
Far Cry 2
autor: Subzero
Já não era sem tempo! Após quase 5 anos de uma longa espera, os fãs brasileiros de Far Cry finalmente puderam sentir o gostinho de sua nova versão, lançada em dezembro de 2008 pela Synergex do Brasil, sob a responsabilidade da divisão em Montreal da Ubisoft.
O game, disponibilizado simultaneamente para PC, PS3 e Xbox 360, trouxe muitas novidades em relação ao título original, como na jogabilidade, efeitos visuais (engine DUNIA) e sonoros, só para citar alguns. Contudo, o que chama a atenção antes mesmo de se jogar, é a mudança significativa na história do jogo. Saem de cena monstros, aliens e uma ilha misteriosa, e entram seres humanos e um belo cenário das savanas africanas. Ao invés de fazer um resgate, o jogador terá de matar um único e perigoso inimigo.
Embora essa mudança tenha causado um certo impacto num primeiro momento para os fãs mais ortodoxos, não há dúvidas de que a história do jogo evoluiu (conforme mencionado mais abaixo), tornando-se mais consistente e madura.
Far Cry 2 (FC2) conta com uma árdua missão: tentar atender as expectativas deixadas pelo título anterior, que fora um sucesso de público e gênero. Veremos a seguir se a Ubisoft teve êxito com a nova versão.
Caixa e Manual
Nenhuma novidade em se tratando da caixa. Como já é de praxe, a Ubisoft/Synergex foram bem econômicas e ortodoxas nesse quesito. O game vem no tradicional “box”em PVC, padrão nos DVDs musicais ou de filmes. Na parte da frente há uma espécie de mosaico com algumas imagens (art works) e o nome do game em destaque.
Fica aqui mais uma vez registrada a crítica, onde as responsáveis infelizmente não investem e capricham um pouco mais nas caixas (e mesmo manuais, conforme veremos mais abaixo) dos games. Raros são as produtoras/distribuidoras que têm esmero nesse sentido, como é o caso da Funcom Software com o Age of Conan: Hyborian Adventures.
Vale ressaltar a presença do indicativo da faixa etária (18 anos), recomendado pelo Ministério da Justiça, em destaque, como forma de alertar aos pais e responsáveis pela presença de agressão física, assassinato e crueldade.
Na parte de trás, nenhuma novidade. Há algumas pequenas imagens com algumas cenas onde ressaltam o excelente nível dos gráficos, bem como a presença dos requisitos técnicos.
Assim como em Mercenaries 2: World in Flames, o manual de Far Cry 2 é bem espartano e simplório. Para ser sincero, não chega ao nível de descaso de Mercenaries 2, mas ainda assim, bem “econômico”. São apenas 20 páginas, das quais duas voltadas para notas (ótima idéia, diga-se de passagem) e outras 3 para o contrato de licença e contatos do suporte técnico. Felizmente, o game é bem intuitivo (como na grande maioria dos FPS tradicionais), o que compensa em parte a falta extra de conteúdo.
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