais ( 20% do salário minimo). É claro que essa desigualdade não justifica a pirataria, porém, isso influencia e muito o consumo de midia pirata aqui e em muitos outros países do mundo.
Essa nova DRM é apenas um doloroso tiro no proprio pé, afastará a parcela dos gamers que compram jogos originais e afastará mais ainda os que querem mas não podem comprar.
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