A Samsung atualizou sua linha A no começo de 2017 com melhorias no hardware, nos recursos disponíveis e no design. O Galaxy A5  é um smartphone para quem quer um aparelho com bom design, câmera e componentes, mas não quer partir para um topo de linha. Esse segmento dos "intermediários premium", com concorrentes como o Zenfone 3 e Moto Z Play, tem se mostrado um dos mais interessantes aos consumidores, inclusive para o nosso público aqui no Adrenaline.

Análise: Motorola Moto Z Play
Análise: Asus Zenfone 3


Será que esse modelo da Samsung tem potencial em ser a melhor escolha para quem quer um bom aparelho, mas não está disposto a gastar com um topo de linha?

Desenvolvedor Samsung ASUS Lenovo Samsung
Distribuidor Samsung ASUS Lenovo Samsung
Plataformas Smartphone Android Smartphone Android Smartphone Android Smartphone Android
Site oficial Link Link Link Link
Preço no lançamento R$ 2.099,00 R$ 1.799,00 R$ 2.199,00 R$ 2.199,00
Preço atualizado R$ 1.620,00 (em 13/03/2017 ) R$ 1.599,00 (em 04/12/2016 ) R$ 1.499,90 (em 23/06/2017 ) R$ 1.299,00 (em 10/02/2017 )
Especificações
Sistema Operacional Android 6.0 Android 6.0 Android 6.0 Android 5.1
Update disponível para o sistema Android 6.0
Processador Samsung Exynos 7880 Qualcomm Snapdragon 625 Qualcomm Snapdragon 625 Qualcomm Snapdragon 615
Número de núcleos 8 8 8 8
Clock 1.9 GHz 2.0 GHz 2,0 GHz 1.6 GHz
GPU Mali-T830MP3 Adreno 506 Adreno 506 Adreno 405
Memória RAM 3GB 4GB 3GB 2GB
Armazenamento interno 32GB 64GB 32GB 16GB
Cartão microSD Até 256GB Até 2TB Até 2TB Até 128GB
Portas de conexão USB Tipo-C USB Tipo-C USB Tipo-C Micro-USB
Bateria 3000 mAh 3000 mAh 3.510 mAh 2.900 mAh
Dimensões 146.1 x 71.4 x 7.9 mm 152.59 x 77.38 x 7.69 mm 156,4 x 76,4 x 6,99 mm 144,8 x 71 x 7,3 mm
Peso 157 g 155 g 165 g 155 g
Recursos
LTE Sim Sim Sim Sim
Tipo de cartão SIM Nano SIM Micro SIM Nano SIM Nano SIM
Número de cartões SIM 2 2 2 2
Bluetooth v4.2 4.1 4.1 4.0
TV Digital Não Não Não Não
Leitor de Digital Sim Sim Sim Sim
NFC Sim Não Sim Sim
Radio Sim Sim Não Sim
GPS Sim Sim Sim Sim
Extras Display always-on, IP68, Samsung Pay Asus ZenUI 3.0 Suporte a módulos Moto Snaps
Display
Tamanho 5.2 polegadas 5.5 polegadas 5.5 polegadas 5.2 polegadas
Resolução 1080 x 1920 1080 x 1920 1080 x 1920 1080 x 1920
Tecnologia Super AMOLED IPS Super AMOLED Super AMOLED
Proteção Gorilla Glass Corning Gorilla Glass 2.5D Corning Gorilla Glass 4 Corning Gorilla Glass 4
Câmera
Traseira 16 16MP 16 13 MP
Frontal 16 8MP 5 5 MP
Vídeos 1080p 30 fps 2160p 30 fps 2160p 30 fps 1080p 30 fps

Análise em vídeo

Design
Bonito e com acabamentos excelentes

O Galaxy A5 2017 mantém algumas das características que vemos nos modelos topo de linha da Samsung recentemente: acabamentos brilhantes e uso do metal e do vidro. A Samsung apostou em linhas bastante sóbrias, e o que separa esse modelo de ser um "retângulo com bordas arredondadas" são pequenos detalhes como as câmeras e a marca Samsung na parte traseira e dianteira. Até o botão Home e a caixa de som quase desaparecem por usar uma cor semelhante a do corpo do aparelho. Aqui entramos em um campo subjetivo, mas como gosto do "menos é mais", achei o aparelho bastante bonito, já que dá espaço para que a tela seja o destaque do design.

O design do A5 2017 é bonito, com o uso de metal e vidro

Samsung Galaxy A5 (2017)

Falando no display, ele tem tamanho de 5,2", usa resolução FullHD e tecnologia Super AMOLED. É uma tela com excelente qualidade, capaz de alcançar altos níveis de saturação e excelentes contrastes. O brilho de tela é intenso, importante para facilitar o uso do smartphone em locais muito claros, enquanto o balanço de cores parece bem ajustado.

A ergonomia do aparelho é confortável, já que possui bordas finas nas laterais da tela e não usa um display excessivamente grande, o que torna esse modelo uma boa pedida para quem quer um smartphone mais compacto. O porém de se usar o vidro é que ele fica um tanto liso com o tempo, e enche de marcas de dedo, estragando um pouco do belo visual. Felizmente as bordas metálicas levemente foscas melhoram a firmeza na pegada do aparelho, e uma leve curvatura na tela e também na traseira tornam esse aparelho bastante confortável de se segurar.

Ele não está entre os mais finos e leves, mas isso trouxe algumas vantagens. Além da já mencionada curvatura na traseira, a câmera do A5 não está protuberante e  exposta como acontece em outros aparelhos. O tamanho extra também dá espaço para mais bateria, algo que vamos ver mais a fundo na parte sobre autonomia.

O A5 é um pouco espesso e pesado, mas isso possibilita uma boa curvatura na traseira e mais bateria

Os elementos estão muito bem encaixados nesse aparelho, e há um bom motivo: ele possui proteção IP68, o que significa que ele é capaz de resistir à poeira e água. Outro ponto que acho interessante destacar é a posição da caixa de som: apesar de ser apenas uma, o que significa que pode esquecer som estéreo, ela foi posicionada na lateral direita próxima ao topo. Isso significa que quando você assistir vídeos ou jogar, há menos chance de bloquear a saída do som com os dedos, comparado a maioria dos aparelhos que tem o som na parte de baixo. Mesmo usando na vertical, é pouco provável que você abafe o som.

Outra característica bem interessante do design é a resistência IP68. Isso significa que ele é capaz de resistir à poeira e também à água, dentro das especificações testadas (30 minutos submerso a 1 metro de água doce). Não que você deva usar isso com sessões intensivas de vídeos e fotos submarinas, mas em compensação traz uma segurança que não é qualquer copo de água ou mesmo chuva que você pegue no caminho que vai acabar com seu smarpthone. Um detalhe importante: após molhado, o aparelho pode temporariamente bloquear o carregamento até a porta USB estar seca.

Performance
Bom desempenho e agilidade com apps

O Galaxy A5 conta com bons componentes que incluem o processador o octa-core Samsung Exynos 7880, 3GB de memória RAM e 32GB de armazenamento. A boa quantidade de memória disponível e a performance disponível no SoC resultam em um aparelho com respostas rápidas e eficiente para lidar com o Android e seus apps.

CONFIGURAÇÃO PARA O TESTE:

Modo padrão

OBS.:

  • Quanto maior, melhor
  • Resultados em pontos
  • Pontuação definida pelo aplicativo

[ Antutu Benchmark v6.0 | Samsung Galaxy A5 (2017) ] Hardwares Comparados: 4

Zenfone 3 5.5"
62325

Zenfone 3 5.5"
62325

Lenovo Moto Z Play
62309

Lenovo Moto Z Play
62309

Samsung Galaxy A5 (2017)
60535

Samsung Galaxy A5 (2017)
60535

Samsung Galaxy A7 2016
42530

Samsung Galaxy A7 2016
42530



CONFIGURAÇÃO PARA O TESTE:

Single-core

[ Geekbench 4 | Samsung Galaxy A5 (2017) ] Hardwares Comparados: 3

Lenovo Moto Z Play
807

Lenovo Moto Z Play
807

Samsung Galaxy A5 (2016)
775

Samsung Galaxy A5 (2016)
775

Samsung Galaxy A5 (2017)
764

Samsung Galaxy A5 (2017)
764



CONFIGURAÇÃO PARA O TESTE:

Multi-core

[ Geekbench 4 | Samsung Galaxy A5 (2017) ] Hardwares Comparados: 3

Samsung Galaxy A5 (2016)
4088

Samsung Galaxy A5 (2016)
4088

Samsung Galaxy A5 (2017)
3972

Samsung Galaxy A5 (2017)
3972

Lenovo Moto Z Play
2545

Lenovo Moto Z Play
2545



CONFIGURAÇÃO PARA O TESTE:

Performance

OBS.:

  • Pontução gerada pelo aplicativo
  • MAIS é melhor

[ PCMark for Android | Samsung Galaxy A5 (2017) ] Hardwares Comparados: 4

Zenfone 3 5.5"
6951

Zenfone 3 5.5"
6951

Lenovo Moto Z Play
6382

Lenovo Moto Z Play
6382

Samsung Galaxy A5 (2017)
4757

Samsung Galaxy A5 (2017)
4757

Samsung Galaxy A7 2016
4128

Samsung Galaxy A7 2016
4128



A evolução de performance é notável comparado ao A5 de 2016, e fica na mesma balada dos rivais do segmento, como o Zenfone 3 e Moto Z Play, ambos com Qualcomm Snapdragon 625. O A5 "brilha" quando realizamos testes de múltiplos núcleos, quando realmente oito núcleos são melhores que quatro e temos uma boa vantagem para o SoC da Samsung. Em termos gerais, o Galaxy A5 roda de forma muito eficiente os apps, sem sinais de engasgos em transições, e a boa quantidade de RAM disponível possibilita que o usuário não fique se preocupando em gerenciar os softwares abertos.

Autonomia
Boa autonomia capaz de durar todo um dia

Graças a seu porte um pouco mais espesso, o Galaxy A5 2017 tem uma boa quantidade de bateria, com um total de 3.000 mAh. Outros elementos ajudam na economia de energia, como o uso da tela Super AMOLED e um hardware potente, que pode rapidamente realizar os processos e voltar ao baixo consumo. Tivemos resultados bastante interessantes com ele:

CONFIGURAÇÃO PARA O TESTE:

Alto consumo

OBS.:

  • Consumo de bateria após 3 horas de execução de vídeo
  • Vídeo por streaming do app do YouTube em FullHD
  • Brilho de tela e volume em 50%

[ Autonomia de bateria | Samsung Galaxy A5 (2017) ] Hardwares Comparados: 4

Lenovo Moto Z Play
82

Lenovo Moto Z Play
82

Samsung Galaxy A5 (2017)
80

Samsung Galaxy A5 (2017)
80

Zenfone 3 5.5"
77

Zenfone 3 5.5"
77

Samsung Galaxy A7 2016
67

Samsung Galaxy A7 2016
67



CONFIGURAÇÃO PARA O TESTE:

Bateria

OBS.:

  • Duração de bateria realizando ciclos de atividades
  • Autonomia estimada em minutos

[ PCMark for Android | Samsung Galaxy A5 (2017) ] Hardwares Comparados: 3

Lenovo Moto Z Play
872

Lenovo Moto Z Play
872

Samsung Galaxy A5 (2017)
705

Samsung Galaxy A5 (2017)
705

Samsung Galaxy A7 2016
632

Samsung Galaxy A7 2016
632



No uso intensivo, com reprodução constante de um vídeo do YouTube com brilho de tela e volume no médio, ele descarregou apenas 20%, mostrando a eficiência de seus componentes e a boa quantidade de bateria disponível. Em atividades diversas em loop constante (teste do PC Mark) ele ficou 11h45min navegando na internet, reproduzindo vídeos e editando textos até se descarregar, um bom resultado que o situa acima da maioria dos outros dispositivos, só não é suficiente para alcançar o nosso atual recordista, o Moto Z Play e suas impressionantes 14 horas e meia.

O Galaxy A5 pode encarar um dia todo de uso intenso

Em nosso teste de uso, ele segurou um dia todo de navegação na web, redes sociais e até um pouquinho de Waze sem dificuldades, entrando no modo economia de energia próximo da meia-noite. Se por algum motivo o consumo seja muito alto (como games ou caçadas a Pokemons) o Galaxy A5 conta com carregamento rápido, o que garante que poucos minutos na tomada sejam mais que o suficiente para carregar boa parte da bateria. A exceção foi um dia um pouco mais pesado onde foi usado diversas vezes para fotos e vídeos: aí acabamos com a bateria em pouco menos de 10 horas. Tirando esses dias excepcionais, ele tem plenas condições de durar todo um dia de uso, e caso não consiga, possui carregamento rápido para em poucos minutos recuperar boa parte de sua carga.

Câmera
Uma das melhores do segmento, mas OIS deixa saudade

O Galaxy A5 2017 chega equipado com duas câmeras, sendo que ambas usam sensores de 16MP e ambas trazem abertura de f/1.9, o que resulta em uma experiência relativamente próxima tanto usando uma quanto a outra.

O Galaxy A5 tem uma das melhores câmeras do segmento

Ambas as câmeras tem resultados interessantes em termos de balanço de cores, sem saturar excessivamente, e o sensor tem capacidade de captar bastante detalhes, com destaque para o desempenho em cenas de baixa luminosidade, onde há perdas visíveis, como aumento da granulação, mas ainda assim os resultados são bons.

Ficou faltando estabilização óptica e foco phase detection

Mas é aqui na câmera que começamos a sentir as economias em relação aos aparelhos topo de linha. Primeiro em termos de recursos: o Galaxy A5 2017 não conta com estabilização óptica (OIS), algo que estava presente nos modelos do ano passado, nem autofoco baseado em phase detection. Esses dois recursos eventualmente fazem falta: muitas fotos ficam fora de foco se você não tiver o cuidado de firmar bem o pulso ou caso aperte rápido demais o botão para bater a foto, sem dar tempo suficiente do foco automático agir.

Nesses aspectos essa câmera fica em desvantagem comparada a presente no Zenfone 3, por exemplo, que possui foco com três tecnologias (laser, phase detection e contraste) e estabilização óptica, além da digital (EIS). A falta de OIS fica mais complicado pois é visível que a câmera do Galaxy A5 aumenta o tempo de exposição em cenas mais escuras, e aí que uma estabilização "deixa saudade".

Boa luz


Galaxy A5 (2017), Zenfone 3, Moto Z Play

Pouca luz


Galaxy A5 (2017), Zenfone 3, Moto Z Play
 

Flash


Galaxy A5 (2017), Zenfone 3, Moto Z Play

Falando dos modos da câmera, o app padrão do Galaxy A5 tem duas abas principais: à direita ficam diversos filtros de cores e estilos, lembrando bastante a interface do iPhone, enquanto ao lado esquerdo existem modos adicionais como modo panorama, HDR "vívido" e até o curioso "modo alimento".  Também há um "modo Pro", mas ele é "menos Pro" que o presente em outros smartphones, deixando apenas mexer na ISO, balanço de branco e exposição. Não está aberto o acesso a tempo de exposição ou foco manual, por exemplo.

Interface e extras
Mexidinhas no Android, Samsung Pay e um sensor de digitais ruim

Como é tradicional na Samsung, o Android recebe algumas alterações em seu visual e na localização das coisas dentro de usa interface. O menu de configurações é totalmente refeito, algo semelhante ao que é feito na barra de status, também.

As mudanças da sul-coreana não chegam ao nível de alterar a experiência básica com o sistema, e a maior parte da interação tradicional do Android é mantida. O que muda são as artes e alguns elementos, como a barra de status que foi turbinada com mais botões e funcionalidades, chegando ao nível de ficar um pouco poluída.

As configurações foram rearranjadas também, com novas artes e uma nova organização dos elementos. Não ficou ruim, mas por mudar a posição de algumas opções, acabei encontrando dificuldade de achar alguns ajustes. Felizmente a caixa de buscas no topo direito é eficiente e sempre "quebrou um galho" nessas horas.

Falando em bloatware, a Samsung não tem pegado pesado. Entre os apps pré-instalados estão alguns muito populares, como o Facebook, e também um kit de softwares da Microsoft. Quem não quiser usá-los, pode desabilitá-los e assim passam a não consumir recursos do sistema.

Um dos principais diferenciais do Galaxy A5 é o suporte ao Samsung Pay, método de pagamento através do celular. Esse modelo suporta tanto o NFC quanto o MST, o que torna praticamente qualquer maquininha compatível com o método. Só não recomendo dizer ao vendedor que pretende pagar com Samsung Pay ou com o celular, já que a grande maioria vai olhar para você com uma cara de interrogação. Diga que vai pagar com cartão, o vendedor fará esse procedimento, e então aproxime o celular da maquininha. Funciona.

Mas é preciso colocar uma vírgula depois desse funciona. É preciso ter um cartão de crédito e débito compatível, e o ecossistema do Samsung Pay ainda está expandindo. Minha experiência não foi muito positiva. As primeiras vezes que tentei usá-lo, a maquininha recusou meu cartão. Eventualmente consegui usar, mas cada nova transação é uma "pequena novela": sempre preciso explicar como é que faz para todo vendedor, e ainda não encontrei ninguém que já soubesse como funciona transações com Samsung Pay. Isso sem falar do olhar meio cético de alguns deles ao verem em encostando meu smartphone na maquininha.

Se o seu cartão for compatível e você tiver paciência pra explicar pros vendores como usa, tem o Samsung Pay

Mas o maior empecilho do Galaxy A5 não foi a falha do sistema de pagamento. O sensor de digital se mostrou "uma pedra no sapato". Diversas vezes cheguei a travar o aparelho por 30 segundos depois de múltiplas tentativas com falha. Recadastrei a digital para tentar melhorar a experiência, porém segui com problemas. Sensores de digital operam em dois modos: funcionando ou frustrando. Quando você precisa de mais de uma tentativa para destravar, o recurso mais irrita do que adiciona.

O sensor de digitais não faz bem seu trabalho

Depois de alguns dias, peguei uma manha: se você cobrir todo o botão com o dedo na horizontal,  aumenta as chances (ainda não é 100%) da leitura dar certo. No meu ponto de vista, qualquer adaptação do usuário para fazer funcionar é uma derrota para um sensor de digitais, já que há vários no mercado que funcionam com maior acurácia que esse mesmo sem nenhum cuidado com a forma que vai encostar o dedo. Todos sofrem de algumas limitações (mão suada ou molhada impossibilita a leitura), mas o Galaxy A5 tem um sensor que por várias vezes estive próximo de desabilitar.


Always-on em ação

Fechando o conjunto de recursos adicionais, a Samsung aproveita a presença de uma tela Super AMOLED, que tem consumo mínimo se a maior parte da imagem estiver em preto, e mostra informações na tela, como notificações, horas e bateria restante, mesmo com o aparelho travado.

AVALIAÇÃO:

Design

9.5

Câmera

8.5

Desempenho

9.0

Autonomia

8.0

Recursos

9.5

Preço

7.5
Conclusão

O Galaxy A5 2017 é um bom concorrente para esse prestigiado segmento dos "intermediários premium", aparelhos que herdam algumas características dos modelos topo de linha mas que ao mesmo tempo "pegam leve" para trazerem o preço para um custo elevado demais. O Galaxy A5 traz um belo design, hardware potente e câmera eficiente o bastante para se tornar uma opção atrativa para usuário que quer um bom smarpthone, mas não quer gastar demais.

Análise: Motorola Moto Z Play
Análise: Asus Zenfone 3

Seu preço de lançamento na casa dos R$ 2 mil não é dos melhores, mas nos dá pistas que, do jeito que funciona o mercado Android no Brasil, em breve vamos ver ele disputando espaço com o Moto Z Play e Zenfone 3 (com preços em torno de R$ 1.7 mil e R$ 1.5 mil). Nesse caso, temos três excelentes modelos, cada um com "suas armas". O Zenfone 3 é o que aparece pelos preços mais competitivos e possui estabilização óptica na câmera (mas ficou devendo NFC). O Moto Z Play tem uma autonomia impressionante e a modularidade. Já o Galaxy A5 2017 possui o Samsung Pay (que ainda precisa melhorar), bela tela Super AMOLED e resistência à água e poeira. Todos os três tem bons designs, câmeras e performances, e pleno potencial para ser uma boa escolha ao consumidor.


PRÓS
  • Belo design
  • Resistência IP68
  • Boa performance
  • Bela tela Super AMOLED
  • Tem o Samsung Pay...
CONTRAS
  • ...mas ainda não está muito prático usá-lo
  • Falta estabilização óptica e foco deveria ser mais rápido
  • Sensor de digital poderia ser mais eficiente
  • Mais caro que concorrentes diretos